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Investimentos

O que juros em queda têm a ver com ganhos de fundos de private equity?

Veja quais as perspectivas para este investimento em 2024 e quais são os setores que podem se sair bem no ano

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

26/01/2024 | 10:05 Atualização: 31/01/2024 | 5:34

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

A taxa básica de juros da economia, a Selic, deve registrar um novo corte pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) na próxima quarta-feira (31). A estimativa do mercado é de uma redução de 0,5 ponto percentual, levando a Selic de 11,75% para 11,25%.

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O mercado também já precifica outros cortes. Segundo o mais recente boletim Focus, a expectativa é que a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para Leonardo Ribeiro, CEO da Pebay, essa queda pode deixar muitos investimentos de riscos mais atrativos.

“Em 2023, o investidor estava recebendo um rendimento de 1% ao mês em média sem correr grandes riscos. Quando você tira esse rendimento e ele cai para 0,6% ao mês, isso começa a incomodar, é nesse momento que há retomada dos ativos de risco”, explica Ribeiro.

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Ele cita que entre os possíveis beneficiados por essa mudança estão os fundos de private equity, uma modalidade de investimento que busca comprar participações em empresas que não possuem capital aberto para vendê-las futuramente na Bolsa de Valores ou para ganhar com a lucratividade da mesma.

“Claro que não é uma queda de 11,75% para 9% que vai reaquecer o mercado de private equity, mas sim a tendência de queda, a curva de juros futuros é que deve precificar o mercado de modo geral”, argumenta Ribeiro.

O CEO da Pebay usa o ciclo de corte de juros de 2017 até 2020, quando a Selic saiu de 13,75% e foi para 2% ao ano, para argumentar que essa redução é muito positiva para o segmento de private equity. “Essa baixa significativa abriu o mercado de ações para ofertas iniciais de ações (IPOs), que permitiram que 28 empresas abrissem o capital em 2020, e 45 em 2021, gerando retorno para os fundos que, apenas em 2021, puderam distribuir para seus cotistas um volume recorde R$ 55 bilhões”, diz.

Por causa desse boom, um estudo feito pela Pebay e enviado com exclusividade ao E-Investidor, mostra que os fundos de private equity lançados a partir de 2015 tiveram um rendimento bruto médio de 20% ao ano até o fim de 2022.

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De acordo com o levantamento, o melhor rendimento ficou com os fundos lançados em 2017, que renderam 24% a cada ano entre 2017 e 2022. Já os fundos lançados em 2020 tiveram um rendimento médio de 22% a cada ano.

Por outro lado, ele alerta que o setor não é totalmente seguro como um título do Tesouro Direto, visto que o investidor não sabe quanto exatamente vai tirar no final da aplicação. Outro ponto é que o desempenho das empresas que fazem parte dos fundos de private equity pode ser prejudicado pelo ciclo de alta de juros e a disparada da inflação.

Para fomentar a tese, Ribeiro lembra quando o Brasil entrou em um ciclo de alta de juros para controlar a inflação. A Selic foi de 2% ao ano em 2021 para 13,75% ao ano em agosto de 2022. Ao mesmo tempo, a inflação chegou a bater recorde com avanço de 1,62% nos preços em março de 2022  –  à época, a maior alta desde o início do plano real – e de 11,3% em 12 meses até o fim do primeiro trimestre daquele ano. A disparada aconteceu por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia.

“Se a empresa pegou dívida para crescer, os juros altos começaram a comer muito o resultado das companhias por meio da despesa financeira. Além disso, alta da inflação também atrapalhou, principalmente para as que deveriam repassar preços para o consumidor. Nesse sentido, muitas empresas de private equity foram atingidas por essas questões macroeconômicas e tiveram que pedir recuperação judicial”, explica Ribeiro.

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No entanto, como o ciclo atual é de corte de juros e a inflação está controlada. Por isso, a expectativa é de boa rentabilidade para os fundos de private equity, como o visto entre os fundos lançados entre 2017 e 2020.

Os melhores setores de private equity para investir

Se as expectativas são de retomada em 2024, quais seriam os setores que os investidores devem procurar para aportar? Segundo Ribeiro, os melhores segmentos seriam o de saúde e infraestrutura. Ele comenta que o setor de saúde tem um tendência de entregar empresas com bons números no quesito valor de mercado. “Teve empresas que estrearam na Bolsa com um valor muito bom para quem vendeu os papéis na época, como o caso da Rede D’Or (RDOR3). Isso para um fundo de private equity é muito positivo. Pelo o que eu tenho acompanhado, esse segmento pode apresentar novos casos atrativos”, relata.

Outro setor bem visto é o de infraestrutura. A expectativa é que novas obras e até algumas Parcerias Público Privado (PPPs) devem impulsionar as companhias que fazem parte dos fundos de private equity. “O País ainda precisa muito de obras de infraestrutura, muitos projetos ainda devem acontecer, o que tende a ser positivo para as empresas desse setor. Ainda veremos diversas privatizações de portos e aeroportos”, ressalta Ribeiro.

Já Igor Romero, CEO da Efund, relata que os setores de tecnologia, saúde, energia renovável e inteligência artificial continuarão a ser atrativos em 2024. “Essas áreas apresentam oportunidades de crescimento robusto e inovação, atraindo investidores em busca de ótimos retornos”, argumenta.

Investidor pessoa física e o private equity

Mesmo com um cenário interessante e atrativo, a grande maioria dos investidores pessoa física está impedida de investir diretamente em private equity. Isso porque a regulação só permite acesso a quem possui pelo menos R$ 1 milhão em patrimônio.

Ribeiro, da Pebay, acredita que existem algumas possibilidades para a pessoa física ter exposição a esses fundos. “O investidor pode comprar os fundos que têm participação em private equity” afirma, ao citar como exemplo FIPs-IE, FIIs e gestoras como Vinci e Pátria Investimentos. “Com eles, a pessoa física que não possui um grande patrimônio pode ficar exposta ao private equity”, afirma.

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Existem também outras formas de investir em empresas de capital fechado e que o investidor pessoa física consegue de forma direta. Essa modalidade é conhecida como crowdfunding. Esse formato permite aportes em startups com valores como R$ 1 mil. Ribeiro comenta que a modalidade é arriscada, pois trabalha com empresas que ainda não estão com o plano de negócio consolidado.

Todavia, Paulo Deitos, presidente da Crowdinvest e da Captable, uma empresa de crowdfunding, comenta que esses riscos podem ser diminuídos se o investidor aportar o dinheiro em várias startups ao mesmo tempo. Segundo ele, seguindo a metodologia de diversificação, o retorno médio para essa modalidade chega a 23,9% ao ano.

“O ideal é ele ter 15 ou 20 startups na carteira para diminuir os riscos, pois dentro dessas, algumas podem ir mal, outras podem andar de lado e as demais tendem ter um desempenho muito acima da média”, conclui Deitos.

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