• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Quer dolarizar a carteira sem sair do Brasil? Veja 3 alternativas em ações locais, segundo analistas

Com o dólar em queda de quase 15% em 2025, investidores encaram uma nova janela para internacionalizar a carteira. Vale a pena?

Por Katherine Rivas
Editado por Geovana Pagel

06/10/2025 | 5:30 Atualização: 03/10/2025 | 12:23

Com o dólar em queda — com baixa acumulada de 14,11% em 2025 até o dia 30 de setembro — internacionalizar o patrimônio se tornou oportunidade e ao mesmo tempo obrigação.

Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Nesta reportagem, apresentamos formas de receber dividendos mensais e trimestrais enquanto o investidor dolariza a carteira. Contudo, para quem não quer investir necessariamente em ativos no exterior, será que é possível comprar ações na B3, que oferecem algum grau de exposição à moeda norte-americana?

Aparentemente, existem três alternativas no mercado e todas pagam dividendos, tanto no setor de mineração como o de celulose.

Mineradoras óbvias para renda

Uma das principais alternativas para se expor ao dólar é a Vale (VALE3), com capacidade de entregar um dividend yield (retorno em dividendos) de 7% nos próximos 12 meses.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Victor Bueno, sócio e analista da Nord Research, explica que a Vale opera com quase todo o seu balanço em dólar, porque grande parte da receita da companhia vem das exportações e o minério de ferro é uma commodity dolarizada. “Tudo o que passa pelo crivo de receitas e custos já é medido em dólar. Até mesmo os resultados da empresa são divulgados em dólar”, explica.

E não apenas os resultados, o endividamento da empresa e grande parte das suas operações também é na moeda americana.

Em relação aos proventos, a Vale tem como política pagar 30% do seu Ebitda ajustado (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) menos o investimento corrente. A mineradora paga proventos semestrais, em março e setembro. E há espaço para proventos extraordinários.

Segundo Bueno, além da exposição indireta ao dólar, investir na Vale tem como vantagem o aporte em uma empresa sólida, que tem feito iniciativas para aumentar sua produção, reduzir riscos operacionais das minas, por conta das barragens. Além da companhia ter buscado maior valor agregado no minério e outros produtos como cobre e níquel.

Publicidade

Em relação aos riscos de investimento, o analista da Nord destaca segurança com barragens, preço do minério de ferro que é muito dependente da demanda da China e a importância de redução de custos, fatores que tem impacto nos lucros e proventos.

Contudo, com o dólar em queda, será que a Vale lucra menos e pode pagar menos proventos? Para Bueno, a companhia é bastante protegida nas suas despesas financeira se pelo payout (parcela do lucro destinada a proventos) não estar atrelado ao lucro líquido e sim ao Ebitda, acaba sendo menos volátil. “O que tem mais impacto é quando a empresa vende e o preço em que vende o minério, que são fatores que balizam o dividendo pago no final do dia”, afirma o analista.

A recomendação de Bueno é comprar VALE3 até o preço-teto de R$ 71.

Outra empresa semelhante a Vale, que também oferece exposição ao dólar, é a CSN Mineração (CMIN3). Bruno Oliveira, analista do Vida de Acionista, explica que a companhia produz 90%  da sua receita em dólares e praticamente 100% dos seus custos em reais.

Publicidade

Desta forma, quando o real desvaloriza frente ao dólar, a mineradora tem um ganho extra nos seus resultados, apenas por conta da variação cambial. Mas o oposto também é verdadeiro, se o real valorizar, o lucro da empresa pode comprimir, mesmo que o operacional esteja sólido.

Oliveira aponta que a CSN Mineração tem adotado uma prática de pagar 110% do seu lucro aos acionistas (payout), embora na sua política o objetivo seja pagar entre 80% e 100%. “Desde o IPO (abertura de capital), a companhia já distribuiu quase 60% do seu valor inicialmente precificado. A frequência é de pelo menos dois pagamentos por ano, sendo um no meio do ano e outro geralmente no final”, comenta.

O analista do Vida de Acionista destaca como vantagens as margens de lucro competitivas, com baixo custo de produção de minério, alavancagem negativa, possui mais caixa do que dívida, e uma política de dividendos robusta e generosa com os minoritários. “Ela paga bons dividendos sem comprometer o crescimento da companhia, porque tem reservas de minério de ferro para além de 2080, o que favorece a perenidade da empresa”, pontua Oliveira.

