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Comportamento

Gestores do mercado financeiro rejeitam arcabouço fiscal de Haddad

Pesquisa Genial/Quaest também mapeou percepção sobre punição ao descumprimento de metas da regra fiscal

Gestores do mercado financeiro rejeitam arcabouço fiscal de Haddad
O ministro da fazenda, Fernando Haddad, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • Dos entrevistados, 92% acreditam que o arcabouço será aprovado no Congresso
  • Para 84% dos respondentes, é improvável que o Congresso inclua limites nos gastos de saúde e educação
  • Apenas 3% consideram o arcabouço fiscal como positivo

O arcabouço fiscal apresentado pelo ministro da fazenda, Fernando Haddad, foi avaliado como negativo por 48% dos gestores, economistas, analistas e tomadores de decisão do mercado financeiro e como regular por 49%. Apenas 3% consideram o arcabouço como positivo. Os dados são da pesquisa Genial/Quaest referente ao mês de maio.

Ao todo, 92% acreditam que o arcabouço do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será aprovado no Congresso e apenas 8% dizem que não será. Para 53% dos respondentes, é mais ou menos provável que haja o contingenciamento de despesas por frustração de receitas, enquanto que 40% deles veem isso como muito provável e apenas 8% como improvável.

A pesquisa mostra que 64% dos entrevistados acredita que seja improvável que haja criminalização do presidente da República pelo descumprimento de metas, enquanto 26% vê a punição como mais ou menos provável e 10% acha que seja provável.

Para 84%, é improvável que o Congresso inclua limites nos gastos de saúde e educação, enquanto que 15% acha que isso é mais ou menos provável e apenas 1% avalia que seja muito provável.

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Além disso, para 70% dos respondentes a proibição de aumentos reais do salário mínimo por descumprimento de metas é tida como improvável, 44% acha que isso é mais ou menos provável e apenas 2% vê como improvável. A proibição de reajustes de servidores pelo descumprimento é tida como improvável para 51% dos entrevistados, enquanto 44% entende isso como mais ou menos provável e apenas 5% vê como improvável.

Os dados foram coletados entre os dias 4 e 8 de maio. Foram realizadas 92 entrevistas com fundos de investimentos com sede em São Paulo e no Rio de Janeiro, com gestores, economistas, analistas e tomadores de decisão do mercado financeiro.

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