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Criptomoedas

Após colapso da FTX, corretoras de criptoativos miram em derivativos

Derivativos representam 60% do volume total de negociações em exchanges de criptomoedas

Por Muyao Shen, Bloomberg

24/03/2023 | 17:31 Atualização: 24/03/2023 | 17:31

Bitcoin chegou ao mercado em meio à crise financeira de 2008. Foto: Pixabay
Bitcoin chegou ao mercado em meio à crise financeira de 2008. Foto: Pixabay

Corretoras de criptomoedas se apressam para preencher o vazio deixado pela FTX, que chegou a ser uma das maiores exchanges mundiais de criptoativos, enquanto o mercado enfrenta uma queda de volume e liquidez.

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O colapso da FTX se tornou uma oportunidade para outras corretoras conquistarem participação de mercado ou adentrarem um espaço agora dominado pela Binance, a maior corretora cripto do mundo. Algumas corretoras mostraram interesse em comprar derivativos da plataforma da FTX nos Estados Unidos, enquanto outras estão apenas pensando em construir novas corretoras de derivativos.

Ao mesmo tempo, a falência de vários credores cripto como o Genesis fez com que traders passassem a procurar outras maneiras de alavancar suas posições. “Há um vazio óbvio deixado pelo mercado de derivativos de cripto, especialmente para entidades regulamentadas” disse Tarun Chitra, sócio de um fundo de risco de criptomoedas. “Nós vimos uma certa quantidade de empresas aparecerem no lado centralizado como também no lado descentralizado para preencher esse vazio.”

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À medida que credores como Genesis e Voyager Digital faliram, plataformas de derivativos são agora uns dos poucos locais restantes que permitem que traders, especialmente em mesas de negociação, alavanquem seus negócios no meio de criptomoedas.

As instituições financeiras preferem produtos como contratos futuros e outras opções do que uma negociação à vista, visto que “derivativos permitem que eles tenham a capacidade de operar long-short, expressar sua visão e proteger o portfólio”, afirma David Martin, head de cobertura institucional na corretora de ativos digitais FalconX.

De acordo com dados da CryptoCompare, desde janeiro de 2022, derivativos são contabilizados como mais de 60% do volume total de negociações em corretoras de criptomoedas, incluindo negociações à vista (spot).

A companhia também acrescenta que, para fundos de risco que são negociados principalmente em corretoras com sede nos EUA, como CME, os contratos futuros liquidados em dinheiro também os impedem de entrar em problemas específicos de cripto com nuances, como a custódia.

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Há corretoras de derivativos offshore que oferecem uma alavancagem máxima de 100 vezes para algumas criptomoedas, mesmo depois que a Binance, por exemplo, disse que estava reduzindo a alavancagem máxima que um usuário pode tomar para negociar contratos futuros de 100 para 20 vezes.

O abalo na indústria criptográfica “abre muitas oportunidades no mercado porque a participação de mercado literal da FTX não existe mais e também sua marca como alguém que estava construindo coisas inovadoras no espaço obviamente não é mais o caso, ” disse em uma entrevista Antonio Juliano, fundador e CEO da corretora descentralizada dYdX.

Tanto a dYdX quanto seus pares, como a GMX, foram beneficiários diretos da implosão da FTX em novembro e imediatamente viram o volume de negócios aumentar.

Agora que a FTX acabou, corretoras como Blockchain.com e Gemini estão demonstrando interesse em comprar a LedgerX, de propriedade da FTX, que está registrada na U.S. Commodity Futures Trading Commission como uma corretora de derivativos. Enquanto isso, um dos maiores criadores do mercado de criptomoedas, Wintermute, disse recentemente que está “seriamente” considerando o lançamento de uma corretora de derivativos para traders profissionais.

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Além disso, os ex-executivos da Jefferies Financial acabaram de lançar uma nova  corretora cripto que eventualmente se expandirá para derivativos. Tudo isso está acontecendo enquanto os negócios de derivativos da Binance na Austrália estão sob revisão.

Para corretoras de criptomoedas que têm como o objetivo diversificar seus fluxos de receita, a expansão para derivativos focados em instituições pode ajudá-los a enfrentar os mercados de baixa. Muitas bolsas dependem principalmente da receita de taxas de transação coletadas de negociações à vista por comerciantes de varejo, cujo interesse em cripto diminuiu, principalmente após o FTX.

A recente alta do preço do Bitcoin também deu um impulso aos derivativos. O maior ativo digital do mundo em valor de mercado atinge um marco importante de US$ 30 mil, depois de ganhar cerca de 25% desde 8 de março, após as consequências do Banco do Vale do Silício.

Os derivativos oferecem aos traders uma maneira de capitalizar a volatilidade do mercado enquanto gerenciam o risco em ambientes de mercado imprevisíveis. Mais investidores estão procurando exposição ao mercado, especialmente em derivativos em meio à volatilidade dos preços, de acordo com Luuk Strijers, diretor comercial da bolsa de derivativos Deribit, que acaba de anunciar seu plano de lançar contratos futuros para facilitar a negociação de volatilidade do Bitcoin.

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“Quando o mercado está se movendo de lado, vemos nosso volume cair”, disse Strijers. “No entanto, quando os mercados se movem, para cima ou para baixo, as pessoas tendem a usar opções e, claro, nos beneficiamos disso.”

Traduzido por Maria Clara Matos 

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