• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Dólar hoje: saiba os principais fatores de variação da moeda

Preço do dólar impacta a vida de pessoas, empresas, investidores e economias em todo o mundo

Por E-Investidor

13/05/2021 | 14:10 Atualização: 13/05/2021 | 14:05

Cédulas de dólar (Foto: Shutterstock)
Cédulas de dólar (Foto: Shutterstock)

(Aléxis Cerqueira Góis, especial para o E-Investidor) – O dólar tem influência direta na economia mundial, por isso a compreensão dos fatores que impactam a cotação da moeda ajuda investidores a tomarem decisões mais seguras em curto, médio e longo prazos. Mas nem sempre é fácil entender os motivos das altas e das baixas da variação cambial.

Leia mais:
  • O que é dólar futuro e como funciona?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O comportamento da moeda norte-americana pode estimular a inflação, contribuindo para a elevação de itens que vão de carne a passagens aéreas. Além disso, as variações do dólar podem pressionar o mercado de ações, o Ibovespa e as contas públicas.

Com o início da pandemia em 2020, a moeda saltou de R$ 4 e se aproximou de R$ 6. A valorização do dólar foi sentida por toda a economia brasileira e contribuiu para uma inflação de 14,09% em alimentos e bebidas, na maior alta registrada nas últimas duas décadas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O real desvalorizado reverteu uma tendência de redução do superávit da balança comercial iniciada a partir de 2018. A moeda norte-americana mais cara desestimulou as importações e tornou as exportações mais atrativas para o agronegócio e para a indústria nacional. Em 2020, as vendas externas foram US$ 51 bilhões maiores que as compras no exterior.

Por que o dólar subiu tanto?

Moeda de 1 real em cima de cédulas de dolar

Real foi uma das moedas que mais desvalorizaram frente ao dólar em 2020. (Foto: Shutterstock)

O poder de uma moeda está ligado à confiabilidade na economia de seu país. Os Estados Unidos são a maior potência econômica mundial, por isso o dólar apresenta maior estabilidade, sendo considerado padrão para a formação de reservas monetárias e nas relações comerciais em todo o mundo.

Qualquer cenário de crise, com sinal de instabilidade, faz que investidores migrem de aplicações financeiras mais arriscadas para mais seguras. Com a crise sanitária provocada pelo coronavírus, a moeda norte-americana teve maior demanda no mercado internacional, portanto se valorizou frente às demais.

No Brasil, a dificuldade no enfrentamento da pandemia gerou incertezas quanto à retomada econômica e elevou o risco-país, conceito que mede a confiança do investidor internacional. Em 2020, cerca de US$ 48 bilhões em investimentos estrangeiros deixaram o País, segundo estimativa do Institute of International Finance (IIF).

A variação cambial brasileira é flutuante, então um cenário de menor oferta e de maior procura pressiona a cotação para cima. Como a alta dólar influencia a economia nacional, o governo pode utilizar reservas internacionais para tentar segurar a elevação cambial. Mas nem isso foi o suficiente no ano passado.

Publicidade

Em abril de 2020, as reservas brasileiras registraram o menor patamar desde 2011, de acordo com o Banco Central, chegando a US$ 339 bilhões, enquanto em 2019 esse número foi de US$ 388 bilhões. Ainda assim, o real foi a moeda que teve maior desvalorização frente ao dólar no mundo.

Quando o dólar vai cair?

 

Gráfico de queda; ao fundo, cédula de dólar
Moeda norte-americana não deverá cair ao longo do ano, de acordo com especialistas do mercado. (Foto: Shutterstock)

Apesar da grande valorização em 2020, o dólar apresentou retração no fim do ano passado, quando a cotação recuou para um patamar próximo de R$ 5. O cenário refletiu o otimismo do mercado em relação à retomada da economia mundial proporcionada pelo início da vacinação contra a covid-19.

Em 12 janeiro de 2021, a moeda norte-americana caiu 3,29%, na maior queda diária em dois anos e meio. O movimento foi impulsionado pela esperança de um novo pacote de estímulos para a economia dos EUA a ser lançado pela gestão de Joe Biden na presidência, o que pode garantir maior estabilidade global.

O aumento da taxa de juros básica do Brasil e a manutenção de uma taxa baixa nos EUA podem ajudar a valorizar o real porque os contratos de dívida pública são remunerados com base na taxa. Esse cenário estimula a retirada de investimentos da economia norte-americana para serem alocados em títulos brasileiros.

No Brasil, a taxa Selic, que estava em 2% ao ano, no menor patamar desde 1997, foi elevada para 2,75% e pode chegar a 5% em 2021, de acordo com estimativas do mercado. Enquanto isso, o Sistema de Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) sinalizou que a taxa básica continuará no patamar mínimo, entre 0% e 0,25%.

Publicidade

Mas isso não quer dizer que o dólar apresentará mais quedas. Para que a tendência de baixa ganhe força, é necessário que os investidores aumentem a confiança no Brasil, o que levaria a uma redução do risco-país. Entretanto, sinais de intervenção na economia e a dificuldade de conter a pandemia podem minar essa confiabilidade.

Aonde o dólar vai parar?

Para tentar prever as variações da moeda norte-americana, é importante observar alguns fatores-chave. A aceleração da vacinação no Brasil, o avanço do controle das contas públicas e a continuidade do aumento de juros da taxa básica são fatores que contribuem para segurar a alta do dólar.

Por outro lado, a expectativa de aceleração da inflação nos EUA pode levar a uma elevação dos títulos do Tesouro norte-americano, o que torna os títulos brasileiros menos atrativos para os investidores internacionais. Ao longo de 2021, a maioria dos especialistas do mercado aponta que o dólar deve flutuar entre R$ 5 e R$ 6. Um relatório do Bradesco projeta que o valor da moeda norte-americana deve ficar em torno de R$ 5,30.

O dólar futuro

Uma das formas de investimento oferecidas pela Bolsa de Valores (B3) são os investimentos com o dólar futuro, uma forma de negociação em que compradores e vendedores fecham um contrato de uma quantidade de dólares a um preço acordado no presente com o vencimento em data futura. Os compradores acreditam que o ativo irá se valorizar; já os vendedores confiam que o ativo será desvalorizado no dia do vencimento. Se no fim do contrato o dólar futuro estiver cotado acima do preço da negociação, quem compra é beneficiado; quando ocorre o inverso, o benefício passa a ser do vendedor.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Economia
Cotações
04/02/2026 6h34 (delay 15min)
Câmbio
04/02/2026 6h34 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 2

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

  • 3

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 4

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

  • 5

    O ouro é o novo dólar: por que investidores estão revendo o papel da moeda americana como porto seguro

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Logo E-Investidor
INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Imagem principal sobre o Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Logo E-Investidor
Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Imagem principal sobre o Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Logo E-Investidor
Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Logo E-Investidor
Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES: quem pode solicitar a renegociação em 2026?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES: quem pode solicitar a renegociação em 2026?
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Últimas: Investimentos
XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros
Investimentos
XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

Analistas destacam o nível considerado alto históricamente para os títulos soberanos e o fluxo de caixa recorrente para o investidor

03/02/2026 | 10h34 | Por Isabela Ortiz
C6 Bank projeta dólar em 2026 a R$ 5,50: ‘Movimento intenso e persistente’
Investimentos
C6 Bank projeta dólar em 2026 a R$ 5,50: ‘Movimento intenso e persistente’

Banco vê enfraquecimento estrutural da moeda americana com juros menores nos EUA, apesar dos desafios fiscais e da desaceleração da economia brasileira

03/02/2026 | 09h44 | Por Isabela Ortiz
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA
Investimentos
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA

Investidores estrangeiros entraram com R$ 23 bilhões na B3, impulsionando o índice para uma alta de 12,5% e novos recordes históricos

02/02/2026 | 14h59 | Por Luíza Lanza
Ouro e prata caem forte após rali histórico. O que explica a queda?
Investimentos
Ouro e prata caem forte após rali histórico. O que explica a queda?

Correção ou mudança de ciclo? Alívio com o Fed e realização de lucros provocam tombo, mas fundamentos seguem no radar

02/02/2026 | 13h48 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador