• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

Morar junto sem casar: como proteger seu patrimônio?

A não formalização da união pode resultar em brigas judiciais pela partilha de bens durante a separação

Por Daniel Rocha

09/07/2024 | 13:00 Atualização: 09/07/2024 | 12:54

A União Estável pode assegurar as pessoas de consequências jurídicas durante a separação (Foto: Envato Elements)
A União Estável pode assegurar as pessoas de consequências jurídicas durante a separação (Foto: Envato Elements)

A ideia de morar junto com o parceiro só após o casamento civil e religioso perdeu espaço entre as novas gerações de brasileiros. A decisão dos casais em compartilhar o mesmo teto continua, mas sem a formalidade que prevalecia há alguns anos. No entanto, a escolha pode gerar consequências jurídicas, conforme mostramos nesta reportagem, e exige planejamento do casal para proteger o patrimônio de ambos em uma possível separação.

Leia mais:
  • Quem vive em união estável tem direito à herança no Brasil?
  • Que geração está na frente para herdar US$ 31 tri em heranças?
  • Como fugir do imposto sobre herança da previdência? Veja 3 estratégias
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

  • “Ele disse que não tenho direito a nada”: as consequências de quem decide morar junto sem casar

A união estável configura como o principal instrumento jurídico para proteger os casais de futuras dores de cabeça durante o divórcio. Com a formalização do relacionamento, é possível determinar qual o regime de bens mais adequado para a realidade do casal e deixar registrado o início da união estável. “Essa formalização pode ser feita por meio de escritura pública em um cartório”, diz Samantha Godoy, advogada do escritório Nelson Wilians Advogados.

  • Regime de bens no casamento: quais são os tipos e como funcionam

A outra possibilidade viável é por meio de um contrato de união estável em que podem ser determinadas as responsabilidade de cada parceiro e os bens que serão partilhados em caso de uma dissolução. A diferença desse modelo de contrato para a união estável é que a formalização atende algumas demandas específicas de cada casal. Ou seja, trata-se de um instrumento jurídico mais personalizado.

“O contrato é um instrumento mais complexo que inclui uma série de normas determinadas pelo casal. O ideal é que esse registro seja realizado no cartório”, ressalta Godoy. A outra opção é utilizar a assinatura de duas testemunhas para validar o contrato de união estável.  Já os contratos de namoro também podem ser uma alternativa para os relacionamentos que não possuem a intenção de constituir família. “Esses contratos estão sendo buscados também para afastar a possibilidade de eventuais direitos que possam ser exigidos judicialmente, como a herança“, ressalta Godoy.

Mas, antes de realizar qualquer formalização, os especialistas aconselham aos casais conversarem sobre as expectativas futuras do relacionamento. Esse alinhamento ajuda a mitigar brigas e tornar o processo de separação menos doloroso e burocrático. “Cada indivíduo possui as suas particularidades e pode entender, de maneira diversa, a forma de administrar o patrimônio adquirido durante a constância do relacionamento”, afirma Laísa Santos, especialista em planejamento patrimonial e sucessório.

Veja os tipos de regime  de bens entre cônjuges

Regime Descrição
Separação de bens
Os bens adquiridos antes ou depois do casamento permanecem na propriedade individual de cada um. Portanto, não há divisão de bens em caso de divórcio.
Comunhão universal de bens
Os bens adquiridos por cada um, inclusive anteriores ao casamento, pertencem aos dois. Todo o patrimônio do casal é partilhado em caso de separação.
Comuninhã parcial de bens
Os bens adquiridos por cada um antes da união são considerados comuns ao casal. Somente os bens adquiridos, após o casamento, são partilhados em casos de separação.
Participação final nos aquestos
Cada cônjunge possui patrimônio próprio e, no caso da dissolução da união, cada um tem direito à metade dos bens adquiridos pelo casal.
Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios com base nas informações do Código Civil

Quais são os riscos quando não se formaliza uma união?

Os principais motivos que transformam um término de relacionamento em uma briga judicial são a falta de consenso entre os casais sobre a partilha de bens e o início da união. Sem essa formalização do relacionamento, a definição da data torna-se essencial para que a Justiça consiga determinar os bens que devem entrar na partilha durante o divórcio. Nestes casos, a Justiça reconhece o relacionamento como uma união estável e o regime da comunhão parcial de bens será o modelo aplicado. Isso significa que todos os bens que foram adquiridos durante o relacionamento entram na partilha de bens.

  • 6 aplicativos para organizar e melhorar as finanças de casal em 2024

“Às vezes, há um patrimônio de uma parte já preexistente e esse patrimônio aumentou durante a união estável ou há um patrimônio que foi adquirido ainda na fase de namoro. Então, as datas do relacionamento e da aquisição do bem são os principais pontos de conflito”, diz Godoy. Para comprovar o início da data, fotos ou vídeos publicados nas redes sociais ou o uso de contas conjuntas costumam ser utilizados como provas na Justiça. Isso porque apenas a data de quando decidiram morar juntos pode não ser o suficiente para determinar o início da união estável.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

No entanto, nem todos os bens entram no processo de partilha nos casos de dissolução do relacionamento. Além dos bens adquiridos antes da união, as posses recebidas por doação ou por herança não entram na disputa, com exceção de um único caso. “Se ocorrer o falecimento de um dos companheiros após o recebimento de uma herança, o companheiro sobrevivente será herdeiro dos bens particulares do falecido”, explica Santos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Brasil
  • casamento
  • Conteúdo E-Investidor
  • herança
  • patrimônio
Cotações
04/01/2026 21h24 (delay 15min)
Câmbio
04/01/2026 21h24 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como ganhar R$ 5 mil por mês com o investimento que virou febre do mercado em 2025

  • 2

    Bitcoin começa o ano sob nova lógica de preço

  • 3

    Mega da Virada: seis apostas levam quase R$ 182 milhões cada uma; veja quanto rende esse valor investido

  • 4

    Antes de cortar gastos em 2026, faça este exercício (ou suas metas financeiras vão fracassar)

  • 5

    Revenda de bolsas de luxo esfria e muda planos da Geração Z; entenda

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Valores remanescentes do FGTS podem ser sacados em fevereiro de 2026; veja datas
Logo E-Investidor
Valores remanescentes do FGTS podem ser sacados em fevereiro de 2026; veja datas
Imagem principal sobre o Saiba onde atualizar os dados do Bolsa Família para não perder o benefício
Logo E-Investidor
Saiba onde atualizar os dados do Bolsa Família para não perder o benefício
Imagem principal sobre o Veja datas do saque do FGTS em fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
Veja datas do saque do FGTS em fevereiro de 2026
Imagem principal sobre o 8 maiores prêmios de loterias dos Estados Unidos; veja lista
Logo E-Investidor
8 maiores prêmios de loterias dos Estados Unidos; veja lista
Imagem principal sobre o Lotofácil de hoje (02): CONCURSO 3577 SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Logo E-Investidor
Lotofácil de hoje (02): CONCURSO 3577 SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Imagem principal sobre o Calendário do 2º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Calendário do 2º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Calendário do 1º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Calendário do 1º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Como receber o benefício do INSS em 2026
Logo E-Investidor
Como receber o benefício do INSS em 2026
Últimas: Comportamento
Revenda de bolsas de luxo esfria e muda planos da Geração Z; entenda
Comportamento
Revenda de bolsas de luxo esfria e muda planos da Geração Z; entenda

Prêmio de revenda da Birkin encolhe, marca o fim do superciclo do luxo e frustra a aposta da Geração Z em bolsas como investimento

04/01/2026 | 06h30 | Por Sasha Rogelberg, da Fortune
Poucos investidores copiam minha estratégia de investimento “porque ninguém quer enriquecer lentamente”, diz Warren Buffett
Comportamento
Poucos investidores copiam minha estratégia de investimento “porque ninguém quer enriquecer lentamente”, diz Warren Buffett

Às vésperas da aposentadoria, o megainvestidor explica por que o investimento em valor exige paciência e vai na contramão da era do enriquecimento instantâneo

02/01/2026 | 09h39 | Por Sydney Lake, da Fortune
Como os ricos continuam ricos? Conheça a vida discreta dos milionários
Comportamento
Como os ricos continuam ricos? Conheça a vida discreta dos milionários

De Warren Buffett a empreendedores anônimos, milionários explicam por que gastar menos e viver de forma simple é a parte central da construção de patrimônio

01/01/2026 | 06h30 | Por Eleanor Pringle, da Fortune
175 anos de Eufrásia Teixeira Leite: a engenharia financeira por trás da primeira investidora brasileira
Comportamento
175 anos de Eufrásia Teixeira Leite: a engenharia financeira por trás da primeira investidora brasileira

Do romance com Joaquim Nabuco à gestão de ativos em 19 países, aristocrata rompeu barreiras para construir império diversificado e autônomo

31/12/2025 | 07h30 | Por Luísa Giraldo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador