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Investimentos

China frustra recuperação da Vale (VALE3). O que esperar do 2º semestre?

Mineradora acumula quedas na Bolsa; e cenário seguirá desafiador com retomada lenta da atividade na China

Por Luíza Lanza

22/06/2023 | 9:35 Atualização: 22/06/2023 | 16:59

Ações da mineradora têm leve alta em junho, mas ainda caem em 2023. Fonte: rafapress/Shutterstock
Ações da mineradora têm leve alta em junho, mas ainda caem em 2023. Fonte: rafapress/Shutterstock

Depois de quatro meses seguidos caindo na Bolsa, a ação de maior peso do Ibovespa está conseguindo arrancar um leve desempenho positivo em junho. Até o fechamento desta quarta-feira (21), a Vale (VALE3) acumulava uma valorização mensal de 4,89%, cotada a R$ 66,93.

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Como mostramos nesta reportagem, as ações da mineradora vinham passando maus bocados. Nos últimos quatro meses, a VALE3 acumulou quedas mensais de 9,72%, 3,83%, 9,80% e 10,77%, respectivamente.

Mas o humor do mercado tinha começado diferente para a mineradora em junho. “Tivemos um desempenho mais favorável dos preços do minério, muito por conta da expectativa do mercado perante novos estímulos do governo chinês para aquecer a economia da China, principalmente o setor imobiliário”, explica Pedro Canto, analista CNPI da CM Capital.

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Apoiado em uma expectativa de demanda maior, o preço do minério de ferro em Singapura sobe cerca 12% em junho; o que acabou impulsionando as ações da Vale na B3.

Não dá para dizer, no entanto, que esse bom humor veio para ficar. Nos últimos dois pregões, da terça (20) e da quarta-feira (21), a VALE3 caiu 2,58% e 1,01% – devolvendo boa parte da valorização que havia conseguido acumular em junho.

As baixas aconteceram depois que o banco central chinês (PBoC) reduziu as principais taxas de juros do país em 10 pontos-base, abaixo do que esperavam alguns economistas e analistas. O receio é que o corte pode não ser suficiente para reaquecer a atividade por lá.

“O mercado se frustrou com os ‘supostos’ estímulos que o governo chinês iria implantar na economia, interpretando como insuficientes. Assim, o mesmo motivo de euforia que puxou o minério e as ações da Vale virou motivo de frustração e empurrou as cotações para baixo”, diz Canto, da CM Capital.

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No ano, as ações da mineradora acumulam uma queda de 23,04%.

O que esperar do 2º semestre

As perspectivas para a mineradora brasileira no segundo semestre ainda seguem negativas. Segundo os especialistas, a ligeira melhora no desempenho da VALE3 em junho pode ser apenas um repique, e não necessariamente uma virada de chave para a companhia.

Flávio Conde, analista de ações da Levante Ideias de Investimentos, pontua que uma recuperação das ações da mineradora depende sobretudo de maiores valorizações do preço do minério de ferro. Uma alta que, por sua vez, depende muito da recuperação da economia chinesa – e é aí que está a principal dificuldade.

“O crescimento econômico da China desacelerou”, destaca. “Para a economia realmente subir por lá teria que voltar para um nível de 4,5% e 5%; aí sim teria uma demanda maior por bens duráveis, com isso as siderúrgicas venderiam mais aço e, portanto, comprariam mais minério de ferro”, explica Conde.

Nos últimos dias, bancos globais cortaram suas projeções para o crescimento chinês em 2023, com receios de que os surtos da covid-19 e a abordagem do governo local para conter o vírus ainda pesam sobre a atividade do país. O Bank of America, por exemplo, reduziu sua previsão de 4,8% para 4,2% de crescimento anual; enquanto o UBS cortou a projeção de 5% a 4,2%.

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A meta oficial da China, posta ao final de 2022, previa um aumento de 5,5% no Produto Interno Bruto (PIB) para 2023.

Com incertezas sobre o crescimento da economia chinesa ainda em jogo, a tendência é que a Vale tenha um resultado anual em 2023 inferior aos períodos anteriores – até porque os últimos dois anos foram bastante positivos para a mineradora. Como mostramos nessa reportagem, os lucros anuais conquistados pela Vale em 2021 e 2022 estão entre os 5 maiores resultados da história da Bolsa brasileira

“Com a economia global enfraquecida, as commodities vêm passando por um momento ruim”, diz Pedro Canto, analista CNPI da CM Capital. “Uma melhora da demanda chinesa, caso o Governo consiga estimular a economia, além de uma desaceleração da inflação mais rápida do que o esperado em outras economias centrais seria benéfico, mas, até o momento, não parece ser o caso.”

Sem maiores gatilhos para reverter essa tendência mais “morna” para as commodities, o preço do minério de ferro deve continuar perto dos patamares atuais. Um cenário que faz analistas esperarem receitas menores para a Vale em 2023.

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“Olhando a média trimestral, é de se esperar lucros menores e, consequentemente, menores dividendos aos acionistas”, afirma Leandro Petrokas, diretor de research, mestre em finanças e sócio da Quantzed, casa de análise e empresa de tecnologia e educação para investidores.

Vale comprar?

Ainda assim, há quem esteja vendo a baixa nos preços da VALE3 como uma oportunidade de entrada nos papéis. No início do mês, mostramos que a ação da mineradora seguia como uma das mais recomendadas por corretoras, mesmo após os quatro meses consecutivos de queda que já acumulava.

Na Genial Investimentos, por exemplo, a cotação abaixo de R$ 70 é vista como uma oportunidade de entrada, o que fez a corretora alterar a recomendação das ações da Vale de neutra para compra no início de maio. O preço-alvo por papel é de R$ 87,50.

“Negociando a múltiplo EV/EBITDA 3,6x 23E (abaixo do histórico), nos parece uma boa oportunidade de entrada em um ativo de qualidade na geração de caixa, pagador de dividendos, e que deverá sofrer reprecificação de múltiplos para cima, apesar de que sabemos que os investidores talvez tenham que ser pacientes no curtíssimo prazo até o jogo virar”, destacam em relatório Igor Guedes, Lucas Bonventi e Renan Rossi, analistas da corretora.

Em relatório recente, o BTG Pactual também reiterou sua recomendação de compra para VALE3 apesar do cenário mais adverso. Os analistas do banco, Leonardo Correa e Caio Greiner, destacaram que “a administração permanece altamente disciplinada em suas estratégias de alocação de capital (capex de crescimento muito pequeno)”, e esperam que a maior parte do agenda de médio prazo da companhia seja voltada ao retorno de caixa aos acionistas.

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