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Investimentos

Como receber dividendos de 1% ao mês com Apple, Microsoft, Disney e Google?

ETF de dividendos estreia nesta terça-feira na Bolsa com cotas a partir de R$ 100

Por Katherine Rivas

14/11/2023 | 7:00 Atualização: 16/11/2023 | 9:12

Bolsa brasileira já conta com ETF que paga dividendos e outros deverão surgir na sequência. (Foto: Envato Elements)
Bolsa brasileira já conta com ETF que paga dividendos e outros deverão surgir na sequência. (Foto: Envato Elements)

A indústria de ETFs (fundos de índice) que pagam dividendos está crescendo no Brasil. Depois do pioneiro NDIV11, a B3 ganha nesta terça-feira (14) o seu segundo ETF de renda, o SPYI11. Criado pela Buena Vista Capital, com R$ 90 milhões sob gestão, o ativo pretende entregar aos seus cotistas proventos de 1% ao mês com ações como Apple, Microsoft, Disney, Berkshire Hathaway, Google, Nike entre outras do índice S&P 500.

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O SPYI11 vai replicar o índice NEOS U.S Equity High Income Index e para isso vai comprar cotas de outro ETF listado no exterior, o NEOS S&P 500 High Income ETF (SPYI). A estratégia do ETF SPYI consiste em comprar individualmente cada uma das empresas que integram o índice S&P 500. Na sua carteira é possível encontrar: Apple (peso de 7,74%), Microsoft (7,69%), Amazon (3,63%), Nvidia (3,39%) e Alphabet (2,23%).

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Renato Nobile, gestor e analista da Buena Vista Capital, explica que para gerar renda de 12% ao ano e 1% ao mês o SPYI faz uso de três estratégias: a principal delas é o “covered call”, ou seja, o gestor vende opções de compra do índice S&P 500 em prazos diversos de até dois meses, capturando prêmios e distribuindo ganhos para pagamento de proventos.

A segunda estratégia está relacionada à eficiência fiscal, que permite compensar perdas e ganhos tributários durante o rebalanceamento do portfólio do fundo, que também é utilizado para o pagamento de dividendos.

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Além disso, segundo Nobile, o ETF destina os dividendos extras para a compra de novas opções de forma a não “travar” a rentabilidade do ETF. “Se em um mês o dividendo é de 1,30%, o cotista recebe 1% ao mês e 0,30% são destinados para a compra de novas opções do S&P 500. Desta forma, quando o índice retorna, nosso ETF volta mais perto e não travamos o crescimento”, aponta o gestor.

Fora as três estratégias, os dividendos pagos pelas 500 empresas que integram a cesta de ativos também contribuem com a remuneração dos cotistas, embora representem uma pequena parcela. Segundo Nobile, dos 12% de remuneração, eles representam algo em torno de 1,58%.

Como os dividendos serão pagos?

O investidor que comprar as cotas do ETF SPYI11 receberá os dividendos na conta da sua corretora todo sexto dia útil do mês, já convertidos a reais e com desconto de 15% do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

Embora nos Estados Unidos os dividendos sejam tributados em 30%, Nobile esclarece que a Buena Vista capital só deve pagar imposto no Brasil, de 15%. “Não temos a taxa de 30% porque não há resgate lá fora e somos um fundo local. O nosso produto acaba sendo mais eficiente do que investir direto no ETF lá fora”, comenta.

A gestora pretende linearizar os dividendos. Nos meses em que houver lucro excedente acima de 1%, este será colocado parcialmente em caixa ou reinvestido em opções com vencimentos mais longos. A meta será entregar 12% ao ano, mas em bons períodos o ETF pode oferecer até 15%.

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A Buena Vista deve publicar um calendário com “data com” (data limite para um investidor possuir ações de uma empresa e ter direito aos proventos) e datas de pagamento dos dividendos, dando ao investidor transparência de quando comprar as cotas para garantir os benefícios.

Outras características do ETF

O rebalanceamento do SPYI11 será mensal, para ajuste do peso das empresas, entrada e saída de ativos. A participação das companhias no índice será definida pelo valor de mercado. A taxa de administração do SPYI11 é de 0,83%. Já a do ETF replicado no exterior, o SPYI é de 0,68%. A taxa total paga pelo investidor será de 1,51% ao ano.

O ETF está disponível para toda classe de investidores a partir de R$ 100, mas segundo Marcelo Cherri, head de soluções da Vórtx, administradora do ETF, também poderá ser adquirido em frações de R$ 10.  “O preço é supercompetitivo e democrático para dar acesso ao investidor ao mercado americano”, destaca.

O ETF chega à B3 com 352 cotistas e R$ 10 milhões de patrimônio captados. Confira abaixo os principais pesos da cesta do SPYI11:

Fonte: Buena Vista Capital

Os ETFs que pagam dividendos no Brasil

Além do SPYI11, a Bolsa brasileira já conta com um ETF que paga dividendos, o Nu Renda Ibov Smart Dividendos (NDIV11), este investe nas empresas do Ibovespa com maior dividend yield (rendimento de dividendos) e faz distribuições mensais desde que as companhias paguem no período. O ETF replica o índice Ibovespa Smart Dividendos B3, que reúne 21 empresas.

Outro ETF que está na fila do lançamento é o Wise S&P Global REIT Fundo de Índice (WISE11), da gestora Wise Capital, que vai replicar o índice S&P Global REIT. Este índice tem cerca de 417 REITs (Real Estate Investment Trust) de 26 países e oito segmentos.

  • Veja também: Nelson Tanure, o acionista discreto da Light, Gafisa e Prio

Atualmente a cesta de ativos do WISE11 se divide nos setores de varejo, logística, especializados, saúde (health care), hotéis, escritórios, residencial, diversificados e resorts. O WISE11 pretende remunerar os seus cotistas trimestralmente sempre no décimo dia útil de abril, julho, outubro e janeiro e terá como política distribuir no mínimo 95% do seu lucro em dividendos.

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Os dividendos serão tributados com alíquota de 15% do Imposto de Renda. A taxa de administração será de 0,65% ao ano.

Sinal verde

Procurado pelo E-Investidor, Flávio Mantesso, sócio-fundador e gestor da Wise Capital, afirmou que está aguardando o sinal verde do distribuidor para o lançamento do WISE11, que até o momento não tinha sido dado por condições de mercado e macroeconômicas.

“Os sinais vem confirmando cada vez mais de que o setor de REITs (investimento em imóveis nos EUA que funciona de forma parecida com os fundos imobiliários brasileiros) deve ter um bom desempenho entre as classes de ativos nos próximos três anos e com isso esperamos que o distribuidor dê o sinal verde para lançar o produto”, afirmou o gestor.

Outra gestora que pretendia se aventurar na seara dos ETFs que pagam dividendos é a Investo, que até chegou a manifestar o seu interesse em ser uma das pioneiras dos lançamentos, intenção que não se concretizou. Procurado pelo E-Investidor, Cauê Mançanares, CEO da Investo, manifestou que a gestora ainda avalia lançar um ETF que paga dividendos, contudo, a tributação de 15% a faz se questionar sobre a atratividade que esse tipo de produto teria para seus clientes.

“Estamos observando a demanda para entender se os investidores gostariam de um ETF como esse, apesar das ineficiências tributárias frente a um ETF com estratégia igual mas que não distribui dividendos”, comentou. Caso haja um lançamento, a preferência seria por um produto de ativos nacionais, destaca Mançanares.

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