• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Trump reage à decisão da Suprema Corte e novas tarifas mexem com ações na Bolsa; veja o impacto na B3

Após a Corte limitar o uso de tarifas unilaterais, presidente dos EUA eleva alíquota para 15%

Por Isabela Ortiz

23/02/2026 | 14:17 Atualização: 24/02/2026 | 3:42

Investidores monitoram impactos da nova escalada tarifária dos EUA sobre ações brasileiras, em meio a disputa institucional que pressiona o dólar e altera fluxos globais. (Foto: Adobe Stock)
Investidores monitoram impactos da nova escalada tarifária dos EUA sobre ações brasileiras, em meio a disputa institucional que pressiona o dólar e altera fluxos globais. (Foto: Adobe Stock)

A nova escalada tarifária nos Estados Unidos voltou a mexer com os ativos brasileiros mais expostos ao comércio exterior. Depois de a Suprema Corte dos Estados Unidos formar maioria para derrubar a aplicação unilateral de tarifas com base na IEEPA (Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional), o presidente Donald Trump reagiu rapidamente e anunciou, via Truth Social, a elevação das tarifas globais de 10% para 15%, válidas por até 150 dias.

Leia mais:
  • Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa
  • Bitcoin hoje a US$ 65 mil testa investidores em meio à volatilidade: “Mercado não espera consenso para vender”, diz Fabrício Tota
  • Agenda de dividendos da semana: empresas de energia, papel e combustíveis lideram pagamentos
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A decisão foi tomada por seis votos a três. A maioria dos ministros entendeu que a Constituição americana confere ao Congresso, e não ao Executivo, o poder de instituir impostos, incluindo tarifas. Ao considerar ilegal o uso da IEEPA para esse fim, a Corte impôs um freio institucional relevante. Poucas horas depois, porém, Trump assinou uma ordem executiva com base na Trade Act de 1974 para restabelecer a tributação, agora sob outro fundamento jurídico, reacendendo o embate.

Para a Genial Investimentos, o episódio “alimentou a tese de dólar fraco e despertou apetite por risco em todas as classes de ativos”. Na avaliação da casa, mesmo com a resposta imediata da Casa Branca, o pano de fundo permanece construtivo para emergentes. A leitura é de que a incerteza institucional nos EUA pressiona a moeda americana e favorece fluxos para países como o Brasil.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Segundo Raphael Bulascoschi, analista de inteligência e mercado da StoneX, o movimento atual é o capítulo mais recente de uma trajetória iniciada ainda na campanha eleitoral:

Para Bulascoschi, o julgamento da Suprema Corte reafirmou limites institucionais importantes ao Executivo em matéria comercial, mas não encerra a disputa. A nova base legal também pode ser questionada, prolongando a insegurança jurídica.

Aço e mineração

Nesse cenário, com a taxação de aço e alumínio, o setor siderúrgico voltou ao centro das atenções.

No fechamento desta segunda (23):

  • Gerdau (GGBR4) caiu 0,14% (R$ 21,61). Com operação relevante nos EUA, a empresa possui hedge natural, já que parte expressiva da receita é gerada localmente;
  • CSN (CSNA3) perdeu 0,58 % (R$ 8,53), mais exposta a exportações diretas;
  • Usiminas (USIM5) subiu 1,77% (R$ 6,33);
  • Vale (VALE3) avançou 0,67% (R$ 87,39), refletindo impacto indireto via atividade industrial global.

Mary Elbe Queiroz, presidente do Cenapret, observa que a decisão da Suprema Corte pode gerar inclusive passivos fiscais bilionários ao governo americano, com potencial devolução de até US$ 175 bilhões a importadores. Ao reconhecer que houve invasão de prerrogativas do Congresso, a Corte reforça os princípios da legalidade tributária e da separação de poderes.

Proteína e agronegócio

No setor de proteína:

  • JBS (JBSS32) caiu 1,94% (R$ 83,35);
  • Marfrig (MBRF3) registrou alta de 2,82%, a R$ 19,33.

Ambas têm presença produtiva nos EUA, o que suaviza impactos.

  • A SLC Agrícola (SLCE3) recuou 1,04% (R$ 16,10). Em disputas comerciais entre EUA e China, o Brasil historicamente amplia participação nas exportações de soja.

Julia Viana, analista de planejamento e suporte, destaca que Pequim tem adotado tom conciliador e ampliado compras de soja americana, mas lembra que rearranjos comerciais são comuns em ciclos de tensão tarifária.

Aeronáutica e indústria

A Embraer (EMBJ3) recuava 1,96% (R$ 93,83). Tarifas sobre aeronaves ou componentes impactariam diretamente a competitividade.

Publicidade

Na indústria:

  • WEG (WEGE3) caiu 0,03% (R$ 51,97);
  • Tupy (TUPY3) subiu 1,27% (R$ 12,79).

O mercado diferencia companhias com produção internacional e capacidade de repasse de preços das mais dependentes de exportações diretas.

