MGLU3 R$ 38,00 +1,39% ITUB4 R$ 21,51 +0,51% DÓLAR R$ 5,26 +1,27% GGBR4 R$ 9,76 +1,99% IBOVESPA 70.966,70 pts -2,81% PETR4 R$ 14,40 +0,70% VALE3 R$ 43,54 +0,39% BBDC4 R$ 19,90 -4,19% ABEV3 R$ 11,67 -0,17%
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Investimentos

Em live da Ágora, especialistas apontam caminhos na B3 com a crise

Crise do novo coronavírus obriga gestor a mudar olhar

Mulher observa oscilação das ações da B3, em São Paulo. Foto: Amanda Perobelli/Reuters
  • Ágora conversa com investidores pelo Instagram
  • Para especialistas, investidor deve pensar a longo prazo
  • Empresas com baixo endividamento e que já superaram crises são melhor aposta
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É hora de ter cautela e estudar bastante as movimentações do mercado de renda variável antes de dar o próximo passo. É o que indicam Ricardo França, especialista da Ágora Investimentos, e José Alberto Baltieri, superintendente de renda variável da Bradesco Asset Management (BRAM), que conversaram ao vivo com investidores em live transmitida na conta oficial da Ágora no Instagram.

“O cenário mudou totalmente”, diz Baltieri, da BRAM. O especialista acredita que a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus obrigou os gestores a olharem de maneira bem diferente para o portfólio.

Segundo o convidado da live da Ágora, as incertezas atuais exigem ainda mais precisão dos investidores no momento de comprar e vender ações. Baltieri não recomenda visar o lucro em curto prazo, dada a dificuldade de previsão do cenário daqui a duas semanas, por exemplo. A exceção agora é o investidor que tem dinheiro em caixa e margem para possíveis perdas.

Para as pessoas físicas na B3, o superintendente de renda variável aponta um caminho: procurar empresas com baixo endividamento, com mais reconhecimento no cenário internacional e, principalmente, que já tenham enfrentado (e sobrevivido bem) a crises passadas. “Nessas empresas é que devemos apostar agora, mas visando o médio e longo prazo”, alerta.

Com a imprevisibilidade atual, até mesmo empresas com este perfil podem ver suas ações se desvalorizarem nas próximas semanas, diz Baltieri. Mas são elas que têm mais chance de se recuperar a longo prazo e dar um retorno positivo para o investidor.

Ricardo França, especialista da Ágora Investimentos, concorda com a análise de Baltieri. Mesmo em um momento de incertezas na B3, ele lembra que não vivemos mais a época em que era cômodo apostar na renda fixa durante uma crise.

Com a taxa de juros no menor patamar da história – 3,75% – e sem a perspectiva de voltar a subir, a renda variável vai continuar sendo mais atraente no longo prazo. “Apesar do momento complicado, temos alternativas de investimento em ações baratas de algumas empresas”.

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