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Comportamento

Os principais erros na hora de fazer a reserva de emergência

Levantamento mostra que cerca de 67% dos brasileiros não possuem um colchão de segurança financeiro

Por Luana Meneghetti

14/08/2021 | 7:00 Atualização: 14/10/2022 | 13:02

(Foto: Envato)
(Foto: Envato)

Investidores sabem a importância de fazer aplicações em ativos de risco para alavancar os rendimentos e engordar o patrimônio, mas os ganhos não garantem uma resposta rápida em casos de emergência financeira.

Leia mais:
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Diversificar a carteira e ter uma reserva de emergência já são conselhos batidos para o investidor. Mas a maioria não tem colocado as recomendações em prática: cerca de 67% dos brasileiros não possuem reserva de emergência, segundo dados apurados pelo Check Up de Saúde Financeira da Fiduc.

A soma dos 67% corresponde aos que não possuem nenhuma reserva ou aos que contam com montantes inferiores a seis meses de despesa. Desse grupo, 21% não possuem nenhuma reserva de emergência e 33% afirmam que conseguem suportar seus gastos recorrentes por mais de seis meses.

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Quando o assunto é aposentadoria, 54% dos respondentes não sabem quanto poupar para garantir a liberdade financeira na velhice. O levantamento considerou 3 mil investidores brasileiros em cinco faixas de renda, de até R$ 3 mil e superior a R$ 20 mil.

Uma das razões para este cenário é a ausência de uma cultura de educação financeira no Brasil. A falta de conhecimento sobre a importância da reserva de emergência, ou dos modos de se montar uma verba extra, geram impactos a todos.

Isso porque os dados obtidos na Fiduc respingam diretamente no número de endividados do País, que já ultrapassa os 70% da população. “Quando o investidor não tem uma reserva, ela precisa recorrer aos empréstimos nos bancos. Com a situação de juros no Brasil, a conta que era ruim pode ficar péssima”, alerta Valter Police, planejador fiduciário e porta-voz do Check Up de Saúde Financeira da Fiduc.

Embora a crise do novo coronavírus (covid-29) tenha comprometido o rendimento de grande parte da população, o endividamento sempre foi alto, mesmo antes da pandemia. Em 2019, o percentual de endividados era de 64%, segundo a Peic.

Os principais erros ao fazer a reserva de emergência

Um dos principais erros do investidor é a falta de planejamento. Lembrando que a reserva de emergência deve ser feita por todos, sem exceção.

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É ela que garante que os compromissos financeiros não sejam prejudicados em meio à algum imprevisto de pequeno ou grande porte. “Ela é conhecida também como colchão de segurança e deve ser o primeiro investimento do investidor”, diz Police.

Mas para começar a poupar é preciso colocar na balança o orçamento pessoal com as despesas. Segundo Luigi Wis, especialista em investimentos da Genial, é preciso saber que o investidor não pode querer gastar mais do que ganha.

Planejar os ganhos e gastos é fundamental para fazer uma boa reserva. Antes, é preciso organizar os gastos fixos e depois definir o valor para poupar todo mês.

De acordo com Weis, guardar na poupança também é não é o mais recomendado, isso porque a caderneta possui um rendimento baixo comparado à outras alternativas disponíveis no mercado atualmente.

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Para a reserva é preciso ter liquidez, segurança e baixa volatilidade. “É necessário buscar alternativas de investimentos que tenham essas características, mas que garantam uma rentabilidade melhor que a caderneta de poupança”, diz.

Entre as recomendações do especialista estão opções como o Tesouro SELIC, os CBDs e os fundos de renda fixa, todos na opção de liquidez diária.

Por fim, vale destacar que é possível fazer um diagnóstico da saúde financeira dos seus investimentos de forma gratuita através da própria plataforma da Fiduc.

No teste são feitas oito perguntas sobre gestão financeira, investimentos, confiança e planejamento com cinco classificações: muito vulnerável, vulnerável, razoável, saudável e muito saudável. O Índice Fiduc de Saúde Financeira é baseado na metodologia do Financial Health Network, de Chicago, adaptado para o Brasil.

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