Entre as pagadoras frequentes de dividendos da Bolsa, estão nomes mais tradicionais como Banco do Brasil (BBAS3), Telefônica (VIVT3), Santander (SANB11), Engie (EGIE3) e Itaúsa (ITSA3; ITSA4). Mas também nomes como JBS (JBSS3) e Ambev (ABEV3), pouco presentes nos rankings tradicionais de pagadores de proventos e em carteiras recomendadas para renda passiva.
O destaque ficou com a Petrobras (PETR3; PETR4) e a Vale (VALE3) que, no acumulado do período, pagaram em valores nominais R$ 365,505 bilhões e R$ 135,411 bilhões, respectivamente, aos seus acionistas. A petroleira também se sobressai quando o assunto é dividend yield – métrica que indica a porcentagem do valor do dividendo pago por uma empresa em relação ao preço de sua ação.
Na mediana dos três anos, o retorno em proventos da estatal chegou a 29,58%. Na mesma base de comparação, quem também se saiu bem foram CSN Mineração (CMIN3) e Banco do Brasil, que entregaram rendimentos de dividendos de 13,67% e 13,16% no período.
Apenas 7 das 17 empresas presentes no levantamento tiveram, na mediana dos últimos 3 anos, um retorno de dividendos superior a 10%. Abaixo reunimos todos os nomes que alcançaram esse patamar: