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Investimentos

Ações de commodities encerram junho no vermelho. Vale a pena investir?

Segundo analistas, Vale, Petrobras e PetroRio são opções interessantes do ponto de vista de diversificação

Por E-Investidor

04/07/2022 | 10:33 Atualização: 04/07/2022 | 10:33

Mercado de commodities sofreu grandes perdas no mês de junho e deixa dúvidas na cabeça do sinvestidores – B3 25/07/2019 REUTERS/Amanda Perobelli
Mercado de commodities sofreu grandes perdas no mês de junho e deixa dúvidas na cabeça do sinvestidores – B3 25/07/2019 REUTERS/Amanda Perobelli

(Isaac de Oliveira, especial para o E-Investidor) – Vermelho como uma plantação de tomates: assim encerrou o mês de junho para as principais ações do setor de commodities que compõem o Ibovespa – índice de referência da Bolsa Brasileira, a B3, na última quinta-feira (30).

Leia mais:
  • BC: Retardo global reduzirá pressão em commodities e bens industriais
  • Fator: A dúvida se o governo vai interferir na Petrobras permanece
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Embora as notícias vindas do exterior apontassem para um possível aumento no preço do petróleo e da demanda por minério de ferro, os papéis relacionados a estas matérias-primas não conseguiram eliminar as perdas mensais.

A Vale (VALE3), por exemplo, empresa com maior participação no Ibovespa, fechou junho em baixa de11,09%. A Bradespar, companhia que investe diretamente na mineradora, registrou queda similar, de 11,69% no mesmo período. A CSN Mineração (CMIN3) despencou ainda mais, caindo 20,08% no acumulado do mês.

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A Petrobras tem a segunda fatia mais expressiva do Ibovespa, quase 11,50%, somando as ações ordinárias (PETR3) – com direito a voto em assembleias – e as preferenciais (PETR4) – sem direito a voto. Em junho, o papel PETR3 recuou 8,18%, enquanto o PETR4 caiu 7,09%. Também do setor petroleiro, a 3R Petroleum (RRRP3) e a PetroRio (PRIO3) mostraram resultados ainda piores, com quedas de 27,90% e 21,44%, respectivamente.

O mesmo aconteceu com outras companhias do mesmo segmento na Bolsa, como proteína animal e celulose, conforme levantamento elaborado por Einar Rivero, com apoio da plataforma TC/Economatica (Veja na tabela abaixo).

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Vale destacar que o cenário negativo do Ibovespa não se restringiu apenas ao setor de commodities. Pelo contrário. Das 93 ações que formam a carteira do índice, que terminou junho com 11,50% de baixa, somente as ações de três empresas registraram alta no acumulado do mês: Eletrobras (ELET6: +12,18%; ELET3: +9,63%), Fleury (FLRY3: +7,38%) e WEG (WEGE3: +4,42%).

O que está acontecendo com as commodities

Apesar do cenário doméstico conturbado, as notícias internacionais elevaram as cotações do petróleo e do minério de ferro no mercado internacional na semana passada, o que levou ações ligadas a essas commodities a surfar altas nas duas primeiras sessões do período.

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O professor Pierre Oberson de Souza, da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), explica que, embora tenham se valorizado em momentos similares, já que ambos se beneficiam com a alta do dólar ante o real, as commodities foram impactadas por fatores distintos. No caso do petróleo, o aumento de preço refletiu a expectativa de redução da oferta após notícias apontarem para a possibilidade de o G7 lançar uma nova ofensiva contra a Rússia.

Na segunda-feira (27), o petróleo WTI para agosto fechou em alta de 1,81%, a US$ 109,57 o barril. Já o Brent para setembro subiu 1,72% (US$ 1,88), a US$ 110,98 o barril. No dia seguinte, o WTI com entrega prevista para agosto avançou 2,00%, a US$ 111,76, enquanto o do Brent para o mês seguinte saltou para 2,54%, a US$ 113,80.

“No curto prazo, o maior veículo de impacto [para o petróleo] foi a Rússia”, observa Souza. “Quando um país tem a sua produção mais restrita e não está conseguindo colocar o petróleo no mercado, diminui a oferta [elevando o preço]”, completa.

Já o minério se valorizou com a expectativa de aumento de demanda após a China – principal parceiro do Brasil nesse mercado – anunciar alívio de restrições contra a covid-19.

