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Educação Financeira

Carro popular: vale a pena fazer um financiamento em 48 vezes?

Análise das taxas de juros é o caminho para saber sobre compras a longo prazo, apontam especialistas

Por Rafaela Ferreira, especial para o E-Investidor

17/06/2023 | 7:00 Atualização: 16/06/2023 | 13:52

Jeep Compass. Reprodução: Stellantis/Jeep.
Jeep Compass. Reprodução: Stellantis/Jeep.

Com o anúncio do governo federal de reduzir o preço do carro popular, promoções de vendas de automóveis já apareceram no mercado. A Jeep, por exemplo, além de oferecer até R$ 47,6 mil de bônus, liberou financiamentos em 48 vezes para quem quiser adquirir algum veículo da marca. Mas, será que vale a pena financiar um veículo por tanto tempo? De acordo com especialistas ouvidos pelo E-Investidor, tudo depende da taxa de juros que está sendo cobrada na oferta.

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O professor de finanças da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EESP) Henrique Castro diz que para fazer essa avaliação corretamente o consumidor deve saber exatamente qual é o valor do carro à vista. Caso opte pelo financiamento, é importante considerar quantas parcelas serão feitas e o valor de cada uma delas, para assim fazer o cálculo dos juros sobre as parcelas.

A educadora de finanças pessoais Carol Stange explica que financiar um bem em quatro anos com a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75% ao ano, pode não ser uma boa ideia. “Com a taxa que regula todos os contratos, financiamentos e empréstimos do Brasil em alta, é de conhecimento que todos eles sigam para o mesmo ritmo”, diz.

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Já a sócia da HCI Invest e planejadora financeira Wanessa Guimarães pontua que, mesmo com os benefícios da redução do preço do carro, é preciso colocar a taxa de juros média do mercado de financiamento. “Hoje, essa taxa está em torno de 2,03% ao mês. Ao longo de 48 meses, o carro que sairia por R$ 115 mil à vista, teria um custo total de R$ 304.340. Ou seja, ele praticamente dobra seu valor”, alerta.

Comprar à vista ou financiar?

O impasse entre comprar à vista ou financiar também pode aparecer para alguns consumidores. Para Eduardo Dellavolpi, planejador Financeiro CFP© pela Planejar, pagar à vista quase sempre se mostra uma alternativa melhor do que financiar. “Se a pessoa possui o dinheiro para negociar à vista ela ainda pode conseguir um desconto na hora da compra”, diz.

Outras opções também podem surgir para quem deseja adquirir um veículo. Dentre eles, há a possibilidade de selecionar as melhores ofertas de bancos ou financiadoras, que emprestam o dinheiro em troca da cobrança de taxas de juros. Um levantamento do Banco Central mapeou 41 instituições financeiras que oferecem financiamento para automóveis.

Além da linha de crédito de instituições financeiras, o consumidor também possui como alternativa a procura por um empréstimo pessoal, por exemplo. Carol Stange também lembra da possibilidade de consumidores recorrerem ao RH da empresa em que trabalha para solicitar um crédito consignado.

Uma alternativa, ainda, é o consumidor preparar uma poupança prévia e nela conseguir pagar uma boa parte do valor do bem quando for negociar a compra. O professor da FGV aponta que, com isso, é possível diminuir a quantidade de parcelas que vai manter o financiamento e até mesmo o valor a ser cobrado mensalmente.

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“Hoje, se investir o dinheiro em um ativo de baixo risco, como um título do Tesouro Direto, que vai pagar aproximadamente a Selic, o consumidor vai receber um resultado de investimento que vai ser um pouco a menos do que seria a taxa de juros”, explica Henrique Castro.

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