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Direto da Faria Lima

Kinea revela estratégia de “vitória silenciosa” em mês de guerras geopolítica e tarifária

Juros e ações de tecnologia nos EUA são destaque no portfólio; veja como gestora se posicionou para julho

Por Luíza Lanza

01/07/2025 | 6:00 Atualização: 30/06/2025 | 20:40

Gestora com R$ 130 bi sob gestão usa "Arte da Guerra" como metáfora para movimentos do mercado em junho. (Foto: Adobe Stock)
Gestora com R$ 130 bi sob gestão usa "Arte da Guerra" como metáfora para movimentos do mercado em junho. (Foto: Adobe Stock)

As cartas mensais da Kinea, gestora com quase R$ 130 bilhões sob gestão, costumam trazer referências a grandes clássicos do cinema para explicar sua visão de cenário e composição de portfólio. Desta vez, na edição referente a junho, apela à literatura para interligar os muitos eventos geopolíticos que dominaram a pauta do mercado no mês.

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É a “Arte da Guerra“, um antigo tratado militar chinês produzido meio século antes do nascimento de Cristo (a.C) por Sun Tzu e usado pela asset para explicar como a flexibilidade e o planejamento são estratégias poderosas para vencer os embates – inclusive, no mercado.

Em junho, a pauta relacionada à guerra comercial via tarifas promovida pelos Estados Unidos perdeu espaço para a guerra entre Israel e Irã. O acirramento do conflito trouxe dias de instabilidade aos mercados globais, com receio principal, do ponto de vista econômico, quanto ao bloqueio de uma rota marítima importante para o petróleo mundial.

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Mas a Kinea chama atenção para outro aspecto: o conflito no Oriente Médio e a forma como a entrada dos Estados Unidos levou as tensões a uma aparente trégua coloca em xeque, segundo a gestora, narrativas que superestimavam a potência militar de países como Irã e Rússia. “A reafirmação do poder dissuasório dos EUA tende a reduzir a percepção de risco sistêmico. Em termos de mercado, esse novo equilíbrio pode levar, possivelmente, a uma compressão nos prêmios de risco globais — como se o mundo estivesse, pouco a pouco, retornando à velha e conhecida Pax Americana”, destaca o documento.

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E não foram apenas as questões geopolíticas que tiveram um encaminhamento positivo para a compressão de prêmios globais em junho. Na guerra de tarifas, foi a China que conseguiu uma “rendição sem luta” e obrigou os EUA a sentarem na mesa para negociar – uma resolução que coloca as duas potências em maior pé de igualdade e também joga a favor de maior apetite por risco nos mercados, diz a Kinea.

Kinea vê oportunidades nas ações de tecnologia

Em termos de tese de investimento, a volta da “Pax Americana” no lado geopolítico e a bandeira branca nas relações comerciais com a China colocam o mercado de ações americano de volta aos holofotes. O ano de 2025 tem sido marcado por um forte fluxo que redirecionamento de capital para outros mercados, incluindo emergentes, mas é no setor de tecnologia dos EUA que a Kinea ainda vê as melhores oportunidades.

Na visão da gestora, as Magnificent Seven, nome dado ao grupo composto por Apple, Microsoft, Amazon, Alphabet, Meta, Nvidia e Tesla, se apoiam em fundamentos sólidos, com crescimento de lucros, alta rentabilidade e retorno sobre capital. O que justifica o valuation (valor de mercado) elevado.

“Embora seja saudável diversificar globalmente, a liderança do mercado de ações permanece com o setor de tecnologia dos EUA no que tange à capacidade de entrega de resultados. Mantemos a convicção de permanecer investidos em inteligência artificial (IA), aumentando gradualmente a participação nesse tema em nossos portfólios”, destaca a gestora. A alocação continua sendo via as ações das líderes de tecnologia, justamente as MAG-7, pois são elas, na visão da Kinea, que mais se beneficiarão da monetização da tendência de inteligência artificial.

Posições em juros no Brasil e nos EUA

Além do acirramento – e aparente melhora – nas tensões do Oriente Médio, junho também foi marcado por mais uma “Super Quarta” de decisões de política monetária e discussões sobre a trajetória dos juros no Brasil e nos EUA. Por aqui, o Banco Central (BC) optou por elevar a Selic em 0,25 ponto porcentual, para 15% ao ano.

Graças ao que a Kinea chama de política monetária “intencional” e “extremamente restritiva”, aliado a um cenário mais benigno de dólar e inflação, a gestora espera que o BC inicie o ciclo de cortes de juros entre o final de 2025 e início de 2026. Assim, mantém a posição aplicada em juros, priorizando ativos que capturem a queda das taxas futuras. “A inclinação da curva de juros brasileira sugere que há prêmio a ser capturado: caso o Comitê de Política Monetária (Copom) consiga começar um ciclo de alívio moderado – títulos prefixados e posições tomadas em contratos de depósito interbancário (DI) devem apresentar valor”, diz a carta.

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Lá fora, no entanto, o racional é outro. O Federal Reserve (Fed), banco central americano, vem se mostrando dividido entre manter a taxa de juros do país no atual intervalo entre 4,25% e 4,5% por mais tempo ou já iniciar o movimento de afrouxamento. A aposta da Kinea é que o primeiro corte aconteça em setembro, mas que, graças a uma dinâmica de mercado de trabalho ainda aquecido e uma eventual reaceleração da atividade econômica no próximo ano, o ciclo de redução não seja tão relevante assim. Por isso, a gestora está tomada em juros nos EUA.

Como a Kinea se posicionou para julho?

Para julho, além das posições em juros e ações de tecnologia americanas, a Kinea mantém as posições compradas em euro, ouro, boi e cobre. Na ponta vendida, segue negativa em relação ao petróleo, por esperar uma contínua trajetória de queda da commodity até o fim do ano, além de café, soja, trigo, alumínio e algodão.

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