• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Qual é o segredo destes fundos de renda fixa para atrair bilhões no 1 tri?

Analistas listam fundos com dividendos, isenção de IR e liquidez que são destaque em 2024

Por Luíza Lanza

18/04/2024 | 13:50 Atualização: 18/04/2024 | 18:21

(Foto: Envato)
(Foto: Envato)

A renda fixa ajudou os fundos de investimento brasileiros a alcançarem a segunda melhor captação para um primeiro trimestre dos últimos cinco anos. Dados divulgados pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) mostram que, entre janeiro e março, a indústria recebeu um total de R$ 105 bilhões em aportes – só a renda fixa foi responsável por uma entrada de R$ 131,7 bilhões, mas as outras classes tiveram resgates.

Leia mais:
  • Fundo de crédito privado dispara após nova regra para título livre de IR
  • Estes fundos rendem menos que o CDI e o Ibovespa. Descubra o motivo
  • Estes fundos rendem menos que o CDI e o Ibovespa. Descubra o motivo
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mas uma subclasse se destacou ainda mais: o crédito privado. Como mostramos nesta reportagem, o mercado de títulos privados está vivendo um boom em 2024, impulsionado, entre outros fatores, pelas novas regras que limitam a emissão de papéis incentivados. Esse cenário tem feito investidores migrarem para os fundos de crédito, especialmente os fundos de infraestrutura. Os FI-Infras, como são conhecidos, viram o seu patrimônio líquido saltar de R$ 68,3 bilhões em janeiro para R$ 86,7 bilhões em março de 2024.

  • Renda fixa: estas são as opções preferidas dos fundos de investimento

O número de fundos desta categoria subiu de 457 para 508 e o número de contas abertas de 291.546 para 416.727.

“Com as regras mais apertadas do CMN para emissão de CRI, CRAS e LCIs e LCAs, os ativos isentos de imposto de renda estão mais escassos no mercado, e a principal alternativa do investidor está sendo as debêntures de infraestrutura e os fundos de investimentos dessa classe”, explica Kaique Fonseca, economista e sócio da A7 Capital.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Mas a boa rentabilidade desses ativos em 2024 também pode estar impulsionando o fluxo de investidores para a classe.

Fonseca destaca que o JGP-Idex (índice de debêntures de infraestrutura) entregou um retorno acima de 17% nos últimos 12 meses, bastante superior ao CDI de 12,35% do período, e à inflação de 3,93%. “Isso ocorreu, pois os spreads de crédito diminuíram substancialmente, dado o ambiente mais brando para mercado de dívida em 2024 quando comparado com 2023, ano de pico de spreads com os pedido de recuperação judicial de empresas participantes do mercado de capitais. Acredito que a rentabilidade também influenciou positivamente a captação dos fundos de infraestrutura.”

Para além da rentabilidade e do momento de mercado, os FI-Infras têm se popularizado em meio às vantagens oferecidas ao investidor. Segundo os especialistas, a combinação de liquidez, isenção de Imposto de Renda e dividendos mensais está fazendo com que a classe de ativos ganhe espaço nas carteiras.

Dividendos, isenção de IR e liquidez

Os FI-Infras são fundos de investimento que investem em ativos relacionados à captação de recursos para investimento em infraestrutura. Na prática, a gestão ativa dos fundos compra títulos de dívidas de empresas privadas, como debêntures incentivadas e certificados de recebíveis.

Os ativos são negociados em Bolsa, então, para investir, é preciso comprar as cotas e negociá-las no mercado secundário. Isso garante maior liquidez para o investimento, o que é um dos grandes benefícios dos FI-Infra – tanto para os investidores, quanto para os gestores.

Publicidade

“O FI-Infra é ‘matador’ em relação à liquidez se comparado com outros ativos mais comuns da carteira do brasileiro, como bancários, CDBs ou até o fundo de renda fixa tradicional”, destaca Beto Saadia, diretor de investimentos da Nomos. “A partir do momento que um ativo é listado na B3 um ativo e passa a ser livremente negociado, o que o investidor faz é comprar ou vender cotas para outro acionista. Isso faz com que o gestor do fundo não precise desinvestir recursos ou vender ativos quando sofre um grande resgate, o que gera uma ineficiência de custos para o ativo.”

Mas, para além da liquidez, os FI-Infras têm outras duas vantagens que se destacam tanto na visão dos analistas, quanto dos investidores. A primeira delas é a isenção de Imposto de Renda, mais ampla do que em outros produtos. Esses fundos são isentos tanto nos rendimentos distribuídos, quanto no ganho de capital, em caso de venda de cotas com lucro – no caso dos FIIs, Fiagros e ações, a isenção ocorre apenas nos rendimentos, por exemplo.

Com liquidez e isenção de IR, os FI-Infras ainda pagam dividendos mensais. Amanda Coura, diretora da Suno Asset, explica que o pagamento de proventos não é obrigatório, como acontece nos Fundos Imobiliários (FIIs), que precisam distribuir 95% de seus resultados semestralmente. Ainda assim, para manter os ativos atrativos frente à “concorrência” já conhecida e bem quista pelos investidores brasileiros, como os FIIs, instituiu-se a dinâmica de pagamento mensal de rendimentos também nos FI-Infras.

“Os FI-infras investem em títulos de dívida de renda fixa que incorporam diariamente a marcação em seu preço, além do pagamento do cupom (juros e amortização) normalmente em janelas semestrais. Com essa dinâmica, conseguem pagar rendimentos todos os meses, com uma combinação de juros e amortização das cotas”, diz Coura. “Muitos já deixam previsto esse pagamento mensal de rendimento no próprio regulamento, outros simplesmente seguem essa dinâmica mensalmente.”

Publicidade

Um levantamento feito pela Com Dinheiro, a pedido do E-Investidor, mapeou os dividend yields dos ativos listados na B3. As taxas variam: é possível encontrar yields de 3,5%, mas também de 15,8% em 12 meses. Em janelas maiores, de 24 meses, alguns FIIs acumularam um yield superior a 25%.

"Os FI-Infras podem ser aliados a uma carteira com foco em dividendos, dado a recorrência mensal do pagamento de dividendos. O investidor deve levar em consideração alguns fatores para a escolha dos ativos, como: perfil de risco da carteira do fundo, pulverização da carteira, concentração setorial, carrego médio (taxa dos ativos dentro da carteira) e volume negociado dos fundos em questão", destaca Gustavo Saula, analista de investimentos na Solutions MFO; do Grupo SWM.

Como escolher um FI-Infra na Bolsa

Os FI-Infras começaram a ser negociados no Brasil apenas em 2020. Por ser um mercado que está apenas começando, existem hoje poucos ativos disponíveis na Bolsa; 14 ao todo, segundo a B3. Isso significa que é preciso atenção na hora de escolher por um ativo ou outro.

Para Beto Saadia, da Nomos, um bom caminho para o investidor pessoa física é escolher um fundo de volume relevante e casas de gestão renomadas. "O volume do fundo é importante porque, geralmente, diz respeito à liquidez. Dado que o investidor vai precisar comprar e vender o ativo na Bolsa, então é importante ter liquidez tanto na hora da compra quanto na hora da saída", diz. "E por fim buscar casas de boa reputação no mercado, que tradicionalmente sempre fizeram renda fixa."

Publicidade

Mas também é preciso ficar atento ao risco de crédito. Por serem ativos que investem em títulos de dívida, os FI-Infras estão expostos ao temido calote; quando um emissor não consegue honrar com as suas obrigações financeiras. Por isso, o investidor também deve prestar atenção na qualidade do portfólio daquele ativo, destaca Amanda Coura, da Suno.

"Concentração diversificação, perfil dos devedores e relação risco versus retorno", elenca. "Além disso, é importante também o investidor analisar a performance do fundo, com a combinação de retornos consistentes e oscilação da cota a mercado, comparando esse indicador com outros fundos do mercado e indexadores que sejam compatíveis com a carteira."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crédito privado
  • Debêntures
  • Fundos de investimento
  • Fundos de renda fixa
  • Renda fixa
Cotações
12/04/2026 4h23 (delay 15min)
Câmbio
12/04/2026 4h23 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    A última janela para doar bens em vida e reduzir impostos sobre herança em São Paulo

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde aos 197 mil pontos e dólar cai a R$ 5 pela primeira vez em dois anos

  • 3

    Gestoras de “special sits” avançam no Brasil e entregam retornos de até 40% ao ano

  • 4

    Ibovespa supera máximas impulsionado pelo cenário macro e fluxo estrangeiro: os 200 mil pontos chegam quando?

  • 5

    Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Quer migrar do saque-aniversário para o saque rescisão? Atente-se ao prazo de carência
Logo E-Investidor
Quer migrar do saque-aniversário para o saque rescisão? Atente-se ao prazo de carência
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem tem direito ao cashback do IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem tem direito ao cashback do IR?
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Imagem principal sobre o O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Logo E-Investidor
O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Imagem principal sobre o 15 doenças que dão direito à aposentadoria
Logo E-Investidor
15 doenças que dão direito à aposentadoria
Imagem principal sobre o Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Logo E-Investidor
Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Últimas: Investimentos
ISE da B3: como o índice funciona e o que muda quando uma empresa entra ou sai do índice de sustentabilidade
Investimentos
ISE da B3: como o índice funciona e o que muda quando uma empresa entra ou sai do índice de sustentabilidade

Mais do que uma vitrine ESG, indicador atua como filtro de qualidade e muda a forma como o mercado enxerga risco e governança nas companhias

10/04/2026 | 15h57 | Por Igor Markevich
Brasileiros poderão investir em FII de imóveis nos EUA que tem locatários como Amazon, Microsoft e Meta
Direto da Faria Lima
Brasileiros poderão investir em FII de imóveis nos EUA que tem locatários como Amazon, Microsoft e Meta

Objetivo do fundo imobiliário é ter uma renda estável e recorrente em dólar equivalente a 8% ao ano, distribuída trimestralmente

10/04/2026 | 10h00 | Por Marília Almeida
Gestoras de “special sits” avançam no Brasil e entregam retornos de até 40% ao ano
Investimentos
Gestoras de “special sits” avançam no Brasil e entregam retornos de até 40% ao ano

Em 2015 existiam cinco casas especializadas. Número saltou para 51 em 2025

10/04/2026 | 05h30 | Por Marília Almeida
C6 aumenta exposição à renda fixa prefixada e vê mais espaço para Bolsa brasileira
Investimentos
C6 aumenta exposição à renda fixa prefixada e vê mais espaço para Bolsa brasileira

Banco espera que o mercado passe a prever juros futuros mais baixos e considera uma boa oportunidade de investimento em ativos prefixados brasileiros

09/04/2026 | 14h46 | Por Bruna Camargo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador