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Investimentos

Ações do setor de saúde encaram desafios e mercado escolhe as preferidas

No acumulado de 2024, os papéis das empresas operam no vermelho, mas analistas enxergam oportunidades

Por Daniel Rocha

04/04/2024 | 10:06 Atualização: 04/04/2024 | 10:06

As ações do setor de saúde são vistas como "defensivas", mas empresas enfrentam dificuldades operacionais (Foto: Envato Elements)
As ações do setor de saúde são vistas como "defensivas", mas empresas enfrentam dificuldades operacionais (Foto: Envato Elements)

As ações do setor de saúde costumam ser classificadas como “defensivas” por serem uma atividade econômica essencial para a sociedade. A característica traz a ideia de que as empresas são menos suscetíveis aos ciclos econômicos, como o caso do varejo, e, por isso, tendem a atrair os investidores que buscam menos estresse na Bolsa de valores.

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Mas a percepção não traduz a complexidade operacional das companhias do segmento hospitalar que buscam manter boas margens em meio a custos elevados típicos deste setor e pressões regulatórias.

A dinâmica traz desafios até mesmo para o investidor encontrar um papel que ofereça boas oportunidades de investimento. Os resultados operacionais referente ao quarto trimestre de 2023, assim como as ações que operam no negativo no acumulado do ano, mostram bem esse cenário. As empresas Kora Saúde (KRSA3), Rede D´OR (RDOR3), Mater Dei (MATD3), Oncoclínicas (ONCO3), Dasa (DASA3) e o Grupo Hapvida (HAPV3) apresentaram, em algum nível, dificuldade operacional para manter boas margens de lucro.

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Veja o desempenho das ações do segmento hospital em 2024

Ações Retorno em 2024*
Rede D´OR (RDOR3) -12,52%
Hapvida (HAPV3) -13,93%
Mater Dei (MATD3) -34,13%
Kora Saúde (KRSA3) -36,15%
Kora Saúde (ONCO3) -38,00%
Dasa (DASA3) -41,27%
Fonte: Broadcast/Acumulado até o pregão do dia 2 de fevereiro de 2024*

As particularidades do segmento não impedem do mercado ter a sua ação preferida ou reconhecer a evolução operacional de algumas companhias que se destacam como oportunidade de investimento. O Grupo Hapvida (HAPV3) foi o grande eleito nesse sentido. A operadora de saúde reportou um aumento de 6,7% na receita no quarto trimestre de 2023 em comparação ao mesmo período do ano passado. A companhia conseguiu ainda compensar a queda de 3% no número de beneficiários de planos de saúde com a elevação de 11% no ticket médio do serviço.

  • Confira também: Em ano difícil, a recompra de ações pode mudar o jogo da Hapvida (HAPV3)

A redução de 3,6 pontos porcentuais em um ano da sinistralidade também foi bem recebida pelo mercado. As ações reagiram aos números e encerraram o pregão de segunda-feira (1), o primeiro desde a divulgação do balanço, com uma alta de 6,49%, cotado a R$ 3,94.

“A margem do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado (EBITDA ajustada, sigla em inglês) aumentou 5,9 p.p. ano a ano com o resultado das melhorias na sinistralidade e nas despesas. Esperamos que as melhorias na sinistralidade e nas despesas aumentem ainda mais as margens nos próximos trimestres”, informou a XP em relatório que avaliou o resultado como positivo e mantém recomendação de compra para o papel com preço-alvo de R$ 5,70.

O Itaú BBA também avaliou como positivo os avanços operacionais do grupo e deu destaque para a redução de R$ 159 milhões da dívida líquida no trimestre. O banco disse ainda que os resultados movimentam a companhia na direção certa para entregar números ainda melhores em 2024.

“Vemos o Hapvida como uma das melhores opções no setor de saúde do mercado brasileiro”, informou o Itaú BBA que mantém preço-alvo de R$ 6 para o papel. O BTG Pactual também mantém uma recomendação de compra para as ações do Hapvida e enxerga um “upside” (espaço de valorização) de 82,2% até o fim do ano.

Oncoclínica também é a “queridinha” do mercado

A Oncoclínica (ONCO3) também conseguiu conquistar as atenções dos analistas e, assim como o Hapvida, recebeu três recomendações de compra das corretoras e bancos que acompanham o setor. Os aumentos de 14% do Ebitda ajustado e de 18% da receita líquida em apenas um ano foram os principais destaques do balanço apontados pelos analistas que recomendam compra do papel.

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Fernando Henrique Magalhães, analista da Levante Inside Corp, acrescenta também que a estratégia de firmar parcerias para expandir a sua presença no setor oncológico é um diferencial positivo da companhia por ajudá-la a manter o seu ritmo de crescimento.

“A empresa demonstra capacidade de manter um ticket médio resiliente, ajuste nos preços em linha com a inflação e introduz novos medicamentos e tratamentos. Isso reforça a sua proposta de valor em oferecer tratamento de qualidade a mais pacientes”, destaca Magalhães que mantém um preço-alvo de R$ 18 para o papel.

O Itaú BBA também enxerga oportunidades de investimento no papel e estima um potencial de valorização de 183,9% em 2024. Mas o banco possui algumas ponderações em relação aos resultados do quarto trimestre. Segundo os analistas do Itaú, a companhia apresentou uma deterioração significativa no capital de juros que trouxe impactos na geração de fluxo de caixa durante o trimestre, mas ainda se mostrou ser um negócio resiliente.

“Os números de lucros e perdas ficaram em grande parte em linha com as nossas expectativas, com quase todos os números (exceto o OpEx – capital voltado para a manutenção de bens – superior ao esperado no quarto trimestre) indicando um forte crescimento do lucro líquido em 2024”, escreveram Vinicius Figueiredo, Lucca Generali Marquezini e Felipe Amancio, analistas do Itaú, em relatório.

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Já o Goldman Saches destaca o consumo de caixa de R$ 383 milhões como um resultado decepcionante, mas os fundamentos, classificados como sólidos, da empresa e perspectivas de consolidação reafirmaram a recomendação de compra das ações. O preço-alvo estimado pelo banco foi de R$ R$15. Na prática, esse valor representa um espaço de valorização de 89,3%.

 

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