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Colunista

Por que carros elétricos da China podem mexer com a economia brasileira

Fábricas estão buscando expandir a produção na América Latina

Por Thiago de Aragão

24/05/2023 | 16:59 Atualização: 24/05/2023 | 17:14

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A crescente popularidade do mercado de veículos elétricos (Ves) na China está ameaçando as montadoras tradicionais. Foto: Envato Elements
A crescente popularidade do mercado de veículos elétricos (Ves) na China está ameaçando as montadoras tradicionais. Foto: Envato Elements

A crescente popularidade do mercado de veículos elétricos (Ves) na China está ameaçando as montadoras tradicionais, como Toyota, Volkswagen, Nissan e Chevrolet, cuja produção ainda é predominantemente dominada por veículos movidos a combustão.

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Esse fenômeno não é exclusivo da China e vem afetando o mundo inteiro. No primeiro trimestre de 2023, os Ves representaram 31% nas vendas de automóveis no mercado chinês. As montadoras tradicionais têm expressado preocupação com esse cenário e a Volkswagen, que historicamente mantém uma posição proeminente na China, viu sua participação no mercado do país diminuir 3,6% em 2022 em comparação com o ano anterior.

As montadoras tradicionais que estão apreensivas em relação ao crescimento da popularidade de veículos elétricos na China também possuem uma participação significativa no mercado automobilístico brasileiro. Nos últimos meses, China e Brasil têm buscado cooperação no desenvolvimento de baterias de íon-lítio e de tecnologias de energia limpa. Várias montadoras chinesas de Ves manifestaram interesse em construir e adquirir fábricas de produção no Brasil e em toda a América Latina.

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O investimento chinês de Ves no Brasil certamente reduzirá a participação das grandes montadoras no nosso mercado. É plausível até que empresas como a Volkswagen reduzam o número de fábricas de produção de veículos movidos a combustão à medida que os Ves cresçam no mercado.

A empresa chinesa Ganfeng Lithium anunciou recentemente a produção em massa de sua nova bateria de lítio de estado sólido. A nova tecnologia usa um eletrólito de óxido com um diafragma sólido, ao contrário das baterias líquidas tradicionais.

Esse material cerâmico sólido torna as baterias mais seguras e rápidas de carregar. Além disso, essa tecnologia garante mais produção de energia do que a forma tradicional. As baterias de estado sólido também podem ter uma pegada de carbono cerca de 24% menor do que as antigas baterias, o que significa um ganho para o meio ambiente.

A Ganfeng já anunciou que pretende investir maciçamente no setor de energia do Brasil. A Sigma, outra gigante chinesa, recebeu recentemente das autoridades brasileiras uma licença para vender e exportar minerais e produtos de lítio.

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A companhia afirmou que iria começar suas atividades imediatamente após receber a autorização para operar no Brasil. A BYD, empresa de veículos elétricos, já divulgou que pretende adquirir uma fábrica na Bahia. Todos esses investimentos podem aumentar drasticamente a produção e as exportações de lítio do Brasil, um setor que está em franca expansão no mundo todo.

O grande desafio agora para os fabricantes chineses de Ves é o aumento dos custos das matérias-primas. O preço do carbonato de lítio teve uma elevação de mais de 60% no último mês, fazendo com que os custos das baterias subissem em cerca de 3% a 5%. Isso representa um obstáculo para as startups, como a Nio e Xpeng, que ainda não obtiveram lucro significativo. A desaceleração nas vendas dos Ves na China também está impactando o setor.

O Brasil é um importante produtor de minerais e metais usados na fabricação de baterias de veículos elétricos, como o lítio. Qualquer mudança na demanda ou nos preços desses veículos vai impactar o setor por aqui. Os produtores de baterias e insumos, assim como os fabricantes de veículos elétricos brasileiros precisam monitorar de perto o mercado chinês para ajustarem sua produção com o objetivo de minimizar prejuízos e otimizar a produção.

Em abril, os fabricantes chineses de baterias reduziram a produção para diminuir os estoques devido às vendas mais lentas de Ves. No entanto, espera-se uma recuperação em maio e junho. Apesar da queda na produção de 8,3% em relação ao mês anterior, a produção de baterias para Ves na China em abril foi quase 40% maior em comparação ao ano anterior.

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As instalações de baterias nos veículos também diminuíram 9,5% em abril, mas mostraram um aumento de quase 90% em comparação ao ano anterior. Os fabricantes de baterias tomaram essa medida para manejo dos estoques elevados. Eles também esperam melhorias nas condições do mercado nos próximos dois meses à medida que os estoques diminuem e os preços das matérias-primas se estabilizam.

Fabricantes chineses de veículos elétricos, como a BYD Auto, estão buscando expandir a produção na América Latina, incluindo o Brasil. Há negociações em andamento para aquisição de uma fábrica de VE e baterias de íon-lítio na Bahia, condicionada à venda de uma antiga fábrica da Ford para a BYD Auto. As empresas chinesas argumentam que a instalação de fábricas de VE no Brasil ajudarão o país a cumprir metas de sustentabilidade, geração de empregos, além de impulsionar o refinamento de lítio.

O investimento também pode alavancar avanços tecnológicos a longo prazo no setor. Por outro lado, a dependência do setor de baterias e mineração de lítio brasileiro em relação à China aumentaria a sua volatilidade, uma vez que a produção brasileira se tornaria dependente quase exclusivamente de um comprador.

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