A agência já fornece classificações de crédito para corretoras de criptomoedas com capital aberto, como a Coinbase. Recentemente, a empresa teve sua nota rebaixada por apresentar uma receita fraca em 2022.
A nova iniciativa vem em meio a uma crescente desconfiança dos investidores quanto aos criptoativos, o que gera um debate sobre formas de regulação no setor. Por serem criptomoedas de baixa volatilidade, atreladas a um ativo de reserva, como o dólar e o ouro, as stablecoins têm ganhado cada vez mais atenção no mercado.
Ao longo dos últimos anos, as comprovações de reservas desses criptoativos passaram a ser feitas de maneira mais cuidadosa, após a Tether ter sido multada em 2021 por autoridades dos Estados Unidos por mentir em suas demonstrações financeiras. A empresa é a desenvolvedora da USDT, stablecoin atrelada ao dólar norte-americano.
Bancos tradicionais também começaram a se interessar mais por esse tipo de criptomoeda e lançaram seus próprios tokens, como o JPM Coin, a stablecoin do JP Morgan, criada em 2019 e lastreada em dólar.