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Mercados encerram 2025 com valorização em meio a corte de juros nos EUA e desafios fiscais e políticos no Brasil

Ajuste monetário externo e fluxo de capitais favoreceram ativos de risco, apesar de incertezas políticas e fiscais domésticas

Por Marco Saravalle

22/12/2025 | 14:24 Atualização: 22/12/2025 | 14:33

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Painel de bolsas reflete um 2025 marcado por juros mais baixos nos EUA e valorização dos ativos, apesar das incertezas fiscais e políticas no Brasil (Foto: Adobe Stock)
Painel de bolsas reflete um 2025 marcado por juros mais baixos nos EUA e valorização dos ativos, apesar das incertezas fiscais e políticas no Brasil (Foto: Adobe Stock)

O ano de 2025 vai praticamente chegando à sua última semana e apresenta variação positiva nos principais índices do mundo, em um ambiente caracterizado pela combinação entre o corte de juros nos Estados Unidos e incertezas fiscais e políticas no Brasil.

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A trajetória dos ativos ao longo do ano foi impulsionada, preponderantemente, pelo fluxo de capital externo e pela desvalorização do dólar, movimento que prevaleceu a despeito da fragilidade dos fundamentos macroeconômicos locais.

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) reduziu a meta dos Fed Funds (semelhante à Selic) em 0,25 ponto percentual, para o intervalo de 3,50% a 3,75%. O comunicado e a ação da autoridade monetária ocorreram após um período de paralisação do governo (shutdown) e visaram calibrar a política econômica diante de dados de atividade heterogêneos. A medida contribuiu para a redução do custo de oportunidade do dólar, globalmente.

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O período foi marcado também por tensões comerciais e negociações tarifárias, com destaque para a política externa americana e a resposta da China. Apesar da volatilidade gerada por anúncios de tarifas sobre produtos industriais e commodities, acordos pontuais evitaram uma ruptura nas cadeias de suprimento, mantendo a funcionalidade do comércio internacional.

No mercado americano, o ano encerra-se em alta expressiva até o momento, embora os meses de novembro e dezembro tenham apresentado um comportamento lateral, com os índices praticamente estáticos.

O Dow Jones encerrou o período analisado com alta de 0,9% em dezembro (+13,1% no ano), enquanto o S&P 500 registrou leve recuo de 0,2% no mês (+16,2% no ano) e o Nasdaq, variação negativa de 0,3% (+20,7% no ano). A dinâmica reflete a reprecificação dos ativos diante das novas perspectivas de juros e crescimento para 2026.

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No Brasil, o comportamento dos ativos refletiu o cenário de liquidez externa favorável aos mercados emergentes, contraposto aos desafios da economia interna. O Ibovespa encerrou as negociações do dia 19 de dezembro aos 158.473 pontos, com variação de -0,38% no mês e alta de 31,75% no acumulado de 2025. O índice financeiro (IFNC) liderou os ganhos no ano com 43,32%, apesar da correção de 3,82% em dezembro até o momento. O índice de Small Caps (SMLL) registrou queda de 5,32% no mês, acumulando 28,35% no ano.

O ambiente corporativo apresentou eventos relevantes, como os pedidos de recuperação judicial da Ambipar (AMBP3) e de falência da Oi (OIBR3), além da liquidação extrajudicial do Banco Master, o que trouxe cautela pontual ao mercado de crédito e um novo paradigma para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

O quadro fiscal encerra-se com atenção voltada ao equilíbrio das contas públicas. A aprovação de medidas como a isenção de Imposto de Renda (IR) para determinadas faixas salariais e as discussões sobre compensações tributárias mantêm o tema fiscal como vetor de risco. O déficit primário e a trajetória da dívida bruta continuam sendo monitorados pelos agentes econômicos como fatores determinantes para a sustentabilidade do crescimento.

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Em perspectiva, a evolução dos mercados para 2026 enfrentará o desafio adicional do ciclo eleitoral presidencial no Brasil. Historicamente, tais períodos tendem a reduzir o ritmo da atividade legislativa, limitando o espaço para a aprovação de reformas estruturais, ao mesmo tempo em que elevam o risco de expansão de gastos públicos por parte do Executivo.

Nesse contexto, a perspectiva é de um 2026 bastante desafiador. O calendário eleitoral tende a exaurir o espaço político para a aprovação de reformas estruturais no Congresso, enquanto o Executivo, voltado à campanha, historicamente sinaliza maior propensão à expansão dos gastos públicos. Esse cenário de risco fiscal renovado, conjugado com a permanência das taxas de juros longas em patamares de dois dígitos, impõe barreiras adicionais à economia real, exigindo cautela quanto à sustentabilidade da valorização dos ativos observada neste ano.

Colaboraram no artigo Guilherme Carter, economista e especialista em finanças, com carreira dedicada à análise de mercados e inovação em investimentos. Mestre pela FGV-EESP, é também professor de Finanças na FGV e coordenador dos programas de Finanças da FBNF. Carter é Managing Director da DataBay, fintech de inteligência de dados para o mercado de capitais, e presença constante em debates na mídia sobre economia e investimentos.

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