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Investimentos

Bancos e corretoras correm para atrair investidores do Master e Will Bank ressarcidos pelo FGC; veja opções

Cerca de R$ 40,6 bilhões devem voltar ao mercado e as instituições estão preparando a prateleira de produtos para manter o dinheiro dentro de casa; o E-Investidor apurou ao menos seis campanhas em vigor

Por Isabela Ortiz e  Luíza Lanza 

22/01/2026 | 8:57 Atualização: 22/01/2026 | 9:29

FGC. Foto: Adobe Stock
FGC. Foto: Adobe Stock

O início do pagamento das garantias do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) referentes ao caso Banco Master dará uma injeção de liquidez no mercado. Não à toa: são cerca de 800 mil credores, com investimentos que somam R$ 40,6 bilhões e devem voltar aos bancos e corretoras agora que o ressarcimento dos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) emitidos pelo banco de Daniel Vorcaro começou. E as instituições estão preparando as prateleiras de produtos para disputar esse fluxo.

Leia mais:
  • Caso Master: as armadilhas ao investir o dinheiro do FGC e como evitá-las
  • Onde investir o ressarcimento do FGC dos CDBs do Master: opções seguras e rentáveis
  • Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor
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O Master teve a liquidação extrajudicial em novembro de 2025. Desde então, os mais de R$ 40 bi estiveram “parados”, aguardando que o liquidante do banco repassasse ao FGC a relação completa de credores. Depois de dois meses, o pagamento de investidores foi iniciado no último sábado (17).

A janela de liquidez fez bancos e corretoras se movimentarem. A XP Investimentos, quem mais distribuiu CDBs do Master, fez a emissão de um título próprio com taxa prefixada de 15,2% ao ano e vencimento em abril de 2026. Os ativos têm como objetivo captar parte dos recursos que voltarão à corretora com o pagamento do FGC, confirmou a empresa.

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O BTG Pactual, outro protagonista da distribuição dos títulos do Master, fez um lançamento parecido. Um CDB prefixado a 15,0% ao ano com vencimento também em apenas três meses. O ativo faz parte da campanha BTG Performance Week e só está disponível para quem abrir uma conta no banco ao longo desta semana promocional.

Há pelo menos outros quatro exemplos no mercado. Desde o final do ano passado, o Nubank está com um CDB de 105% do CDI e vencimento de seis meses para “clientes mais engajados”, respondeu o banco.

Já o Safra está ofertando uma Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), isenta de Imposto de Renda, que rende 96% do CDI. O E-Investidor apurou que o Itaú também está emitindo títulos de renda fixa pensando nos recursos que virão do FGC. Procuradas, as duas instituições não comentaram.

Em uma estratégia um pouco diferente, o Santander lançou uma campanha promocional junto ao Esfera, seu programa de pontos. Clientes que receberem o ressarcimento do FGC pela conta da instituição e investirem um valor mínimo de R$ 25 mil em produtos oferecidos pelo banco vão ganhar 5 mil pontos no Esfera por aporte desse valor. Ou seja: quem investir R$ 25 mil ganha 5 mil pontos, quem investir R$ 50 mil ganha 10 mil pontos e por aí vai; até o limite de 50 mil pontos por CPF.

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A campanha começou na segunda-feira (19), primeiro dia útil após o anúncio do FGC de que começaria a honrar as garantias do caso Master. E vai até o final de janeiro de 2026. No site do banco há inclusive um passo a passo indicando como cadastrar o Santander como a instituição bancária no aplicativo do FGC.

O dinheiro pode mudar de destino; e nenhum banco quer perdê-lo

Embora com formatos distintos, todas as campanhas partem do mesmo diagnóstico de que há um contingente relevante de investidores recém-ressarcidos, com dinheiro em caixa e perfil mais conservador após um evento de estresse e disposição para realocar recursos em instituições consideradas mais sólidas. As estratégias têm pontos em comum claros. O foco está em produtos bancários tradicionais, como CDBs, todos cobertos pelo FGC, sem exposição a ativos de maior risco, uma escolha coerente com o momento emocional do investidor, que acabou de atravessar a liquidação de um banco.

