• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como ficam os investimentos com a Selic a 11,25% ao ano

Entenda os impactos da nova alta de juros, a segunda no governo Lula, nos produtos de renda fixa

Por Jenne Andrade

06/11/2024 | 18:35 Atualização: 06/11/2024 | 19:09

Taxa básica de juros Selic pode continuar subindo em 2024 (Foto: Adobe Stock)
Taxa básica de juros Selic pode continuar subindo em 2024 (Foto: Adobe Stock)

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (6) subir a taxa básica de juros Selic em 0,5 ponto porcentual, para 11,25% ao ano. Esta é a segunda elevação feita no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – e não deve ser a última. De acordo com o Boletim Focus, relatório que reúne projeções do mercado sobre dados macroeconômicos, a Selic deve chegar a dezembro em 11,75% ano. Ou seja, com mais 0,5 ponto porcentual de alta.

Leia mais:
  • Quanto rendem os R$ 127 milhões da Mega-Sena no Tesouro Direto?
  • Renda fixa para novembro une rentabilidade e segurança
  • Renda fixa X poupança: qual é melhor investir R$ 10 mil em 5 anos?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Esse cenário representa uma grande virada em relação à conjuntura esperada em janeiro. No início de 2024, a expectativa era de que os juros continuassem em trajetória de queda e chegassem ao patamar de 9% até o final do ano, com vistas a descer para 8,5% em 2025. Hoje, o consenso aponta para uma Selic de 11,5% no ano que vem, com cortes mais relevantes somente a partir de 2026.

A reviravolta acontece em função das preocupações do mercado com o cenário fiscal do País. Os agentes econômicos ainda não enxergam medidas que resultem em uma estabilização da trajetória da dívida pública. Pelo contrário, as perspectivas, agora, são de crescimento dos gastos.

  • Risco fiscal: qual é o ‘número mágico’ para acalmar os ânimos do mercado?

Alguns dados que assustaram vieram, por exemplo, do déficit primário das estatais entre janeiro e agosto. O montante chegou a R$ 7,2 bilhões, segundo o Banco Central (BC), o maior patamar da série histórica iniciada pela autoridade monetária há 22 anos. O governo chegou a publicar uma nota afirmando que, deste valor, R$ 3,3 bilhões se referiam às empresas públicas federais. Contudo, não diminuiu a surpresa negativa com o número. Paralelamente, o novo arcabouço fiscal, que já nasceu desacreditado em função da dependência do aumento de receitas, enfrenta ainda mais questionamentos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Tudo isso gera a percepção de risco fiscal maior e, por consequência, leva a uma leitura de que a inflação e os juros deverão ser mais altos no futuro. Agora, o mercado aguarda uma sinalização do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre cortes de gastos.

“Ninguém esperava isso (aumento de juros) até seis meses atrás. Uma mudança dessa magnitude é bem complicada”, afirma Rodrigo Cohen, analista de investimentos. “O mercado não gosta dessa política progressista de Lula. Temos o dólar lá em cima quase nas máximas da história em termos nominais. Então o BC tem que fazer a parte dele, sendo uma instituição autônoma, independente.”

  • Leia também: Como ter um “salário” de R$ 15 mil investindo em fundos imobiliários?

Por outro lado, há quem veja um certo exagero nas projeções traçadas pelo mercado. Isto porque, hoje, a inflação não está fora de controle. Em 12 meses, entre setembro de 2023 e setembro de 2024, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação, acumula alta de 4,42%. O crescimento de 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre ficou acima das expectativas e a nota de crédito do Brasil foi elevada de Ba2 para Ba1 pela agência Moody’s de classificação de risco.

A Selic 11,25% ao ano também coloca o Brasil como o terceiro país de maior juro real do mundo, ou seja, descontando a inflação. Os dados são da MoneYou. “Dado o nível atual de juros, acredito que uma alta adicional poderia ter efeitos restritivos demais sobre o crescimento. O BC deve avaliar o cenário com atenção e, se possível, sinalizar uma pausa, observando se a inflação responde aos ajustes já feitos”, destaca Elaine Domenico, especialista em investimentos e sócia da The Hill Capital.

Renda fixa com a Selic mais alta

Os juros mais altos devem continuar dificultando a captação dos fundos multimercados, que acumulam resgates de R$ 198,2 bilhões em 2024, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). As empresas mais endividadas da Bolsa também devem sofrer mais com juros altos. Por outro lado, a renda fixa se beneficia da alta de juros, já que grande parte dos ativos tem parâmetro na Selic.

Simone Albertoni, especialista da Ágora Investimentos, aponta que o mercado havia precificado antecipadamente essa nova alta dos juros. Por isso, os prêmios dos títulos de renda fixa já haviam incorporado a elevação nas taxas. Para a analista, as maiores oportunidades estão nos pós-fixados e IPCA+. Ou seja, nos papéis que acompanham a variação dos juros e possuem liquidez diária, como Tesouro Selic, e aqueles que pagam a variação da inflação mais um rendimento real, como o Tesouro IPCA+.

  • Melhores investimentos de renda fixa para novembro combinam rentabilidade e segurança; veja as oportunidades

“Muitos títulos de renda fixa tiveram suas taxas aumentadas, com oportunidades de investimentos interessantes nos atuais níveis de preços”, diz Albertoni. Entretanto, o investidor deve ficar atento aos vencimentos devido à marcação a mercado. Com exceção dos pós-fixados, as demais categorias de títulos de renda fixa (prefixados e IPCA+) sofrem com volatilidade. Os preços desses papéis variam diariamente conforme as expectativas econômicas. Em termos gerais, quando os juros sobem, esses ativos desvalorizam na carteira, de forma que vendas antes do vencimento podem fazer o investidor perder dinheiro. Já quando os juros caem, os cupons se valorizam.

O que fazer em momentos de oscilação dos juros?

Para fugir dessa oscilação, é preciso deixar o capital até o vencimento do título. Assim, o investidor terá exatamente a rentabilidade contratada na compra. “Uma exposição maior em renda fixa pode ser recomendada em momentos de Selic elevada, pois garante segurança e retornos consistentes. No entanto, o perfil do investidor é fundamental: quem busca longo prazo e tolera oscilações pode manter uma parcela de diversificação em ativos de risco”, afirma Domenico, especialista em investimentos e sócia da The Hill Capital.

Publicidade

Essa também é a visão de Cohen. “Gosto muito do Tesouro Selic e do Tesouro IPCA+, que está pagando uma taxa bem alta, quase 7%, com juros subindo. A gente tem o preço do Tesouro cada vez mais baixo porque as taxas vão aumentando”, diz o analista. “Se você entra agora, é ruim para o curto prazo, mas é bom para o longo prazo.”

Já os títulos prefixados seriam mais arriscados nesse momento. “Não sabemos até onde os juros podem ser elevados. Mercado fala de taxas acima de 12% para o ano que vem”, afirma Cohen.

  • A geopolítica global em 2025: uma nova era de rivalidade e adaptação, com Trump

Segundo levantamento feito por Rafael Haddad, planejador financeiro do C6 Bank, o conservador Tesouro Selic, papel mais seguro do mercado, deve apresentar uma rentabilidade bruta de 12,99% em 12 meses. Considerando os descontos de Imposto de Renda (IR), o retorno líquido deve ficar em 10,5% ao ano. Descontando a inflação, o ganho real ainda é bastante positivo, de 6,17%.

Entre os instrumentos de renda fixa levantados, o maior rendimento ficou com os ativos incentivados, que possuem isenção do IR, como as Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCIs e LCAs) e debêntures. Entretanto, a liquidez costuma ser menor, o que significa que o investidor pode não conseguir resgatar o dinheiro a qualquer tempo. Os cálculos foram feitos com base nas projeções para os juros futuros expressas nos contratos de DI. Também foram aplicadas ao cálculo as expectativas inflação do último Boletim Focus, de 4,08% para os próximos 12 meses.

“Dado desse aumento de juros futuros, as rentabilidades da renda fixa subiram bastante. Todos os produtos da simulação tiveram aumentos de retornos. Esses momentos de incerteza podem ser boas oportunidades para travar taxas mais altas”, afirma Haddad, planejador financeiro do C6 Bank.

Publicidade

Veja a simulação da renda fixa com o aumento da taxa básica de juros Selic:

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ágora Investimentos | E-Investidor
  • Banco Central (BC)
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Renda fixa
  • Taxa Selic
  • Tesouro Direto
Cotações
08/01/2026 18h41 (delay 15min)
Câmbio
08/01/2026 18h41 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Aposta de US$ 30 mil vira mais de US$ 400 mil após captura de Maduro e levanta suspeitas de insider trading

  • 2

    Carteiras recomendadas para janeiro de 2026

  • 3

    Garantia de CDB do Master está em risco? Veja perguntas e respostas para investidores

  • 4

    Nem Venezuela, nem eleições: Ibovespa deve ignorar incertezas e chegar a 192 mil pontos em 2026, diz Ágora

  • 5

    Veja quais ações você deve comprar (ou evitar) em 2026, um ano eleitoral e com Selic menor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Estas dicas podem ajudar a refrescar a casa no calor, sem gastar com ar-condicionado
Logo E-Investidor
Estas dicas podem ajudar a refrescar a casa no calor, sem gastar com ar-condicionado
Imagem principal sobre o FGTS: como consultar o saldo retido presencialmente?
Logo E-Investidor
FGTS: como consultar o saldo retido presencialmente?
Imagem principal sobre o Este foi o maior prêmio da história da loteria americana
Logo E-Investidor
Este foi o maior prêmio da história da loteria americana
Imagem principal sobre o Tem direito ao saldo retido do FGTS e não recebeu? Veja o que fazer
Logo E-Investidor
Tem direito ao saldo retido do FGTS e não recebeu? Veja o que fazer
Imagem principal sobre o Aumento da passagem em SP: como ficam os créditos comprados antes?
Logo E-Investidor
Aumento da passagem em SP: como ficam os créditos comprados antes?
Imagem principal sobre o Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Logo E-Investidor
Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Imagem principal sobre o Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Imagem principal sobre o CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Logo E-Investidor
CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Últimas: Investimentos
Multiplan vende fatia de shopping premium e fundo imobiliário TEPP11 aposta em retrofit na Av. Paulista
Investimentos
Multiplan vende fatia de shopping premium e fundo imobiliário TEPP11 aposta em retrofit na Av. Paulista

Operações no mercado de imóveis desta semana mostram como o setor alterna entre monetizar ativos maduros e buscar ganhos via gestão ativa, segundo análise da XP

08/01/2026 | 10h40 | Por Isabela Ortiz
Fundos de pensão tentam reverter prejuízo bilionário com ativos financeiros do Banco Master
Investimentos
Fundos de pensão tentam reverter prejuízo bilionário com ativos financeiros do Banco Master

Nove fundos de pensão podem perder até R$ 1,7 bilhão com a liquidação do Master; Institutos apuram responsabilidade pela decisão de investimento

08/01/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha
Carteiras da Ágora lideram ranking da Grana Capital e superam o mercado em 2025
CONTEÚDO PATROCINADO

Carteiras da Ágora lideram ranking da Grana Capital e superam o mercado em 2025

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Crise na Venezuela, petróleo no radar e defesa em alta: por que o BTG mantém compra da Embraer
Investimentos
Crise na Venezuela, petróleo no radar e defesa em alta: por que o BTG mantém compra da Embraer

Relatórios do BTG Pactual conectam tensão geopolítica, crise venezuelana e avanço do setor de defesa para sustentar a recomendação de compra das ações da Embraer

07/01/2026 | 12h30 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador