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Investimentos

Especialistas explicam por que o dólar e o euro caem nos últimos dias

Moedas fortes renovaram mínimas frente ao real nesta semana

Por Jenne Andrade

23/02/2022 | 3:00 Atualização: 24/02/2022 | 11:01

Dólar e Euro acumulam desvalorização perante o real em 2022. Foto: Pixabay
Dólar e Euro acumulam desvalorização perante o real em 2022. Foto: Pixabay

No ano passado, o dólar avançou mais de 7% frente ao real, que ganhou o título de moeda do G20 que mais perdeu valor em 2021. O Ibovespa também deixou a desejar e acumulou uma baixa de 12% ao longo dos 12 meses. Para 2022, era esperado um cenário ainda nebuloso, embalado pelas eleições presidenciais.

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Contudo, na contramão das expectativas, o mercado brasileiro vem se descolando dos mercados globais. O dólar fechou em baixa de 1,07% na terça-feira (22), aos R$ 5,05, o menor patamar em quase oito meses. Somente em fevereiro, a moeda norte-americana registra uma queda de 4,78% frente ao real. No acumulado de 2022, a desvalorização é de expressivos 9,39%.

E não é só o dólar que está cedendo frente a divisa nacional. O euro também está em trajetória de queda, com uma desvalorização de 3,99% em fevereiro e 9,30% no acumulado de 2022.

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Para entender essa conjuntura que surpreendeu o mercado, o E-Investidor conversou com alguns especialistas. Afinal, o que está acontecendo com o câmbio?

Dennis Esteves, especialista em Renda Variável da Blue3, explica que o fluxo recorde de capital estrangeiro no Brasil é um dos principais fatores para essa queda das moedas fortes. Atraídos por juros elevados e por uma bolsa bastante descontada em relação à média histórica, os investidores estrangeiros deixaram cerca de R$ 55,8 bilhões na B3 somente nesses primeiros dois meses do ano.

Vale lembrar que a taxa básica de juros da economia, a Selic, está em 10,75% ao ano e deve chegar aos 12% até dezembro. Essa taxa serve de parâmetro para a renda fixa, isto é, quanto maior a Selic, maior a rentabilidade dos títulos públicos (que são livres de risco).

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Já nos EUA, o banco central americano (Federal Reserve) ainda não começou a elevar os juros, o que aumenta o custo de oportunidade em relação aos ativos brasileiros.

“Vimos uma força de disposição de dólar muito forte no mercado”, afirma Esteves. Para o especialista da Blue3, a moeda estrangeira deve buscar o patamar de R$ 5 já nas próximas semanas.

Essa é uma visão compartilhada por Paloma Brum, analista da Toro Investimentos. “Observamos um movimento de forte correção nos preços de ativos na bolsa brasileira ao longo do último ano, assim como uma forte desvalorização do real, de quase 40% no acumulado de 2020 e 2021, o que tornou os ativos brasileiros mais baratos para os estrangeiros”, explica.

Paralelamente, o aumento dos preços das commodities é o terceiro pilar que forma a tempestade perfeita em favor da apreciação do real. “Diante da retomada da economia global, a alta nos preços de commodities metálicas e agrícolas também tem um peso relevante na entrada de capital no Brasil: o aumento das exportações de insumos favorece as receitas de exportadoras e, portanto, traz mais moeda forte para o Brasil, fortalecendo o real face às demais moedas”, ressalta Brum.

Rússia x Ucrânia

A escalada das tensões entre Rússia e Ucrânia derrubou principalmente a bolsa americana e as bolsas europeias. O S&P 500 está em queda de 10,25% em 2022, enquanto o Ibovespa sobe 8,63% no mesmo período, caminhando aparentemente indiferente ao conflito.

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Matheus Jaconeli, analista de investimentos da Nova Futura Investimentos, explica que uma das teses que explicam esse otimismo - e o fortalecimento do real mesmo em face a uma possível guerra - envolve a migração de capitais das regiões mais sensíveis ao embate.

“Uma tese que fica no radar é a de que o fluxo de capitais que está saindo da Rússia pode ser redirecionado para o mercado brasileiro, outro país emergente”, afirma Jaconeli. “E como vemos essa massa de investimentos vindo para o Brasil, há o fortalecimento do real perante o dólar.”

O estresse entre os países também pode gerar interrupções nas cadeias energéticas e, por consequência, valorização dos preços de commodities como o Petróleo. “Se uma crise vier, há casas já falando de um patamar de US$ 100 a US$ 120 o barril”, afirma Esteves, da Blue3. “E como boa parte da bolsa brasileira é formada em boa parte por commodities e bancos, esse cenário traria um movimento de especulação para esses produtos e para os papéis de petroleiras, como a Petrobras.”

Contudo, os investidores devem acompanhar com atenção os passos do presidente russo Vladimir Putin em relação à Ucrânia. Na visão de Felipe Izac, sócio da Nexgen Capital, em um segundo momento o acirramento do conflito pode ter potencial de trazer uma valorização muito forte para o dólar. Isso porque, historicamente, em momentos de estresse os investidores buscam proteção em moedas fortes.

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“Caso se confirme um conflito de fato, poderemos ver sim a moeda norte-americana se fortalecer muito frente ao real e interromper esse ciclo de apreciação da nossa moeda”, explica Izac.

É hora de comprar?

Para os especialistas, a queda pode ser uma oportunidade para quem precisa criar reservas em moedas fortes, como uma forma de proteção para períodos de crise. Entretanto, o indicado é que o investidor faça isso aos poucos, comprando pequenos montantes, até porque é difícil prever qual será o piso que o dólar e o euro irão atingir.

“Ir comprando aos poucos, em dias diferentes para tentar buscar um preço médio melhor, ao invés de comprar tudo num único dia, o que travaria uma única cotação e poderia fazer com que a pessoa não consiga se beneficiar de cotações ainda mais favoráveis em outros dia”, ressalta Brum.

A mesma dica é dada por Izac, da Nexgen Capital. "É muito difícil acertar o ponto mínimo das moedas fortes. O ideal, seja para turismo ou para enviar dinheiro ao exterior, é escalonar as compras, fazer de pouco em pouco. Sempre que as divisas caírem, vai lá e compra mais, assim o preço médio fica bem menor do que se o investidor comprasse em um único dia", afirma.

 

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