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Educação Financeira

Como negociar a dívida do cartão de crédito

Especialista indica passo a passo com soluções

Por Mateus Apud

14/04/2020 | 17:05 Atualização: 06/08/2020 | 22:39

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Uma forma de perder o controle financeiro é usar o cartão de crédito sem se planejar. Essa é uma das piores maneiras de se endividar, pois as altas taxas de juros cobradas fazem o montante crescer rapidamente.

Leia mais:
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Nesta quinta-feira (6), o Senado Federal aprovou um projeto que coloca um teto de 30% ao ano nos juros do cartão de crédito rotativo e também no cheque especial até o fim do ano. Porém, o texto ainda seguirá para apreciação da Câmara. Por enquanto, a taxa média anual de cobrança continua nas alturas. No mês de junho, por exemplo, os juros foram de 300,3%.

Portanto, para evitar um estrago financeiro ainda maior em meio a uma crise, é importante que você esteja atento às formas de renegociar este tipo de débito com o banco. Em tempos de incertezas econômicas com a pandemia do novo coronavírus, o problema pode atingir muitos brasileiros que perderam empregos ou estão tendo salários reduzidos.

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Por isso, o E-Investidor conversou com Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educação Financeira (ABEFIN), que passou dicas de como negociar suas dívidas do cartão de crédito.

1º passo: Confira sua real situação

Segundo ele, o primeiro passo é olhar sua situação financeira para os próximos seis meses. Se for a mesma do período pré-crise e as finanças estiverem equilibradas, nada muda e a pessoa pode seguir pagando o cartão normalmente. Mas se a maré virou e orçamento estiver comprometido pelos próximos 180 dias, aí, sim, o aconselho é parar e renegociar sua dívida.

“A orientação não é dar calote no banco, e sim solicitar prorrogação do pagamento da conta até a sustentabilidade financeira voltar. Caso não faça isso, a pessoa vai quebrar”, afirma o presidente da ABEFIN.

2º passo: Relate sua situação ao banco

Em seguida, você deve entrar em contato com o banco, explicar que sua situação mudou e que deseja negociar a dívida. Domingos diz que o ideal é pedir carência de 180 dias e o pagamento em 12 vezes sem juros ou que acompanhe a Selic – atualmente em 2% ao ano.

“Deixe documentado bem claro sua nova situação. É importante informar a instituição e propor uma forma de pagar que se encaixe à sua nova realidade de orçamento”, afirma.

Mesmo assim, se a instituição não aceitar sua proposta, o endividado pode continuar negociando até chegar a um acordo com o banco.

3º passo: Não pague a dívida e busque empresa de recuperação de crédito

Em último caso, se o banco não colocar boas condições, o conselho é não pagar a dívida. Domingos explica que, se o novo valor também não cabe no bolso, o endividado vai se complicar outra vez lá na frente.

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O presidente da ABEFIN diz que a melhor saída nesse caso é buscar uma empresa de recuperação de crédito para conseguir taxas mais baixas. “Não se preocupe se o banco negativar seu nome nesse momento. Depois você vai negociar para ter condições muito melhores”, diz ele.

No Feirão Limpa Nome do Serasa, por exemplo, que é realizado anualmente, os consumidores que estão endividados conseguem negociar e quitar suas dívidas com descontos que chegam até a 90%, segundo a instituição. E a negociação é feita diretamente com a empresa credora.

Os feirões têm sido 100% on-line por conta da pandemia do novo coronavírus. Após o pagamento do novo valor acordado, a empresa credora retira os nomes da lista de inadimplentes em até cinco dias úteis.

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