• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

Se arrependimento matasse: em 1976, cofundador da Apple vendeu 10% da empresa por US$ 800; hoje, valeria US$ 400 bi

Empresário deixou a Apple apenas 12 dias após sua fundação; cinco décadas depois, sua decisão virou um dos maiores “e se” da história do Vale do Silício

Por Preston Fore, da Fortune

30/01/2026 | 9:31 Atualização: 30/01/2026 | 9:31

O documento original de fundação da Apple — assinado por Steve Jobs, Steve Wozniak e pelo menos conhecido cofundador Ronald Wayne — acaba de ser vendido por US$ 2 milhões em leilão. | Scott Eells/Bloomberg via Getty Images
O documento original de fundação da Apple — assinado por Steve Jobs, Steve Wozniak e pelo menos conhecido cofundador Ronald Wayne — acaba de ser vendido por US$ 2 milhões em leilão. | Scott Eells/Bloomberg via Getty Images

O pouco conhecido terceiro cofundador da Apple, Ronald Wayne, recebeu originalmente uma participação de 10% na então nascente empresa de computadores que hoje vale cerca de US$ 4 trilhões. Ele vendeu sua fatia apenas 12 dias após a fundação da Apple por US$ 800 — e disse, à época, não ter arrependimentos. Agora, enquanto a Apple celebra 50 anos desde sua Oferta Pública Inicial (IPO), Wayne talvez não tenha muito a comemorar: sua participação hoje valeria dezenas de bilhões de dólares.

Leia mais:
  • Itaú lança nova forma de realizar Pix por aproximação; veja como funciona
  • Aposentadoria não é o suficiente: 60% dos beneficiários continuam trabalhando para pagar as contas, aponta Serasa
  • Trabalho opcional e dinheiro irrelevante: o futuro de Elon Musk dominado por IA e robótica
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Há cinquenta anos, Steve Jobs e Steve Wozniak colocaram a assinatura no papel para criar oficialmente a Apple. Nesta semana, esse mesmo documento fundador fez história por conta própria ao ser vendido por US$ 2 milhões em um leilão da Christie’s.

Mas o contrato não trazia apenas os nomes dos dois Steves. Havia uma terceira assinatura: Ronald G. Wayne, amigo de Jobs que ajudou a convencer Wozniak a formalizar a empresa — e que datilografou o acordo ele mesmo. Por seu papel como a mão mais experiente do grupo, Wayne recebeu 10% da companhia, enquanto Jobs e Wozniak ficaram com 45% cada um.

Menos de duas semanas depois de a tinta secar, Wayne retirou seu nome do contrato — uma decisão que pode figurar entre as maiores oportunidades financeiras perdidas da história.

Embora tenha vendido sua participação por US$ 800 e recebido posteriormente mais US$ 1.500 para abrir mão de qualquer reivindicação futura, sua fatia de 10% hoje poderia valer entre US$ 75 bilhões e US$ 360 bilhões, considerando o valor de mercado da Apple, hoje próximo de US$ 4 trilhões — construído ao longo de cinco décadas.

Com a entrada de novos investidores e o IPO realizado em 1980, as participações de Jobs e Wozniak foram diluídas ao longo do tempo — um destino que Ronald Wayne provavelmente também teria enfrentado.

Por que Wayne saiu

A decisão de Wayne pode parecer equivocada em retrospecto, mas, naquele momento, o então engenheiro de 41 anos acreditava estar protegendo sua própria segurança financeira.

Nos primeiros dias da empresa, Jobs tomou emprestados US$ 15 mil para cumprir um pedido de “50 ou 100 computadores” da Byte Shop, uma loja varejista conhecida por atrasar pagamentos, relembrou Wayne em entrevista ao Business Insider em 2017.

“Se eles não nos pagassem, como iríamos devolver os US$ 15 mil?”, disse. “Jobs e Woz não tinham dois tostões para esfregar um no outro. Eu, por outro lado, tinha casa, carro e conta bancária — o que significava que eu seria o responsável se tudo desse errado.”

Uma aposentadoria precoce

Surpreendentemente, o dinheiro não foi o único motivo para Wayne deixar a Apple. Ele também temia que a experiência decretasse o fim de sua carreira. Jobs e Wozniak eram jovens talentos, quase 20 anos mais novos, e Wayne acreditava que eles avançariam rapidamente, enquanto ele ficaria à margem.

“Se eu tivesse ficado na Apple, provavelmente teria acabado como o homem mais rico do cemitério”, disse o hoje nonagenário à CNN.

“Eu sabia que estava à sombra de gigantes e que nunca teria um projeto próprio”, afirmou ao Business Insider. “Acabaria no departamento de documentação, empilhando papéis pelos próximos 20 anos da minha vida — e esse não era o futuro que eu imaginava.”

Embora diga que não se arrependeu na época, Wayne já admitiu que teria sido bom não precisar se preocupar com dinheiro. Para se sustentar, ele depende do aluguel de parte de sua propriedade e do cheque mensal da Previdência Social americana.

“Nunca fui rico, mas também nunca passei fome”, afirmou.

Esta reportagem foi originalmente publicada em Fortune.com e foi traduzida com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial e revisada por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Apple
  • IPO
  • Steve Jobs
Cotações
11/04/2026 9h26 (delay 15min)
Câmbio
11/04/2026 9h26 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde aos 197 mil pontos e dólar cai a R$ 5 pela primeira vez em dois anos

  • 3

    Ibovespa renova recorde pela 15ª vez no ano com petróleo em alta

  • 4

    Gestoras de “special sits” avançam no Brasil e entregam retornos de até 40% ao ano

  • 5

    Herança e espólio no IR 2026: como declarar sem cair na malha fina

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem tem direito ao cashback do IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem tem direito ao cashback do IR?
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Imagem principal sobre o O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Logo E-Investidor
O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Imagem principal sobre o 15 doenças que dão direito à aposentadoria
Logo E-Investidor
15 doenças que dão direito à aposentadoria
Imagem principal sobre o Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Logo E-Investidor
Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Imagem principal sobre o FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Logo E-Investidor
FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Últimas: Comportamento
Nem bilionários escapam: turbulência nas Bolsas já apagou US$ 255 bilhões em 2026
Comportamento
Nem bilionários escapam: turbulência nas Bolsas já apagou US$ 255 bilhões em 2026

Seis dos 10 mais ricos do mundo já acumulam perdas bilionárias em 2026, com tombo de ações de tecnologia e dúvidas sobre o boom da IA

09/04/2026 | 16h18 | Por Preston Fore, da Fortune
FMI alerta que guerra infla dívida e afeta PIB mais que crise financeira e ambiental
Comportamento
FMI alerta que guerra infla dívida e afeta PIB mais que crise financeira e ambiental

A atividade econômica em países em guerra cai cerca de 3% no início do confronto, e as perdas acumuladas chegam a aproximadamente 7% em cinco anos

08/04/2026 | 15h20 | Por Aline Bronzati
1º de abril: quais as mentiras que te contam sobre empreender?
Comportamento
1º de abril: quais as mentiras que te contam sobre empreender?

Estudo global coloca o Brasil entre os países com maior espírito empreendedor, mas especialistas alertam as maiores barreiras para o sucesso

01/04/2026 | 08h54 | Por Ana Ayub
Moody’s: conflito prolongado no Oriente Médio pode gerar impactos globais no crédito
Comportamento
Moody’s: conflito prolongado no Oriente Médio pode gerar impactos globais no crédito

Segundo relatório, a agência destaca que um cenário de perturbação prolongada manteria a energia cara e pressionaria cadeias de suprimento

31/03/2026 | 15h10 | Por Pedro Lima

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador