• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Dólar deveria cair 23,5% e valer R$ 4,20, aponta índice Big Mac elaborado pela The Economist

Mas, segundo o mais recente boletim Focus, o mercado calcula que o dólar deve encerrar o ano cotado a R$ 5,20

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

05/07/2024 | 14:08 Atualização: 05/07/2024 | 14:34

Notas de dólar (Foto: Envato Elements)
Notas de dólar (Foto: Envato Elements)

O dólar deveria valer R$ 4,20, aponta o índice Big Mac feito pela The Economist. O valor implica em uma queda de 23,5% na cotação do dólar em relação ao valor de fechamento desta última quinta-feira (4), quando a moeda americana fechou o dia cotada a R$ 5,49.

Leia mais:
  • Viagra, carne, previdência: como reforma tributária afeta o seu bolso?
  • Itaú (ITUB4) unifica 6 aplicativos e cria novos serviços; veja detalhes
  • Série de calotes com CRIs aumenta risco para o investidor
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O índice Big Mac foi criado em 1986 pela revista britânica The Economist. A proposta do indicador é fazer comparação da Paridade de Poder de Compra (PPC), um método alternativo para a taxa de câmbio para se calcular o poder de compra de um país em relação a outro.

Segundo o site da The Economist, a unidade do lanche do Big Mac custa R$ 23,90 no Brasil, enquanto nos Estados Unidos da América (EUA), o valor de um Big Mac é de US$ 5,69. Vale lembrar que esses são os valores do lanche unitário e não do combo completo com batata e refrigerante ou suco. “Esses números implicam uma taxa de câmbio de R$ 4,20 para cada US$ 1”, diz a revista The Economist.

Entenda o que aconteceu com o dólar

Ao longo desta semana, o dólar disparou e chegou a ser cotado a R$ 5,70 durante o pregão de terça-feira (2). A alta ocorreu após falas do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em ataque ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Lula disse que Campos Neto dirige a autoridade monetária do país com “viés político”.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O presidente voltou a criticar Campos Neto desde que o Banco Central manteve a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 10,50%. A decisão do BC sobre a manutenção dos juros foi unânime e contou com o apoio de diretores indicados por Lula para compor a autarquia, como Gabriel Galípolo e Paulo Picchetti.

Em uma entrevista à Rádio Sociedade, em Salvador (BA), nesta terça-feira (02), Lula defendeu que a alta do dólar para o maior patamar desde janeiro de 2022 é fruto de um ataque especulativo. “É um absurdo. Veja, obviamente, me preocupa essa subida do dólar. É uma especulação. Há um jogo de interesse especulativo contra o real neste País”, declarou.

  • Leia Mais: Dólar está sob ataque especulativo? Veja se a tese de Lula tem respaldo no mercado

Após essas tensões e da alta da moeda, o petista convocou uma reunião para discutir o tema na quarta-feira (3). Na noite daquele dia, o governo anunciou que deve cortar R$ 25,9 bilhões em gatos. Segundo André Vasconcellos, vice-presidente do conselho do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI), mesmo após o anúncio o mercado ainda entende não haver um claro compromisso do governo com a responsabilidade fiscal.

“O mercado permanece com elevado grau de desconfiança perante a capacidade de honrar com uma disciplina fiscal. Sem transparência efetiva na gestão dos recursos públicos e na prestação de contas à sociedade, associada a gastos públicos excessivos, que tendem a gerar um aumento da demanda agregada, os preços são pressionados para cima e aumentam a desconfiança na política fiscal do país”, diz Vasconcellos.

Fernando Siqueira, head de research da Guide Investimentos, considera a meta de cortar R$ 25,9 bilhões em gastos divulgada por Haddad como uma tarefa difícil, mas não impossível. Ele reforça que, para o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a Ministra do Planejamento, Simone Tebet, terem sinalizado esse corte, o presidente Lula já deve ter aceitado — faltaria apenas a aprovação do Congresso, se necessário. “No entanto, o provável é que esse assunto siga gerando volatilidade nos próximos meses. Corte de gastos não é fácil de implementar e nem está no cerne deste governo”, aponta Siqueira.

Publicidade

Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, lembra que a sinalização do governo é importante, mas ela precisa se concretizar. Ele comenta que o problema fiscal do Brasil é estrutural e não é um governo que não está tão preocupado com essa importunação que conseguirá resolvê-la. No entanto, as falas podem ajudar a trazer o alívio necessário para o momento atual.

Números projetados pelo governo não fecham

Beto Saadia, economista e diretor de investimentos da Nomos, comenta que o valor estipulado para o corte anunciado por Haddad é muito alto e ele está cético em relação à proposta por causa de outras medidas que o governo divulgou e a conta não fechou. Ele lembra da medida PIS/Cofins: o governo prometia arrecadar R$ 15 bilhões, mas, quando fazia as contas, o número não se aproximava dos R$ 15 bilhões.

“Precisamos ver no detalhe quais gastos serão cortados e esses cortes, como o BPC, possuem um custo político alto”, explica. Ainda assim, Beto Saadia classifica as declarações de Haddad e Lula como fortes e concretas, mesmo que ainda não tenha acontecido nenhum ato. Ele aponta que, se o governo contingenciar valores expressivos no relatório bimestral, ele provará que está comprometido com a questão fiscal. O relatório deve sair no dia 22 de julho.

Previdência é o maior problema do governo

Gustavo Cruz, estrategista chefe da RB Investimentos, lembra que esse corte de R$ 25,9 bilhões já foi anunciado no dia 20 do mês passado. E isso prova que o governo não está anunciando nenhum outro corte de gastos. “As equipes da Fazenda (Haddad) e Planejamento (Simone Tebet) levaram algumas possibilidades, como a desindexação da aposentadoria do salário mínimo. No entanto, o presidente Lula tem recusado essas medidas mais concretas”, aponta Cruz.

Segundo reportagem do Estadão publicada nesta quarta-feira, o gasto do governo com Previdência, área da saúde e Benefício de Prestação Continuada (BPC) chegou a R$ 1,23 trilhão no acumulado em 12 meses até maio — já corrigidos pela inflação —, consumindo mais da metade de todo o gasto primário do governo federal.

Conforme a reportagem, os gastos com previdência chegaram a R$ 930 milhões em maio e saíram da curva de queda atingida com a reforma da previdência aprovada em 2019. Essa mudança da curva de queda para alta aconteceu após o presidente Lula atrelar o salário mínimo ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mais a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Publicidade

A equipe da ministra Simone Tebet havia proposto ao presidente deixar as aposentadorias atreladas somente à inflação. A medida foi rejeitada por Lula, pois faria com que os aposentados recebessem menos de 1 salário mínimo. O governo tenta articular reformas previdenciárias em outras áreas, como a dos militares. No entanto, essa possibilidade ainda é muito remota e de difícil aprovação no Congresso.

Por outro lado, nem todos os economistas têm a mesma visão. Pedro Afonso Gomes, presidente do Corecon-SP, reforça a tese inicial de Lula. Ele comenta que o corte de R$ 25,9 bilhões é bastante factível e que Haddad não tem medido esforços para equilibrar as contas públicas. O especialista ainda culpa o mercado financeiro por essa desordem dos últimos dias devido à manutenção da Selic em 10,50% ao ano.

Segundo Gomes, o melhor para o momento seria uma redução da taxa básica de juros da economia, a Selic. “Caso a Selic recue 1 ponto porcentual, o governo teria uma redução de R$ 50 bilhões em gastos com juros e pagamentos da dívida, visto que 43% do orçamento federal são voltados para pagar juros e dívidas”, explica. Sendo assim, o economista culpa o próprio mercado financeiro sobre o provável déficit que o governo terá neste ano.

Para o dólar caminhar para os R$ 4,20, como estipula a The Economist, há um cenário complicado. No início de junho o mercado estimava o dólar a R$ 5,05, segundo o boletim Focus. Já o mais recente boletim do mercado, publicado na última segunda-feira (1º), calculava que o dólar poderia encerrar o ano cotado a R$ 5,20.

Publicidade

A última estimativa mostra uma alta de 3% em relação ao que o mercado esperava no início do mês passado. Vale lembrar que a estimativa mais recente foi realizada antes desta última tempestade no mercado de câmbio, ou seja, o mercado pode estimar um valor para dólar no fim do ano acima dos R$ 5,20.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • alta do dólar
  • Dolar
  • Economia
  • Índice Big Mac
  • Lula
  • Mercados
  • Roberto Campos Neto
  • The Economist
Cotações
03/05/2026 16h28 (delay 15min)
Câmbio
03/05/2026 16h28 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Banco do Brasil entra na disputa pela alta renda no aeroporto de Guarulhos e inaugura sala vip própria

  • 2

    “Não guarde dinheiro”: por que Elon Musk diz que poupar para a aposentadoria será inútil

  • 3

    Cliente abre app e vê saldo zerado: o que apagou as economias de uma vida inteira?

  • 4

    “Mercado virou cassino”, diz Buffett; Berkshire mantém US$ 380 bi em caixa à espera de oportunidades

  • 5

    Endividamento recorde das famílias pressiona varejo e muda comportamento do consumidor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Logo E-Investidor
Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Imagem principal sobre o FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Logo E-Investidor
FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Imagem principal sobre o Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Logo E-Investidor
Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Imagem principal sobre o BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Logo E-Investidor
BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Imagem principal sobre o Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Logo E-Investidor
Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Imagem principal sobre o Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Logo E-Investidor
Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Últimas: Investimentos
Da plateia, Buffett elogia novo CEO da Berkshire, que promete manter cultura da empresa
Investimentos
Da plateia, Buffett elogia novo CEO da Berkshire, que promete manter cultura da empresa

Megainvestidor elogia Greg Abel, destaca cultura da companhia e reforça estratégia com caixa bilionário e aposta de longo prazo na Apple

02/05/2026 | 15h45 | Por Julia Pestana e Fernanda Bompan
“Mercado virou cassino”, diz Buffett; Berkshire mantém US$ 380 bi em caixa à espera de oportunidades
Investimentos
“Mercado virou cassino”, diz Buffett; Berkshire mantém US$ 380 bi em caixa à espera de oportunidades

Megainvestidor critica especulação em Wall Street e afirma que prefere não investir a comprar ativos caros ou que não entende

02/05/2026 | 15h12 | Por Fernanda Bompan e Júlia Pestana*
O que esperar da primeira ‘Woodstock para Capitalistas’ sem Warren Buffett
Investimentos
O que esperar da primeira ‘Woodstock para Capitalistas’ sem Warren Buffett

Reunião anual da empresa de investimentos Berkshire Hathaway que acontece neste sábado (2) deve ser mais vazia e será um teste para o novo CEO; empresa sai de modelo informal para um mais estruturado

02/05/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida
BTG ainda vê risco nos FIIs e mantém preferência por fundos mais seguros, apesar da queda da Selic
Investimentos
BTG ainda vê risco nos FIIs e mantém preferência por fundos mais seguros, apesar da queda da Selic

Banco destaca que prêmio dos FIIs de maior risco não compensa diante das incertezas e juros ainda restritivos

01/05/2026 | 16h36 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador