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Educação Financeira

Análise fundamentalista e gráfica: essenciais para investir bem

Para analistas, ambas devem ser utilizadas por serem complementares

Por Luiz Felipe Simões

22/01/2021 | 18:14 Atualização: 22/01/2021 | 18:18

(Foto: Pexels)
(Foto: Pexels)

Muitos se enganam pensando que bolsa é cassino. Ao contrário dos jogos de azar, baseados principalmente na sorte, as teorias de investimentos ajudam a prever o comportamento de ações e outros ativos de renda variável. Elas são ferramentas que ajudam quem quer aplicar seu dinheiro com qualidade, a fim de obter retornos consistentes.

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Os especialistas em investimentos contam com diversas metodologias para antecipar o sobe e desce do mercado de ações. Entre as mais comuns temos a análise gráfica (ou técnica) e a análise fundamentalista.

De uma maneira geral, a análise fundamentalista possui um horizonte de tempo focado no longo prazo e usa como base os fundamentos da empresa, como receita, geração de caixa, posicionamento no mercado, entre outros aspectos. Em contrapartida, a análise gráfica tem foco no curto prazo e observa as cotações dos papéis e os volumes negociados.

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Esses métodos não devem ser trabalhados separadamente, uma vez que um complementa o outro. O E-Investidor conversou com dois especialistas para entender como ambos funcionam e como o investidor pode utilizá-las.

Análise fundamentalista

Criada por Benjamin Graham, a análise fundamentalista mostra que o preço de uma ação deve refletir a expectativa de lucros futuros com base no fluxo de caixa de uma empresa em determinado momento. Um de seus maiores seguidores é ninguém menos que Warren Buffett, o multimilionário por trás da Berkshire Hathaway, que é adepto desse tipo de estudo para investimentos em ações com a estratégia Buy & Hold.

A análise fundamentalista permite que o investidor, por meio dos fundamentos da empresa, identifique que tipo de ação está comprando. “Esse tipo de teoria leva em consideração diversos aspectos, como a empresa dentro do setor atuante, os fatores macroeconômicos, os balanços da companhia, como ela se posiciona”, diz José Francisco Cataldo, head de research da Ágora Investimentos.

Ou seja, com base nessas informações sobre a companhia, o investidor consegue ter uma definição de preço justo para a ação. Para Maurício Camargo, analista gráfico CNPI-T da Ágora Investimentos, a análise fundamentalista tem um horizonte de tempo maior. ”Esse preço justo da ação às vezes não está sendo cotado diante de incertezas do cenário”, diz.

Dentro dessa vertente existem muitos tipos de estudos. Os múltiplos das empresas e a relação entre a geração de caixa e o endividamento são alguns exemplos. Cataldo explica que, quanto menor for a relação entre dívida líquida sobre Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), mais a empresa está em ponto interessante de compra na comparação com outras do mesmo setor.

Análise gráfica

Já a análise gráfica é mais focada no curto prazo. Ela é muito utilizada pelos day traders, que observam as variações de preço com intenção de obter a maior rentabilidade no menor espaço de tempo possível. Essa teoria se baseia no preço e nos volumes negociados.

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Segundo Camargo, esse tipo de análise consegue identificar o comportamento humano e não é só uma avaliação do histórico de preços. ”O investidor pode ver como as pessoas se comportam em momentos de euforia e pânico”, diz.

Desde que foi criada, no século XVIII, a análise gráfica estuda os padrões que permitem antecipar se os preços vão subir, cair ou continuar estáveis. Dominar essa metodologia pode ser o diferencial entre o lucro e o prejuízo nos investimentos.

A análise gráfica aponta quatro fases cíclicas de uma ação, conforme explica Camargo:

  • Acumulação – Quando o papel se mantém estável ou, no jargão financeiro, andando de lado;
  • Alta moderada – Quando o preço começa a subir;
  • Euforia – Fase de alta vertiginosa;
  • Distribuição – Quando o papel a andar de lado e não tem tanta força para subir.

Como essas metodologias se complementam?

Segundo os especialistas, as análises fundamentalista e técnica devem ser utilizadas em conjunto. De acordo com Camargo, a primeira acaba sendo combustível para a segunda. ”A análise fundamentalista, no final das contas, movimenta os preços, só que a gráfica consegue identificar esses movimentos”, explica.

Camargo dá o seguinte exemplo: imagine um analista que acompanha os fundamentos da Petrobras (PETR4) e chega à conclusão de que o papel vai subir devido ao aumento na produção da empresa. Então, ele dispara um relatório para o mercado apontando o preço justo da ação e os investidores entendem que é um bom momento para comprar. Dessa forma, começa um movimento de alta no preço do papel, que logo se reflete nos gráficos.

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O especialista ainda explica como mesclar as duas técnicas para obter melhores resultados. “Vamos supor que o investidor de longo prazo comprou uma ação baseando-se na vertente fundamentalista. Em vez de esperar o preço-alvo se concretizar, ele pode usar análise gráfica para fazer várias entradas e saídas dessa ação com o objetivo maximizar seus lucros”, conclui.

Mas Camargo avisa que fazer vários movimentos de entrada e saída pode sair mais caro para o investidor, tendo em vista que é possível haver maior incidência de taxas e impostos ao realizar essas operações. Como se trata do mercado de renda variável, não há garantias de que as tendências irão se concretizar.

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