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Com isso, o contrato de julho negociado na Bolsa de Cingapura na segunda (27) subiu 5,7%, para US$ 120,60 a tonelada, seu maior valor desde 20 de junho. Na terça (28), o mesmo contrato do ingrediente siderúrgico na Bolsa de Cingapura escalou para 4,1%, chegando aos US$ 124,80 dólares a tonelada.

”O relaxamento dos lockdowns faz com que a China tenha mais movimento, a economia ande mais e o consumo de minério de ferro tende a subir assim como o seu preço também”, diz Souza.

O movimento altista das commodities, contudo, não se sustentou ao longo de toda a semana. Na quarta-feira (29), o barril do Brent com entrega prevista para setembro recuou 1,77%, a US$ 109,78, na Intercontinental Exchange (ICE). Na quinta (30), a queda foi de 3,04% (US$ 109,03). Na sexta (1º), por sua vez, houve uma recuperação e o mesmo contrato do Brent para setembro teve alta de 2,38%, a US$ 111,63 – fechando um avanço semanal de 2,32%.

No caso do minério de ferro, o preço da tonelada do material com teor de 62% negociado em Qingdao, na China, caiu 0,94% (US$ 123,65) na quarta (29) e 2,01% (US$ 121,17) na quinta (30). Em ritmo ainda mais forte, a commodity encerrou a sessão em queda de 5,12% na sexta-feira (1º), negociada a US$ 114,96 a tonelada. No acumulado dos últimos sete dias, o insumo siderúrgico ficou praticamente estável, com baixa de 0,41%, amenizada pela recuperação observada no começo da semana.

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Sobre o atual patamar de preço dessas commodities, o professor da FGV EAESP observa que, embora não haja consenso, a percepção é de que estes estariam em um fim de ciclo de alta, gerado por fatores como a pandemia de covid-19 e a guerra da Rússia na Ucrânia. Se confirmado o fim de ciclo, as cotações tenderão a cair, mas em um intervalo de tempo que ele prefere não estimar. O que contribui para essa possível desvalorização é a expectativa de recessão global de médio a longo prazo, o que poderia gerar a queda na demanda por essas matérias-primas e, consequentemente, dos preços.

É o momento de comprar ações de commodities?

Matheus Jaconeli, analista de investimentos da Nova Futura Investimentos, avalia que papéis como Vale, Petrobras e PetroRio são opções interessantes do ponto de vista de diversificação.

“O momento atual é um ponto de entrada relevante, principalmente se olhar até o final deste ano no Brasil”, diz. “Existe um risco do lado político e fiscal, que pode gerar um pouco de impacto para ações cíclicas, mas as commodities ficam fora disso”, avalia.

Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master, reconhece que as ações de commodities tiveram um papel importante no primeiro semestre de 2022 para a Bolsa brasileira, mas entende que a segunda metade do ano requer cautela.

“Comprar em um pico de rally de commodities é mais arriscado. Existe uma grande chance de desaceleração nos Estados Unidos, com um crescimento próximo de zero. Na Europa também. Isso tende a prejudicar o preço de commodities e, portanto, as ações da bolsa brasileira”, avalia Gala.

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Mesmo que o anúncio de novos estímulos na China sejam positivos para o minério de ferro, o economista-chefe do banco Master entende que a política de covid zero no gigante asiático é um risco permanente.

Embora concorde que o momento parece indicar o pico de preço dessas materiais, Renato Chanes, analista de investimentos da Ágora, avalia que o ciclo está entre o meio e o fim e, portanto, os papéis ainda oferecem oportunidade de entrada, sobretudo pelo preço que estão sendo negociados.

“O mercado parece precificar uma desaceleração muito forte dos preços das commodities, o que não está acontecendo na realidade. Nós concordamos que estes vão cair, até porque é um setor cíclico e as cadeias globais vão se normalizar, mas não será de imediato. Esse olhar é exageradamente pessimista”, diz Chanes.

Para o analista da Ágora, embora haja risco de recessão, ainda existem estímulos que vão demandar essas matérias-primas e deverão ficar em alta ainda no curto prazo.

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“Olhando para o segmento de petróleo, a nossa preferência fica para a 3R Petroleum e não mais com Petrobras. Essa mudança se deve à proximidade da eleição e ao aumento do risco de ingerência política”, aponta Chanes.

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