Mesmo se o dólar desvalorizar, o que geraria uma receita menor em reais, Oliveira destaca que a mineradora possui mecanismos para mitigar parcialmente esses efeitos , principalmente na redução de custos como frente marítimo, que aliviam a companhia.

Publicidade

Outro ponto importante é a qualidade do minério de ferro, que mesmo com a depreciação do dólar, permitiria vendas com maior valor no mercado. “Em um cenário desfavorável para 2025, ter um caixa líquido possibilidade remunerar os acionistas com parte deste recursos sem comprometer o crescimento da empresa”, afirma o analista do Vida de Acionista.

Oliveira tem recomendação neutra para CMIN3, com dividend yield projetado de 6,34% para os próximos 12 meses. Para quem busca um dividend yield de 8%, a recomendação é comprar até o preço de R$ 4,25.

Papel e celulose

Fora da mineração e mais atrelada a celulose, a Klabin (KLBN11) também é uma boa alternativa para se expor ao dólar e receber dividendos trimestrais. Jayme Simão, sócio-fundador do Hub do Investidor, explica que a companhia sofre diante da queda do dólar e do preço da celulose, mas que apesar disso tem conseguido gerar um fluxo de caixa livre superior a 10%, que é a diferença entre o que fatura e sobra de caixa, patamar elevado.

Simão destaca ainda que a Klabin passou por um forte ciclo de investimentos, para fábricas e novos projetos, que está se reduzindo, o que abre espaço para um novo ciclo de proventos na empresa.

“A receita é dolarizada, porque tem relação com uma commodity, a celulose, com preços globais”, explica. O risco seria o dólar continuar em forte queda, assim como o preço da celulose o que atrapalharia na lucratividade.

Publicidade

Contudo, em um ciclo bom da celulose, e com o dólar se recuperando a companhia teria possibilidade de entregar dividendos de dois dígitos. Atualmente, Simão projeta um dividend yield de 6% para os próximos 12 meses e recomenda compra até o preço-teto de R$ 22.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • como investir em dólar
  • Conteúdo E-Investidor
  • CSN Mineração (CMIN3)
  • dividend yield
  • Dividendos
  • Dolar
  • Klabin (KLBN11)
  • vale3
Cotações
27/02/2026 10h53 (delay 15min)
Câmbio
27/02/2026 10h53 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Imposto sobre herança deve mudar em SP

  • 2

    Imposto de herança: o que muda com a reforma tributária e como 2026 afeta seu planejamento

  • 3

    Instabilidade política nos EUA enfraquece o dólar como porto seguro e beneficia Trump

  • 4

    Como analisar investimentos de políticos para identificar oportunidades na bolsa

  • 5

    IR 2026: o que realmente muda e o que é mito na nova fase de fiscalização da Receita

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário: veja 2 exemplos de bloqueio do saldo do FGTS
Logo E-Investidor
Saque-aniversário: veja 2 exemplos de bloqueio do saldo do FGTS
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 motivos para cair na malha fina
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 motivos para cair na malha fina
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quais são os canais de atendimento para os beneficiários?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quais são os canais de atendimento para os beneficiários?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como o valor do vale é definido?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como o valor do vale é definido?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (26)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (26)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (26)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (26)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como regularizar pendências do CPF?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como regularizar pendências do CPF?
Últimas: Investimentos
Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026
Investimentos
Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026

Relatório organiza carteiras de ETFs para este ano combinando proteção, renda e temas estruturais em meio a tensões geopolíticas, juros altos e rotação de fluxos globais

27/02/2026 | 08h53 | Por Isabela Ortiz
Banco do Brasil (BBAS3): 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor
Investimentos
Banco do Brasil (BBAS3): 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor

Alta recente contrasta com lucro pressionado, inadimplência no agro e ROE abaixo dos pares; o 1T26 pode definir se o rali se sustenta

27/02/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Nubank no 4T25: analistas veem balanço 'menos empolgante' apesar de lucro recorde de US$ 894 mi; veja as recomendações
Investimentos
Nubank no 4T25: analistas veem balanço 'menos empolgante' apesar de lucro recorde de US$ 894 mi; veja as recomendações

Safra vê potencial de alta, enquanto XP Investimentos cita provisões e despesas como riscos

26/02/2026 | 12h39 | Por Isabela Ortiz
WEG supera o 'pior trimestre da década' com surpresa nas margens
Investimentos
WEG supera o 'pior trimestre da década' com surpresa nas margens

Rentabilidade resiliente reacende debate sobre crescimento e múltiplos para 2026 após receita impactada por câmbio e fim de projetos

26/02/2026 | 10h36 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador