• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

“Calcanhar de Aquiles do BC é política fiscal expansionista do governo”, diz economista

Marianna Costa avalia que compromisso fiscal será decisivo para o humor do mercado nas eleições de 2026

Por Beatriz Rocha

05/01/2026 | 3:00 Atualização: 05/01/2026 | 17:54

Marianna Costa, economista-chefe da Mirae Asset. Foto: Divulgação/Mirae Asset
Marianna Costa, economista-chefe da Mirae Asset. Foto: Divulgação/Mirae Asset

O ano de 2026 promete ser agitado para os investidores, com uma combinação de fatores decisivos no radar: eleições no Brasil, o início esperado do ciclo de cortes da Selic e a troca no comando do Federal Reserve (Fed). Para Marianna Costa, economista-chefe da Mirae Asset, o período deve ser marcado por juros mais baixos no mundo.

Leia mais:
  • Ibovespa 2026: Safra vê índice perto de 200 mil pontos com juros em queda e eleições no radar
  • Última Super-Quarta do ano vai definir 2026: entenda como Fed e Copom hoje vão mexer nos seus investimentos
  • Ativa prevê Ibovespa entre 133 mil e 203 mil pontos em 2026, dependendo do resultado das eleições
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo a economista, um corte da Selic em janeiro ainda é possível no Brasil, mas o cenário mais provável aponta para março. Ela acredita que a diferença entre uma decisão e outra está no grau de cautela do Banco Central. “Mantidas as condições atuais e com os dados dentro do esperado, março tende a ser o momento escolhido. Para que o corte ocorra já em janeiro, seriam necessárias surpresas positivas, especialmente na inflação, no câmbio ou na atividade econômica”, diz Costa.

Ela avalia ainda que a Selic deve terminar 2026 num patamar ainda restritivo, em torno de 12,5% ao ano. Já para 2027, o cenário depende do resultado das próximas eleições presidenciais e das propostas dos candidatos para a política fiscal.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Nos Estados Unidos, Costa projeta mais um corte de juros em 2026, mas avalia que ele não deve ocorrer em janeiro. A expectativa é que o Fed aguarde novos dados, já que os indicadores do fim de 2025 ficaram distorcidos pela paralisação do governo americano.

E-Investidor – O cenário atual permite cortes mais rápidos da Selic em 2026 ou exige maior cautela do Banco Central?

Marianna Costa – Na economia, já se observamos os efeitos da Selic em 15% na desaceleração da atividade, mas o contraponto é o mercado de trabalho, que ainda está apertado. Há sinal de desaceleração na parte da população ocupada, mas as taxas de desemprego permanecem perto das mínimas. A inflação segue desacelerando, mas continua em patamar alto, com núcleos ainda pressionados, especialmente nos serviços subjacentes.

O “calcanhar de Aquiles” para o Banco Central cortar juros é uma política monetária atuando num ambiente de política físcal mais expansionista. Nesse contexto, o consumo das famílias até desacelera, mas em ritmo mais lento do que seria esperado diante de uma política monetária tão restritiva.

Publicidade

Como o cenário eleitoral pode mexer com a economia no próximo ano e com os investidores?

A eleição traz um fator de incerteza, em função dos planos dos candidatos para a política fiscal a partir de 2027. Se ela seguir expansionista, continuaremos tendo uma política monetária mais restritiva. Ao olhar para a curva de juros, a parte curta da curva tende a cair, já precificando o início de corte da Selic. Mas a parte longa pode seguir pressionada a depender dos sinais que teremos da política fiscal de 2027 para frente. Hoje, as NTN-Bs (Tesouro IPCA+) oferecem prêmios elevados, refletindo as incertezas para os próximos anos. Mantendo esse nível de remuneração, a trajetória da dívida pública tende a se deteriorar gradualmente.

Quais sinalizações dos candidatos na eleição podem agradar o mercado financeiro?

Sinalizações que reforcem a credibilidade de uma política fiscal mais responsável tendem a ser bem recebidas pelo mercado. Será fundamental olhar para o endividamento no médio e longo prazo, de forma a recolocar o Brasil em uma trajetória sustentável da dívida. Isso passa por uma política fiscal mais enxuta, com a discussão sobre corte de gastos no centro do debate.

Publicidade

Quais principais fatores econômicos globais devem ficar no radar dos investidores agora?

O ano de 2026 será marcado por menos taxas de juros no mundo como um todo. A inflação também deve mostrar alguma desaceleração, mas trata-se de uma inflação ainda “grudenta”, que perde força de forma gradual, enquanto mantém características persistentes.

Nos EUA, dois eventos serão importantes: a troca de presidência do Fed e as eleições midterms, que renovam cadeiras na Câmara dos Deputados e em parte do Senado americano. A parte curta da curva de juros tende a cair, refletindo a percepção de um Fed mais suscetível a pressões políticas. Já a parte longa da curva pode reagir aos resultados eleitorais, conforme a vitória ou não de candidatos republicanos.

Após a queda do dólar frente ao real em 2025, o que o investidor pode esperar para o câmbio em 2026?

Publicidade

À medida que os juros recuam nos EUA, o dólar tende a perder valor. Já observamos esse movimento em 2025 e ele deve prevalecer em 2026, sendo um pano de fundo importante para o comportamento do real, ainda que com uma força menor. O câmbio também deve reagir ao cenário eleitoral. Com a proximidade de outubro, o real passará a refletir de forma mais direta o debate fiscal. O fim do ano representa uma grande incógnita, pois dependerá de quem vencer as eleições e do planejamento fiscal do próximo governo.

As tarifas de Donald Trump dominaram o debate do mercado no início do ano, mas perderam tração ao longo dos meses. Esse tema já foi superado?

Os efeitos das tarifas acabaram sendo bem menores do que o inicialmente esperado, tanto sobre a inflação quanto sobre a atividade econômica. No início, a postura dos EUA foi mais truculenta, com a perspectiva de tarifas muito mais elevadas, o que desenhava um cenário adverso. Com o avanço das negociações com diferentes países, as alíquotas foram reduzidas, suavizando os impactos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • 2026
  • Banco Central
  • Conteúdo E-Investidor
  • Eleições
  • Juros
  • Política fiscal
Cotações
05/01/2026 17h57 (delay 15min)
Câmbio
05/01/2026 17h57 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como ganhar R$ 5 mil por mês com o investimento que virou febre do mercado em 2025

  • 2

    Revenda de bolsas de luxo esfria e muda planos da Geração Z; entenda

  • 3

    Antes de cortar gastos em 2026, faça este exercício (ou suas metas financeiras vão fracassar)

  • 4

    Ibovespa hoje bate máxima com otimismo em NY após ataque dos EUA à Venezuela e captura de Maduro

  • 5

    Prisão de Maduro deve derrubar o petróleo e mudar o jogo do setor, dizem XP, Itaú e Genial

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como funciona o calendário escalonado
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como funciona o calendário escalonado
Imagem principal sobre o Confira os feriados da cidade de São Paulo no 2º semestre de 2026
Logo E-Investidor
Confira os feriados da cidade de São Paulo no 2º semestre de 2026
Imagem principal sobre o Saiba quando valores remanescentes do FGTS serão liberados na segunda etapa
Logo E-Investidor
Saiba quando valores remanescentes do FGTS serão liberados na segunda etapa
Imagem principal sobre o Calendário INSS: quem será contemplado pelos pagamentos de 2026?
Logo E-Investidor
Calendário INSS: quem será contemplado pelos pagamentos de 2026?
Imagem principal sobre o Calendário do 1º semestre de feriados em 2026 na cidade de São Paulo
Logo E-Investidor
Calendário do 1º semestre de feriados em 2026 na cidade de São Paulo
Imagem principal sobre o Espírito Santo libera calendário de pagamento do IPVA de 2026; veja aqui as datas
Logo E-Investidor
Espírito Santo libera calendário de pagamento do IPVA de 2026; veja aqui as datas
Imagem principal sobre o Onde consultar o NIS para receber o Bolsa Família?
Logo E-Investidor
Onde consultar o NIS para receber o Bolsa Família?
Imagem principal sobre o Valores remanescentes do FGTS podem ser sacados em fevereiro de 2026; veja datas
Logo E-Investidor
Valores remanescentes do FGTS podem ser sacados em fevereiro de 2026; veja datas
Últimas: Investimentos
Como a invasão dos EUA na Venezuela pode mudar a dinâmica de mercado para a Petrobras?
Investimentos
Como a invasão dos EUA na Venezuela pode mudar a dinâmica de mercado para a Petrobras?

Mercado avalia uma eventual reestruturação do setor petrolífero venezuelano pelos EUA após prisão de Maduro

05/01/2026 | 17h19 | Por Daniel Rocha
Ações de petroleiras caem com risco de excesso de oferta após prisão de Maduro
Investimentos
Ações de petroleiras caem com risco de excesso de oferta após prisão de Maduro

Reprecificação do petróleo pressiona papéis do setor no Brasil, com destaque para maior sensibilidade das independentes a um Brent mais fraco

05/01/2026 | 10h55 | Por Isabela Ortiz
Prisão de Maduro deve derrubar o petróleo e mudar o jogo do setor, dizem XP, Itaú e Genial
Investimentos
Prisão de Maduro deve derrubar o petróleo e mudar o jogo do setor, dizem XP, Itaú e Genial

Operação dos EUA na Venezuela reacende debate sobre excesso de oferta global, enfraquece a Opep e altera estratégias de investimento, com impactos diretos em Petrobras, Prio e Brava

05/01/2026 | 08h51 | Por Isabela Ortiz
Dividendos em 2026: 14 ações protegidas de juros altos, eleições e mais impostos
Investimentos
Dividendos em 2026: 14 ações protegidas de juros altos, eleições e mais impostos

Mesmo sob volatilidade elevada, empresas com receitas perenes podem sustentar retornos de até 11,5% para o investidor

05/01/2026 | 05h30 | Por Katherine Rivas

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador