• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como a alta da Selic afeta os investimentos no setor imobiliário

Como os fundos imobiliários e o financiamento de imóveis são impactados pela alta na taxa de juros

Por Rebeca Soares

06/08/2021 | 9:34 Atualização: 06/08/2021 | 10:39

(Foto: Evanto Elements)
(Foto: Evanto Elements)

Na quarta-feira (4), o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica de juros Selic para 5,25%. Com a escalada do indicador, as condições de compra e venda do setor imobiliário também são impactadas.

Leia mais:
  • Selic: Pós-fixado é melhor para o investidor, diz Fabio Gallo
  • As ações que perdem com a alta dos preços de materiais de construção
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Enquanto os financiamentos foram beneficiados com os juros baixos no meio do ano passado até o início de 2021, o cenário passa a enfrentar maiores desafios com o crescimento da taxa. A Selic é uma ferramenta do Banco Central com o objetivo de equilibrar a inflação no País.

Quando a taxa de juros está baixa, muitos brasileiros aproveitam para financiar imóveis por conta do menor custo de crédito cobrado pelos bancos. Foi o que aconteceu de agosto de 2020 a janeiro de 2021, quando a Selic estacionou em a 2%, menor taxa já registrada da história. Para o fim deste ano, o  Banco Central projeta que a taxa chegue a 7%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Quando a Selic sobe, o mercado pode ficar mais cauteloso quanto às vantagens de aplicações no setor imobiliário, já que os investimentos em renda fixa se tornam mais atrativos. Como a expectativa é que a Selic estabilize nos 7%, a alta segue no radar dos investidores.

“Cada vez que a Selic sobe, o mercado imobiliário puxa um pouco do freio de mão”, é como explica Rodrigo Assumpção, planejador financeiro CFP pela Associação Brasileira de Planejadores Financeiros (Planejar). “Mas ainda não é momento de estacionar”, complementa.  Para Assunção, o histórico brasileiro mostra que o País já enfrentou números altos. “Enquanto o número não chega aos dois dígitos, não há preocupação”, diz.

O planejador ainda explica que o custo de crédito fica mais alto no curto prazo, o que faz investidores preferirem outros ativos de renda fixa relacionados à Selic, como aplicação no CDI.

Leia também: Como ficam os investimentos de renda fixa com a Selic a 5,25%

Publicidade

Por outro lado, no longo prazo, espera-se que a taxa fique estável aos 7%. “Em relação ao crédito para o mercado imobiliário, [a taxa a 7%] não é tão atrativa quanto os 2%, mas é bem melhor que o histórico de juros elevado que o País carrega”, destaca Assumpção.

A elevada dependência do crédito no País é a causa da correlação intrínseca entre a atividade imobiliária e a taxa de juros do país. “Com o aumento da taxa de juros, principalmente a taxa de juros longa, vemos um impacto direto no financiamento, principalmente por conta do affordability, ou seja, poder de compra”, afirma Daronco.

Fundos Imobiliários

Os Fundos Imobiliários (FII) também entraram nos holofotes do primeiro semestre deste ano, com emissão recorde durante o período. Os FIIs captaram R$ 26,8 bilhões de janeiro a junho de 2021, alta de quase 45% em relação ao mesmo período de 2020.

Para analistas do setor, mesmo que a alta dos juros afete o setor imobiliário, os FII devem continuar crescendo. Especialmente os fundos ligados a shoppings e lajes corporativas, com o retorno completo das atividades presenciais.

Segundo João Freitas, analista da Toro Investimentos, é importante ter olhos para a taxa de juros a longo prazo e não para a Selic vigente. “Consideramos como investimento de longo prazo, mas sabemos que a renda fixa fica mais atrativa por oferecer prêmio maior e com menor risco para os investidores”, diz.

Publicidade

Por outro lado, segundo Freitas, olhando para os FII de papéis, que funcionam como títulos de renda fixa (LCI e CRI), os benefícios podem ser mais atraente por serem atrelados aos juros.

Construtoras

Outra classe de ativos do setor imobiliário afetada com a Selic são as ações das empresas do ramo de construção civil. Em julho, o custo de material de construção aumentou mais de 32%, maior variação desde o surgimento do Real.

“Acredito que o aumento dos juros possa impactar de certa forma a atividade da construção civil, porém estou otimista para certos segmentos, principalmente tendo em vista que nunca vivemos longos períodos de taxa de juros baixa e controlada”, aponta João Daronco.

Ele complementa que é possível ver uma pressão nas vendas de novas obras por conta da elevada demanda. O setor deve continuar sendo beneficiado até o fim deste ano.

Leia também: As ações que perdem com a alta dos preços de materiais de construção

Financiamento

Renato Caporrino, CEO e fundador da ATTA Franchising, empresa de crédito imobiliário, explica que os financiamentos pós-fixados podem mudar em situações como a atual, o aumento acelerado da Selic. É por conta dessa relação que os financiamentos de imóveis podem ser menos atrativos com a taxa de juros mais alta.

Publicidade

Segundo Caporrino, mesmo que as expectativas sejam de aumento, este é um momento propício para financiamentos de imóveis, uma vez que as taxas ainda são consideradas baixas. “Entretanto, é importante reconhecer que o valor do crédito imobiliário”, afirma.

De acordo com Bruno Pardo, gerente de vendas e relacionamento da GT Building, ressalta que a projeção para os próximos dozes meses ainda é de uma taxa com um dígito, o que mantém os financiamentos atrativos. “O aumento da Selic afeta mais a especulação do que o mercado em sim, quando avaliamos fazer um financiamentou ou não, é importante avaliar a perenidade dos indicadores”, explica.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • construção civil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crédito
  • FII
  • Imóveis
  • Juros
  • Taxa Selic
Cotações
25/02/2026 5h26 (delay 15min)
Câmbio
25/02/2026 5h26 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde com tarifas de Trump no radar e impulso de Vale e Petrobras

  • 2

    Bitcoin hoje a US$ 65 mil testa investidores em meio à volatilidade: “Mercado não espera consenso para vender”, diz Fabrício Tota

  • 3

    Crise no BRB muda a percepção de risco e traz alerta para investidores; veja o que fazer

  • 4

    Existe um custo invisível nas compras em dólar; descubra os cartões que escapam dele

  • 5

    Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Logo E-Investidor
INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: nascidos em fevereiro ainda podem retirar o saldo em 2026?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: nascidos em fevereiro ainda podem retirar o saldo em 2026?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: veja onde solicitar o benefício e quem ainda pode sacar em fevereiro
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: veja onde solicitar o benefício e quem ainda pode sacar em fevereiro
Imagem principal sobre o PREVBarco: como funciona a prestação de serviços?
Logo E-Investidor
PREVBarco: como funciona a prestação de serviços?
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos pacotes para os três dias?
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos pacotes para os três dias?
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos ingressos VIP?
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos ingressos VIP?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: entenda o valor do benefício em 2026
Logo E-Investidor
Bolsa Família: entenda o valor do benefício em 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Últimas: Investimentos
JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo
Investimentos
JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo

BDR do ETF ativo JEPI amplia acesso local a estratégia que combina ações americanas e geração de renda com derivativos

24/02/2026 | 09h36 | Por Isabela Ortiz
Isa Energia, Taesa e Axia: quem sustenta dividendos na nova safra de balanços
Investimentos
Isa Energia, Taesa e Axia: quem sustenta dividendos na nova safra de balanços

Com ações mais caras e dívida em alta, dividend yield das elétricas perde fôlego e não supera 9% em 2026; veja quem surpreende e quem decepciona

24/02/2026 | 09h30 | Por Katherine Rivas
Telefônica Brasil (VIVT3) supera estimativas no 4T25 e forte geração de caixa anima o mercado; o que fazer com as ações?
Investimentos
Telefônica Brasil (VIVT3) supera estimativas no 4T25 e forte geração de caixa anima o mercado; o que fazer com as ações?

Lucro e Ebitda vêm acima das projeções, móvel lidera crescimento e programa de recompra reforça sinalização ao investidor

23/02/2026 | 20h33 | Por Murilo Melo
Confira as ações mais afetadas na Bolsa brasileira após novo anúncio de Trump sobre tarifas
Investimentos
Confira as ações mais afetadas na Bolsa brasileira após novo anúncio de Trump sobre tarifas

Após a Corte limitar o uso de tarifas unilaterais, presidente dos EUA eleva alíquota para 15%

23/02/2026 | 14h17 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador