• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Entenda a proposta do Código Civil que proíbe aluguéis de curta temporada

A discussão pode impactar financeiramente diversos de anfitriões e trabalhadores que dependem dessa renda

Foto para bio Camila Lutfi
Por Camila Lutfi

16/09/2024 | 16:20 Atualização: 16/09/2024 | 16:22

Qual é a mudança no Código Civil que pode afetar os rendimentos de aluguéis de temporada curta? Imagem: Adobe Stock
Qual é a mudança no Código Civil que pode afetar os rendimentos de aluguéis de temporada curta? Imagem: Adobe Stock

Os aluguéis de curta temporada podem ser proibidos caso uma nova proposta de revisão do Código Civil seja aprovada. O texto ainda está em análise do Senado, como foi mostrado nesta reportagem do Estadão, e não é possível prever quando a mudança poderá ser aplicada. A discussão deve impactar muitos investidores e trabalhadores que vivem dessa renda, mas é necessário entender qual é a proposta antes de pensar nas consequências.

Leia mais:
  • Vilão ou injustiçado? Como o Airbnb aumenta o preço dos aluguéis
  • Usucapião de imóveis: como comprovar a posse e se tornar proprietário?
  • Dá para comprar a casa própria juntando dinheiro por 5 ou 10 anos?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O Artigo 1.336, com acréscimo do parágrafo 1º, exige que, nos condomínios residenciais, aqueles que usam seu imóvel para fins de hospedagem atípica – ou seja, aluguéis aleatórios e de períodos inferiores a 30 dias – podem continuar com a locação apenas com autorização expressa dos demais moradores, que deve ser votado em assembleia.

A discussão sobre uma modificação nesses aluguéis já existe há algum tempo, mas para Rafael Marinangelo, pós-doutor pela Faculdade de Direito da USP e especialista em Direito Civil, essa atualização do Código propõe um entendimento mais preciso sobre o tema para não deixar as decisões sujeitas a “interpretações diversas nos tribunais”.

  • Usa Airbnb? Proposta de mudança no Código Civil pode aumentar custos para donos e hóspedes

No entanto, existe a Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/91), que permite a locação por temporada curta de 1 a 90 dias, o que entra em conflito com a nova proposição. Nesse caso, Marinangelo defende que a mudança surge da necessidade de uma nova regulamentação para esse tipo de hospedagem, pois o aluguel por temporada possui a idealização de um contato mais próximo com o inquilino.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Essa hospedagem tem características próprias: as pessoas ficam pouco tempo, os contratos sequenciais ocorrem um atrás do outro. Em condomínios residenciais isso gera atritos, pois alguns desses inquilinos [de hospedagem atípica] podem ter comportamentos adversos dos residentes”, explica o advogado.

O Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação ou Administração de Imóveis Residenciais ou Comerciais (Secovi), por sua vez, defende que os dois conceitos funcionam da mesma forma na prática, não fazendo sentido serem separados.

Porém, o diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP , Jaques Bushatsky, alerta que “se o entra e sai de ‘hóspedes’ prejudicar o sossego, a salubridade ou a saúde de alguém, previstos em lei e que precisam ser preservados, temos um problema”, afirma Bushatsky.

  • Leia Também: Anfitriões de plataformas como Airbnb estão na mira da Receita Federal; entenda

Já a Associação de Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (AABIC-SP) revela que a grande maioria das convenções residenciais define o uso dos edifícios como estritamente residencial, o que, na visão da entidade, exclui a hospedagem de curto prazo, pois não se caracteriza como residência.

“Este é o principal argumento para os condomínios que desejam vetar a hospedagem, acrescido das questões de segurança, uso das áreas comuns, rotatividade e ocupação por muitos pessoas, entre outros. Por outro lado, os proprietários costumam valorizar o direito de propriedade e o uso e fruição livre de sua unidade, contestando as eventuais regras criadas pelos condomínios”, comenta Omar Anauate, presidente da AABIC.

Publicidade

O presidente da associação acredita que a regulamentação ideal nesse caso seria definir o uso original dos edifícios e a decisão interna dos condôminos-proprietários. Ao mesmo tempo, ela deveria permitir que novos empreendimentos – e edifícios – possam oferecer alternativas para a exploração comercial das unidades e atender a essa demanda de hospedagem atípica.

O que dizem as plataformas de aluguéis?

O Booking.com afirmou ao E-Investidor que está comprometido a operar de acordo com as legislações de cada mercado que a empresa está presente. “Ao redor do mundo, estamos monitorando discussões em torno de aluguéis de curta temporada, avaliando as implicações de possíveis novas leis e nos adaptando a mudanças de legislação sobre o tema. Além disso, todas as propriedades que estão na Booking.com assinaram um contrato no qual confirmaram que seguem todas as legislações locais e estão devidamente aptas para receber e hospedar os viajantes com segurança”, afirmou a empresa, em nota.

O Airbnb, por sua vez, reitera que o aluguel por temporada no Brasil é legal, expressamente previsto na Lei do Inquilinato. “Proibir ou restringir a locação por temporada viola o direito constitucional de propriedade de quem aluga o seu imóvel”, afirma em nota.

  • Vilão ou injustiçado? Como o Airbnb aumenta o preço dos aluguéis

“A empresa tem um histórico de trabalho com governos de todo o mundo para estabelecer boas políticas, compartilhar boas práticas, realizar parcerias para impulsionar o turismo e participar de debates que contribuam para melhorar o ambiente de negócios, inclusive no Brasil”, ressalta a empresa.

“O Airbnb está comprometido a apoiar o crescimento econômico no Brasil, ajudando proprietários de imóveis a obterem renda extra ao se tornarem anfitriões na plataforma, participando ativamente da economia do turismo com praticidade e segurança”, completa.

A nova proposta para aluguéis de curta temporada surge de uma discussão antiga sobre uma melhor forma de regulamentação desse formato de locação. Para entender as possíveis consequências financeiras da sua aprovação, confira esta reportagem.

Publicidade

*Colaborou: Janize Colaço

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Airbnb
  • aluguel
  • Booking
  • Conteúdo E-Investidor
  • Imóveis
Cotações
27/01/2026 7h38 (delay 15min)
Câmbio
27/01/2026 7h38 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Buffett e Bloomberg dão o mesmo conselho à Geração Z — e ele não é ganhar mais

  • 2

    Após sequência de recordes, Ibovespa hoje fecha em leve queda à espera do Copom e Fed

  • 3

    Viver de renda não é imediatismo: veja o que muda (e o que não muda) na estratégia em 2026

  • 4

    Dólar na contramão de ouro, prata e petróleo: o que as cotações indicam ao investidor

  • 5

    Bitcoin se recupera em meio a cautela fiscal no Japão e incertezas nos EUA

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 3 requisitos para receber o Pé-de-Meia Licenciaturas em 2026
Logo E-Investidor
3 requisitos para receber o Pé-de-Meia Licenciaturas em 2026
Imagem principal sobre o Certidão do FGTS: entenda o que é o documento
Logo E-Investidor
Certidão do FGTS: entenda o que é o documento
Imagem principal sobre o Certidão do FGTS: para que serve o documento de regularidade?
Logo E-Investidor
Certidão do FGTS: para que serve o documento de regularidade?
Imagem principal sobre o IPTU 2026: saiba como apostados podem solicitar a isenção em SP
Logo E-Investidor
IPTU 2026: saiba como apostados podem solicitar a isenção em SP
Imagem principal sobre o IPTU 2026: 4 regras para aposentados serem isentos do IPTU em São Paulo
Logo E-Investidor
IPTU 2026: 4 regras para aposentados serem isentos do IPTU em São Paulo
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quais frequências escolares precisam ser cumpridas por mês?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quais frequências escolares precisam ser cumpridas por mês?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (26)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (26)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como ocorre o monitoramento da frequência escolar no ano letivo?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como ocorre o monitoramento da frequência escolar no ano letivo?
Últimas: Educação Financeira
BBB 2026: quanto renderia o prêmio milionário e como chegar a esse valor investindo?
Educação Financeira
BBB 2026: quanto renderia o prêmio milionário e como chegar a esse valor investindo?

Simulações mostram o esforço mensal necessário para acumular R$ 5 milhões sem ganhar o reality e quanto tempo levaria para gastar o prêmio total

25/01/2026 | 06h30 | Por Camilly Rosaboni
Como investir em CDBs com segurança após casos Master e Will Bank: liquidez, Basileia, rating e sinais de alerta
Educação Financeira
Como investir em CDBs com segurança após casos Master e Will Bank: liquidez, Basileia, rating e sinais de alerta

Casos do Banco Master e do Will Bank mostram que FGC e liquidez diária não substituem análise de solidez, governança e modelo de negócio

22/01/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Liquidação do Will Bank perdoa dívidas de cartão de crédito e empréstimos?
Educação Financeira
Liquidação do Will Bank perdoa dívidas de cartão de crédito e empréstimos?

Encerramento das operações do banco digital trouxe dúvidas entre os clientes quanto aos pagamentos de dívidas; veja o que acontece a partir de agora

21/01/2026 | 14h40 | Por Daniel Rocha
Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?
Educação Financeira
Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

Decisões do BC e Mastercard interrompem serviços da fintech; especialistas explicam como ficam faturas, Pix e dinheiro em conta

21/01/2026 | 13h22 | Por Camilly Rosaboni

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador