• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Em meio a incertezas, dólar cai mais de 8% em 2025. Cotação atual vai se sustentar?

Tendência de curto prazo ainda é favorável ao real, mas médio e longo prazo são mais desafiadores

Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Luíza Lanza
Editado por Wladimir D'Andrade

21/03/2025 | 17:03 Atualização: 21/03/2025 | 18:42

Especialistas veem riscos de médio e longo prazo para o real. (Foto: Adobe Stock)
Especialistas veem riscos de médio e longo prazo para o real. (Foto: Adobe Stock)

O dólar americano à vista bateu o menor patamar desde outubro de 2024 nesta semana, quando encerrou a quarta-feira (19) a R$ 5,64. Desde então, passou por um movimento de correção que leva investidores a se questionar qual será a tendência da moeda no curto prazo. Podemos continuar a ver o real se valorizando ou este é um movimento que está chegando ao final?

Leia mais:
  • Fundos no exterior: como escolher os ativos que antes só ricos tinham acesso?
  • As estratégias de investimento do Itaú, Bradesco, Santander e BTG com a Selic em 14,25% ao ano
  • Tributação e mais desafios: o que considerar antes de investir fora do Brasil?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Especialistas explicam que o câmbio é uma das variáveis mais difíceis de se prever. Mas, no curto prazo, veem espaço para que o real continue se fortalecendo ante o dólar. Nesta sexta-feira (21), a cotação do dólar estacionou em R$ 5,71 no fechamento do pregão, com baixa de 0,45% na semana e e queda de 3,36% em março.

  • De inflação para deflação: a crise nos EUA que derrubou o dólar (e pode avançar mais)

Pedro Ros, CEO da Referência Capital, destaca que apesar da alta dos últimos dois dias a moeda americana ainda acumula queda de cerca de 8% em 2025. “O movimento atual parece ser uma correção técnica e não necessariamente uma reversão. Para o Brasil, o diferencial de juros continua atraindo capital estrangeiro, o que sustenta o real”, pontua.

O dólar passa por um movimento de enfraquecimento global, refletindo as incertezas com a política tarifária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o impacto das medidas na economia americana. Mas há também um outro fator doméstico, lembra Luiz Arthur Fioreze, diretor de Gestão de Fundos da Oryx Capital: os leilões de dólar realizados pelo Banco Central (BC).

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“A intervenção do Banco Central vendeu quase 10% das reservas cambiais para conter o overshooting (reação exagerada) da moeda. Essa ação funciona como “subsídio” temporário, proporcionando um dólar mais barato no curto prazo”, diz. “Enquanto medidas de curto prazo podem oferecer alívios temporários, os desafios de médio e longo prazo exigem políticas estruturais.”

Cotação do dólar no médio e longo prazo com incertezas

Graças às quedas recentes, aos poucos, o mercado está começando a revisar as projeções para o dólar em 2025 traçadas no início do ano. A mediana do Boletim Focus teve dois ajustes para baixo e agora está em R$ 5,98; há um mês, era de R$ 6.

Mas outras revisões mais expressivas estão acontecendo. Na segunda-feira (17), o Itaú BBA reduziu a projeção do dólar para 2025 de R$ 5,90 para R$ 5,75 em linha com uma tendência global de enfraquecimento da moeda americana em meio às tarifas de Trump nos EUA.

“Essa mudança de cenário levou a um enfraquecimento do dólar, mas acreditamos que o risco inflacionário vindo das tarifas e a estabilização do crescimento americano devem limitar uma continuação desse movimento”, diz Mario Mesquita, analista do BBA, em relatório.

  • Investir no exterior: como escolher a melhor corretora e ativos fora do Brasil

Depois, na quinta-feira (20), o BTG Pactual também revisou a projeção para o câmbio de R$ 6,25 para R$ 6,00. Ainda assim, se o banco estiver certo, a moeda americana deve engatar uma valorização acima de 5% ao longo do ano.

O entendimento é que os ativos locais vêm sendo beneficiados por um movimento global de realocação da carteira de investidores, com otimismo especial para emergentes dado à expansão fiscal na China. Mas que quedas adicionais no câmbio vão depender da melhora das incertezas domésticas ligadas à questão fiscal.

Publicidade

“Há diversos fatores que podem alterar essa expectativa; o que podemos afirmar é que nunca o Brasil teve números tão fortes e consistentes de balança comercial. Assim, sinais mais claros do avanço do ajuste fiscal neste ou no próximo governo poderia ser um driver para uma valorização mais forte de real”, diz o economista-chefe do BTG, Mansueto Almeida, em relatório.

O que vai acontecer com o dólar no segundo semestre de 2025?

Esse receio com a perspectiva de médio e longo prazo prevalece entre especialistas. Em um cenário com muitos fatores de incerteza no radar, vai ser preciso acompanhar o desenrolar da guerra de tarifas de Trump e o impacto disso na economia dos EUA e no ciclo de aperto monetário, as respostas da economia da China aos estímulos concedidos pelo governo, além da aproximação do “trade de eleição” no Brasil.

É por causa desse pacote que a Hedgepoint Global Markets também se mantém cautelosa em relação ao desempenho do real a partir do segundo semestre de 2025.

  • Veja mais: Como o tarifaço de Trump afeta a Vale e empresas de outros setores no Brasil

“A melhora das últimas semanas se deve não só a fundamentos locais, mas muito vem do exterior. Por isso, acreditamos que há riscos relevantes de depreciação do real que precisam ficar no radar para o médio e longo prazo”, destacou o economista Victor Arduin em conferência realizada pela Hedgepoint nesta sexta-feira (21). “O déficit fiscal ainda é alta e os ajustes na Selic impactam as contas.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
Cotações
08/04/2026 4h30 (delay 15min)
Câmbio
08/04/2026 4h30 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje

  • 2

    Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril

  • 3

    As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%

  • 4

    BB aposta em crédito sustentável sob pressão por resultado financeiro: 'Estamos construindo relações de longo prazo', diz VP

  • 5

    Guerra no Irã afasta turistas, derruba vendas de luxo em 50% no Oriente Médio e acende alerta entre marcas globais

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Quem tem PIS recebe o abono salarial?
Logo E-Investidor
Quem tem PIS recebe o abono salarial?
Imagem principal sobre o Sou trabalhador avulso, tenho direito ao saque do FGTS?
Logo E-Investidor
Sou trabalhador avulso, tenho direito ao saque do FGTS?
Imagem principal sobre o Bolsa Família suspenso? Entenda se a suspensão resulta na perda do valor
Logo E-Investidor
Bolsa Família suspenso? Entenda se a suspensão resulta na perda do valor
Imagem principal sobre o Bolsa Família bloqueado? Veja como evitar a perda do benefício
Logo E-Investidor
Bolsa Família bloqueado? Veja como evitar a perda do benefício
Imagem principal sobre o Saque do FGTS: 8 situações em que o saque pode ser permitido
Logo E-Investidor
Saque do FGTS: 8 situações em que o saque pode ser permitido
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de ganhos e proventos na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de ganhos e proventos na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as irregularidades com dependentes na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as irregularidades com dependentes na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Seguro-desemprego: quem pode receber o benefício em 2026?
Logo E-Investidor
Seguro-desemprego: quem pode receber o benefício em 2026?
Últimas: Investimentos
“Nada mudou em relação à tributação do VGBL”, diz Fenaprevi sobre IR na previdência
Investimentos
“Nada mudou em relação à tributação do VGBL”, diz Fenaprevi sobre IR na previdência

Receita consolidou entendimento de que, em caso de morte do titular, rendimentos acumulados no VGBL não são isentos de Imposto de Renda; entidade diz que essa já é a prática

07/04/2026 | 14h25 | Por Luíza Lanza
FIIs para abril: carteiras reforçam renda e apostam em crédito para enfrentar a inflação
Investimentos
FIIs para abril: carteiras reforçam renda e apostam em crédito para enfrentar a inflação

Com IFIX em queda em março, casas aumentam exposição a crédito indexado ao IPCA e mantêm apostas táticas em fundos de tijolo negociados com desconto

07/04/2026 | 09h56 | Por Isabela Ortiz
Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje
Investimentos
Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje

Taxas de debêntures negociadas indicam que ao menos 10 empresas deixam analistas em alerta

07/04/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida
Petróleo a US$ 110, inflação no radar e Bolsa mais seletiva; apenas duas carteiras recomendadas batem o Ibovespa em março
Investimentos
Petróleo a US$ 110, inflação no radar e Bolsa mais seletiva; apenas duas carteiras recomendadas batem o Ibovespa em março

Mesmo com a queda no mês, Bolsa acumula melhor início de ano em quase duas décadas e amplia diferença entre carteiras; somente XP e Itaú superam o índice

06/04/2026 | 14h06 | Por Igor Markevich

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador