Com início das negociações na B3 programado para fevereiro, o ETF investe em 12 diferentes criptoativos do segmento, divididos nas categorias: Protocolos DeFi, Protocolos de Suporte e Plataformas de Registro.
De acordo com o CEO da Hashdex, Marcelo Sampaio, investimento em DeFi significa investir nas fintechs do futuro. Ele explica ainda que as finanças descentralizadas são aplicações baseadas em blockchain e contratos inteligentes que viabilizam a criação de uma nova infraestrutura para os serviços financeiros tradicionais, desde transações rotineiras, até a realização de empréstimos e seguros.
“É um mercado muito promissor que, por conta de suas tecnologias disruptivas, pode crescer exponencialmente nos próximos anos”, comenta.
O produto terá taxa de administração total de 1,3% e previsão de aplicação inicial por cota de R$ 50. Segundo a Hashdex, XP, Itaú BBA e Banco Genial serão os coordenadores da oferta do novo ETF.
A gestora já disponibiliza outros três ETFs de criptoativos na B3, o HASH11, o BITH11 e o ETHE11.
Confira os ativos integrantes do índice:
Além do Ethereum, principal nome entre os chamados blockchains de contratos inteligentes, outros ativos também integram o DEFI11, são eles: Unisawap, AAVE, Compound, Maker, Yearn, Curve, Synthetix, AMP, Polygon, Chainlink e The Graph.
| Percentual do Índice |
| Uniswap |
23,4% |
| Ethereum |
15% |
| Curve |
11,3% |
| AMP |
10,1% |
| AAVE |
9,1% |
| Maker |
7,8% |
| Polygon |
5,8% |
| Chainlink |
5,8% |
| The Graph |
3,4% |
| Compound |
3,3% |
| Synthetix |
2,8% |
| Yearn.finance |
2,2% |
| Fonte: Hashdex. Valores referentes à 31/12/2021 |