Dólar mais fraco, fluxo para emergentes e nova precificação de risco

A disputa entre Executivo e Judiciário nos Estados Unidos não afeta apenas o comércio internacional, ela altera a forma como o mercado precifica risco, câmbio e fluxo de capitais. Ao impor limites ao uso unilateral de tarifas e, ao mesmo tempo, assistir à tentativa do governo dos EUA de contornar a decisão por outra base legal, investidores passam a incorporar um prêmio maior de incerteza institucional aos ativos americanos.

Para a Genial Investimentos, esse ambiente reforça a tese de dólar estruturalmente mais fraco. A combinação de ruído político, insegurança jurídica e potencial impacto fiscal (inclusive com a possibilidade de reembolsos bilionários a importadores) tende a pressionar a moeda americana no médio prazo.

Karl Schamotta, da Corpay, avalia que a elevação da tarifa para 15% aumenta a alíquota efetiva de importação, pressionando empresas e consumidores nos EUA. Esse encarecimento pode reduzir dinamismo econômico e, paradoxalmente, enfraquecer o dólar. Ambientes de maior incerteza comercial costumam resultar em períodos adicionais de fraqueza da moeda, explica.

Já Peterson Rizzo, da Multiplike, destaca que a limitação ao poder tarifário unilateral reduz o risco de mudanças abruptas nas regras do jogo. Para ele, previsibilidade jurídica se traduz em maior capacidade de planejamento para exportadores e investidores brasileiros, especialmente em um cenário global ainda marcado por juros elevados e volatilidade.

Publicidade

Na prática, o mercado começa a diferenciar dois vetores simultâneos: no curto prazo, maior oscilação; no médio prazo, possível redirecionamento de fluxo para emergentes. É nessa intersecção entre câmbio, risco institucional e comércio global que a Bolsa brasileira passa a ser novamente observada como destino potencial de capital internacional.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • B3
  • Bolsa de valores
  • Brasil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Donald Trump
  • EUA
  • Ibovespa
  • tarifas de Trump
Cotações
17/04/2026 15h31 (delay 15min)
Câmbio
17/04/2026 15h31 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa ronda os 200 mil pontos: com rali em 2026, é hora de olhar mais para a Bolsa?

  • 2

    Por que o Ibovespa anda em duas direções? Entenda o que mantém o índice em alta enquanto ações locais caem

  • 3

    Cenário é positivo para dividendos da Petrobras, apesar do vaivém do petróleo

  • 4

    O que está por trás do dólar abaixo de R$ 5 e o que esperar do câmbio em 2026, segundo a XP

  • 5

    Carteira favorita do investidor pessoa física rende menos que o Ibovespa em 12 meses

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: veja o período de pagamento no estado de SP em 2026
Imagem principal sobre o Idosos podem ter desconto na conta de luz automaticamente; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos podem ter desconto na conta de luz automaticamente; entenda como funciona
Imagem principal sobre o IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade da restituição?
Logo E-Investidor
IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade da restituição?
Imagem principal sobre o 5 benefícios que idosos podem solicitar sem sair de casa
Logo E-Investidor
5 benefícios que idosos podem solicitar sem sair de casa
Imagem principal sobre o Starlink mini: passo a passo simples para instalar o equipamento
Logo E-Investidor
Starlink mini: passo a passo simples para instalar o equipamento
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na luz? Veja se você tem direito
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na luz? Veja se você tem direito
Imagem principal sobre o O que é a Lei do Superendividamento?
Logo E-Investidor
O que é a Lei do Superendividamento?
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: entenda se é possível renegociar contas atrasadas pelo Procon
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: entenda se é possível renegociar contas atrasadas pelo Procon
Últimas: Investimentos
Petrobras (PETR3; PETR4) aprova R$ 41,2 bilhões em dividendos e plano de R$ 114 bilhões para 2026
Investimentos
Petrobras (PETR3; PETR4) aprova R$ 41,2 bilhões em dividendos e plano de R$ 114 bilhões para 2026

Assembleia valida contas de 2025, mantém foco no pré-sal e confirma pagamento em duas parcelas a partir de maio

17/04/2026 | 12h05 | Por Igor Markevich
Tesouro Direto dispara com Selic alta: veja como aproveitar os juros elevados
Investimentos
Tesouro Direto dispara com Selic alta: veja como aproveitar os juros elevados

Com Selic elevada, títulos públicos como IPCA+ e prefixados pagam prêmios robustos e entram no radar de investidores em busca de renda e proteção

17/04/2026 | 10h13 | Por Isabela Ortiz
Veja quem tem direito ao maior dividendo em 15 meses do FII logístico do BTG
Investimentos
Veja quem tem direito ao maior dividendo em 15 meses do FII logístico do BTG

Fundo logístico pagará R$ 0,81 por cota e aparece nas carteiras recomendadas de XP e EQI Research

17/04/2026 | 09h00 | Por Daniel Rocha
Cenário é positivo para dividendos da Petrobras, apesar do vaivém do petróleo
Investimentos
Cenário é positivo para dividendos da Petrobras, apesar do vaivém do petróleo

Segundo analistas, os dividendos devem ser maiores do que em 2025, no patamar de dois dígitos; vale a pena comprar?

17/04/2026 | 05h30 | Por Katherine Rivas

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador