Segundo o ministro, os documentos fornecidos pela Caixa provam que o banco cumpriu os ritos de governança empresarial antes de distribuir o crédito. Foram analisados a definição de limites de valores irrecuperáveis, os custos da operação e a precificação de juros. Após as análises, ficou claro para Cedraz que o banco estatal possuía viabilidade comercial e financeira para o consignado do Auxílio Brasil.
Sobre a suspensão
Concedido desde 11 de outubro, o crédito do Auxílio Brasil pela Caixa está suspenso desde terça-feira (1º). Segundo o banco, a suspensão durará até as 7h do próximo dia 14 por causa do processamento da folha de pagamento do Auxílio Brasil entre a Caixa, a Dataprev e o Ministério da Cidadania.
No pedido original ao TCU, o Ministério Público de Contas também havia solicitado que o órgão julgasse o uso eleitoreiro do crédito consignado do Auxílio Brasil. No entanto, no dia 24, Cedraz, o relator do processo, desmembrou essa parte da ação e repassou o material ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).