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Comportamento

Javier Milei é eleito: Argentina vai continuar barata para o brasileiro?

O mercado projeta uma desvalorização ainda maior do peso após as eleições; entenda as preocupações

Por Daniel Rocha e Stephanie Tondo

19/11/2023 | 20:44 Atualização: 20/11/2023 | 13:47

Javier Milei, o novo presidente da Argentina (Foto: Reuters/Matias Baglietto)
Javier Milei, o novo presidente da Argentina (Foto: Reuters/Matias Baglietto)

Os argentinos foram às urnas neste domingo (19) e elegeram o libertário, e oposicionista ao atual governo, Javier Milei presidente da Argentina com uma vantagem histórica sobre o rival, o peronista Sergio Massa.

Leia mais:
  • Ações argentinas disparam em NY com Milei eleito. Vale investir?
  • Argentina e as 10 cotações para o dólar. Como usar a moeda no país?
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O próximo presidente da República terá como missão solucionar a profunda crise econômica do país. Hiperinflação, câmbio desvalorizado, escassez de dólar, juros a 133% ao ano e pobreza em 40% da população listam os principais problemas econômicos que tornam o dia a dia dos ‘hermanos’ mais difícil. Milei pretende solucionar os problemas econômicos dolarizando a economia, o que na prática significa que todas as transações passariam a ser em dólar, desde o comércio, até o pagamento de salários.

  • Confira: Ações argentinas disparam em NY após eleição de Milei. Vale investir?

Para os turistas, portanto, o dólar passaria a ser a moeda usada na viagem, e não o peso. “O brasileiro já usa o dólar como referência para ir para Argentina, então tudo indica que nada mudaria nesse sentido. Mas só o fato de haver uma sinalização de que a economia do país pode ser dolarizada poderá valorizar a moeda americana, que pode se tornar ainda mais cara para os brasileiros”, explica Glauber Mota, CEO do app financeiro global Revolut.

Para Milei, a ideia é que a dolarização acabe com o problema da hiperinflação no país, que registrou alta de 142,7% nos preços em outubro, no acumulado dos últimos 12 meses, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec). Apenas em um mês, de setembro para outubro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do país avançou 8,3%, quase o dobro da inflação brasileira para o ano todo.

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No caso em que a moeda oficial da Argentina continue sendo o peso, o mercado projeta uma desvalorização ainda maior da moeda, mas isso não significa que o país ficará mais barato para os brasileiros.

Segundo os dados da Economatica, o dólar norte-americano subiu 99% em relação à moeda da Argentina no acumulado de 2023. Já em relação ao real, o movimento foi o inverso: dólar caiu 6,38% durante o mesmo período. Em relatório divulgado em agosto deste ano, o Bank of America projeta uma desvalorização de até 70% para o peso argentino até 2024. Para especialistas, porém, isso não significa que os preços ficarão mais baixos na Argentina para os turistas.

  • Leia também: Eleição impacta custo da viagem à Argentina. O que o turista pode fazer?

“A desvalorização do peso argentino aconteceria em ambos os cenários, mas o turista brasileiro não deve notar grandes diferenças, principalmente com popularização do câmbio não oficial. A inflação vai aumentar o preço dos produtos e serviços em peso, igualando novamente o cenário econômico. Os importadores e exportadores podem notar maiores mudanças, já que utilizam o câmbio oficial”, argumenta Marcos Weigt, head da tesouraria do Travelex Bank.

Para Danielle Lopes, sócia e analista de ações da Nord Research, os dois presidenciáveis representavam incertezas ao mercado sobre a capacidade de solucionar os problemas econômicos do país.  A preocupação do mercado com Milei é a sua postura mais radical nas propostas econômicas, como a dolarização da economia.

A desconfiança prevalece devido ao atual cenário global com juros elevados nos Estados Unidos e com o surgimento de novos conflitos geopolíticos. “O mercado não costuma reagir bem a medidas extremas. A Argentina não reserva suficiente dólar para poder sustentar a mudança”, diz Luis Felipe Miquilini, especialista em Investimentos Internacionais da Blue3 Investimentos.

  • Veja ainda: Como é lidar com dinheiro na Argentina com inflação de 138%

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