Ao fazer o cadastro no aplicativo do FGC para receber as garantias, os investidores indicam a conta bancária em que querer receber os valores, que não precisa ser necessariamente da instituição por onde o investimento foi realizado. Isso significa que uma pessoa que comprou um CDB do Master pela XP poderia receber o dinheiro no BTG, por exemplo.

Por isso, as instituições estão na corrida para oferecer melhores opções, ainda que algumas sejam focadas no curto prazo. Lucas Sharau, sócio do iHub, observa que não se trata de uma captação pontual, mas de uma estratégia mais ampla de relacionamento. Os três meses funcionam como um estacionamento temporário de capital, criando as condições para que, depois, esse dinheiro seja reposicionado dentro da própria instituição.

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Mas o objetivo não é só capturar dinheiro novo, mas manter dentro de casa aquele que já havia sido captado. No geral, esses recursos têm mesmo pouca “flexibilidade”, explicou um especialista ouvido pela reportagem. Salvo algumas exceções, o investidor costuma receber o dinheiro na mesma instituição em que investiu e prefere reinvestir em ativos semelhantes – outros CDBs, títulos isentos de renda fixa.

Cuidados na hora de reinvestir

Os episódios envolvendo o Master e o Will Bank podem deixar alguns investidores ainda mais conservadores. No limite, o estresse gerado pela intervenção do BC nas instituições, o tempo com o dinheiro parado sem correção de inflação ou juros e toda a espera pelo ressarcimento do FGC podem se tornar uma lição de educação financeira. Idealmente, deveria fazer o mercado amadurecer em relação à forma como os ativos são distribuídos hoje, à busca por retornos acima de qualquer cuidado por parte do investidor, até mesmo quanto às regras do FGC.

Como mostramos aqui, há uma pressão para que o segurador altere as garantias, podendo, entre outras soluções, ressarcir apenas o principal investido.

Da parte dos investidores, também é preciso ter cuidado na seleção do destino do dinheiro restituído. A recomendação é unânime entre os especialistas: não olhar apenas para as taxas dos produtos financeiros. O investidor também deve observar o risco implícito nos papéis, além de procurar seguir os limites de cobertura do FGC e diversificar emissores.

Com a taxa Selic em 15,0% ao ano, é possível encontrar ativos conservadores, como o Tesouro Selic, de risco soberano, e rendimento de dois dígitos. É um benefício do momento atual de juros no País, não é preciso adicionar muito risco na carteira para conseguir bons retornos.

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O Tesouro Selic pode ajudar, por exemplo, a reconstruir a reserva de emergência (dinheiro de fácil acesso para imprevistos), após o trauma com o Master e o Will. Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos, também vê o Tesouro IPCA+ como uma boa opção, principalmente os títulos com vencimentos mais longos, como os de 2029 e 2040, que oferecem taxas atrativas e proteção contra a inflação.

“O investidor precisa entender seus objetivos, perfil de risco e o prazo durante o qual está disposto a abrir mão desses recursos”, orienta.

Os CDBs também continuam sendo boas opções, especialmente neste momento em que unem juros altos e as campanhas promocionais dos bancos. Mas é preciso ter cuidado com o emissor – e manter a aplicação sempre dentro do limite do FGC de R$ 250 mil, incluindo os rendimentos.

Otávio Araújo, consultor sênior da Zero Markets Brasil, destaca a importância de levar em consideração fatores como prazo e liquidez, “casando” o vencimento do investimento com a necessidade de uso do dinheiro. Vale conferir se o papel tem liquidez diária ou só no vencimento e se há possibilidade de resgate antecipado com deságio ou marcação a mercado.

Na hora de analisar taxas, o consultor recomenda comparar o retorno prometido por um papel com outros de diferentes emissores. “Se o prêmio parecer bom demais, isso pode ser sinal de um risco que não está sendo bem precificado, como ocorreu com parte dos CDBs de bancos médios mais frágeis”, diz. Veja todas as recomendações nesta outra reportagem.

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