• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Quem ganha com o estouro do teto de gastos do governo federal?

Relação dívida bruta/PIB de 2022 está em 76,6% e aumentará conforme o tamanho do rombo fora do teto de gastos

Por Rafael Paschoarelli

02/12/2022 | 12:06 Atualização: 02/12/2022 | 14:25

Receba esta Coluna no seu e-mail
Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Depois da eleição presidencial, o tema predominante no noticiário econômico passou a ser a dimensão do rombo no orçamento federal para o ano de 2023 e, eventualmente, para os anos de 2024, 2025 e 2026 – que por “coincidência” corresponde ao período que próximo presidente eleito ficará no cargo.

Leia mais:
  • Entenda por que vale a pena ter IPCA+ na carteira com inflação alta
  • A fórmula da Janus Henderson para se proteger da recessão
  • 12 corretoras revelam as melhores ações para dezembro
Cotações
18/02/2026 23h43 (delay 15min)
Câmbio
18/02/2026 23h43 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ou seja, se “colar” a ideia de certos gastos serem excluídos do teto para 2023, por que não já estender provisoriamente a licença para a gastança por todo o período que o novo mandatário permanecerá no cargo?

Se aprovada mais esta licença, a ideia do teto de gastos como âncora fiscal morre e, sem uma nova bem definida, criam-se dúvidas sobre a credibilidade da política fiscal e, pior, sobre sustentabilidade da dívida pública.

Publicidade

Aliás, uma vez que se banaliza o gasto extra-teto, ficará muito mais fácil acrescentar mais e mais bilhões nesta rubrica piorando o quociente dívida/PIB (Produto Interno Bruto), muito usado para medir a sustentabilidade do endividamento.

A relação dívida bruta sobre o PIB para 2022 está em torno de 76,6% (Estimativa do Instituto Fiscal Independente) e aumentará significativamente quanto maior for o tamanho do rombo a ser contratado fora do teto de gastos. Esta maior relação dívida/PIB puxa os juros para cima fazendo a alegria dos rentistas, grandes beneficiários do desarranjo econômico e da falta de comunicação eficiente do novo governo.

Veja abaixo como as curvas de juros eram em 01/11/2022 e em 01/12/2022:

Publicidade

A linha azul mostra uma curva de juros em 01/11/2022 evidenciando uma favorável perspectiva de redução acentuada dos juros já em 2023. Por outro lado, a linha vermelha captura as novas informações trazidas pelo governo eleito com a perspectiva de uma maior gastança, sem a evidência da origem dos recursos.

A simples perspectiva de maior gasto sem a contrapartida de aumento de receita faz com que no lugar de uma redução de juros esperada em 2023 o mercado passe a colocar probabilidade não desprezível de aumento de juros para 2023 (notem a corcova na curva vermelha em 2023).

Tudo isso é música para os ouvidos dos rentistas que se aproveitarão por mais tempo dos juros reais na casa de 6% ao ano e é terrível para a nação brasileira que terá que suportar bilhões de reais em juros sobre a crescente dívida.

O que o País gasta anualmente em juros sobre a dívida é muito maior do que se planeja gastar no social. Este fato está sendo exacerbado por falhas de comunicação que deixam o mercado alvoroçado. Este alvoroço traduz-se em maior taxa de juros que os investidores exigem para financiar o governo.

Publicidade

Depois de sacramentar a gastança, não tenham dúvida que o próximo tema para discussão será como financiar mais gastos. É a “deixa” para voltar a se discutir reforma tributária com o inevitável aumento de carga necessária para financiar a gastança. Ou você acha que o governo vai financiar o gasto extra-teto com redução de despesas em outras áreas?

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Eleições
  • orçamento
  • teto de gastos

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como comprar dólar e pagar menos no exterior: os melhores apps e contas globais para viajar em 2026

  • 2

    BC decreta liquidação do Banco Pleno, de ex-sócio do Master; veja o que fazer se você tem CDB ou dinheiro na instituição

  • 3

    Ibovespa hoje fecha em queda em dia de liquidação do Banco Pleno, pressão sobre Vale e ata do Fed

  • 4

    Queremos cobrar menos por assinatura e aproximar o investidor, diz CEO da Empiricus

  • 5

    Carnaval: bancos têm modo de proteção para golpes; veja como ativar nos apps

Publicidade

Quer ler as Colunas de Rafael Paschoarelli em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Últimas: Colunas
Fundos de investimento, crédito bancário e a importância das plataformas
Einar Rivero
Fundos de investimento, crédito bancário e a importância das plataformas

Uma comparação simples mostra o impacto das plataformas de distribuição na desconcentração do mercado financeiro brasileiro

18/02/2026 | 14h21 | Por Einar Rivero
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares
Einar Rivero
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares

Ibovespa despencou 52,09% em dólares em 2020. Mas avançou 185% desde então, rebote vigoroso mas insuficiente para recolocá-lo entre líderes globais

17/02/2026 | 13h28 | Por Einar Rivero
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha
Marco Saravalle
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha

Enquanto o investidor local mantém postura defensiva e privilegia o CDI, o capital estrangeiro entra com força na B3, apostando no fechamento da curva de juros e na compressão dos prêmios de risco no Brasil

16/02/2026 | 11h00 | Por Marco Saravalle
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar
Samir Choaib
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar

O Projeto de Lei Complementar 5/2026 reacende o debate sobre taxar grandes fortunas e evidencia a escolha política de ampliar a arrecadação em vez de controlar despesas públicas

14/02/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador