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Investimentos

Fundos quantitativos: apenas 15 de 113 superaram o CDI em 2023

Análise da TC Pandhora Investimentos revela os melhores fundos quantitativos do ano e suas estratégias

Por Leo Guimarães

20/11/2023 | 18:08 Atualização: 21/11/2023 | 11:14

Só 13% dos fundos quantitativos bateram o CDI, o principal parâmetro dos investimentos, em 2023. (Foto: Envato Elements)
Só 13% dos fundos quantitativos bateram o CDI, o principal parâmetro dos investimentos, em 2023. (Foto: Envato Elements)

Dos 113 fundos conhecidos no mercado como fundos quantitativos, somente 15 bateram o CDI em 2023, o equivalente a 13% da amostra, de acordo com levantamento realizado pela TC Pandhora Investimentos na plataforma Economatica.

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A categoria faz parte de uma indústria que sofreu bastante com resgates este ano. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), os fundos de investimento registraram captação líquida negativa de R$ 70,1 bilhões em todas as modalidades.

A exceção ficou por conta dos fundos de previdência (+R$ 11,9 bilhões), fundos de investimento em direitos creditórios Fdics (+R$ 16,3 bilhões) e fundos de Investimento em Participações, FIPs (+R$ 42,3 bilhões).

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Neste universo, também estão inseridos os fundos quantitativos. Estes, no entanto, estão num limbo de informações, já que não há classificação específica da Anbima para eles. Paulo Boghosian, diretor executivo do TC Pandhora, reconhece que o ano de 2023 foi desafiador para todo o segmento. E, no caso dos quantitativos, as dificuldades vêm desde 2021.

Isso porque os quantitativos são conhecidos por serem seguidores de tendências e, com o mercado andando de lado ao longo dos últimos anos, a indefinição toma conta do setor. “A indústria tem sofrido bastante”, diz o executivo, referindo-se ao movimento das ações e de outros ativos.

O fundo dirigido por Boghosian é um dos 22 que vêm superando o principal benchmark do mercado. O ativo entregou 130% do CDI até o fim de outubro. O ranking é liderado pelo Safra Maxwell, que registrou uma rentabilidade de 213% do CDI no período (ver lista).


"Estamos conseguindo acertar a tendência de maneira consistente e entregar prêmio de risco alternativo, que é o prêmio de fatores", diz o executivo.

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Os fatores, segundo Boghosian, são fenômenos acadêmicos documentados em papers de finanças. O que o Pandhora faz é transformar esses fenômenos estatísticos em estratégias que tentam capturar o retorno (o prêmio) demonstrado nessa literatura.

"O que o nosso fundo faz é mensurar fator a fator, olhando o universo de ações da Bolsa", ressalta.

Comprar e vender

Na prática, isso significa ranquear os papéis de acordo com os dados descritos. Esses podem conter informações relativas a preço (de forma a entrar comprado nas ações que o modelo entende estar baratas e vendido naquelas em que o modelo entende estar caras), ou princípios de qualidade (long nas melhores empresas em nível de endividamento e short nas piores) e outros fatores.

"Dessa forma, zeramos o beta, ou seja, capturamos o prêmio de risco alternativo, sem correr risco de mercado", diz. Na prática, o fundo se propõe a captar a valorização relativa entre os papéis, mesmo que o mercado não apresente uma direção de alta ou de baixa. É dessa forma, explica Boghosian, que o Pandhora vem conseguindo se destacar este ano.

As ações analisadas são todas da Bolsa brasileira. Há também a segunda metade da estratégia do fundo, que aplica em outras classes de ativos, buscando tendências em índices de ações, dólar e curva de juros DI. "A idéia é entregar o prêmio quantitativo puro brasileiro", completa.

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O fundo fica alocado nas posições comprado e vendido (com beta neutro, ou seja, posição que não segue o movimento geral do mercado)e outra parte do caixa fica aplicada em títulos públicos, que dão a garantia de entrada nos derivativos, parte do chamado trending following, ou busca por tendências. "Foi assim que o modelo quant cresceu nos EUA", diz.

Mudanças estruturais

Nos últimos anos, as relações entre ativos mudaram, impactando no resultado dos fundos como um todo. "Não só os fundo quant, mas muitos fundos estão abaixo do CDI", lembra Tomás Leme, responsável pela relação com os investidores da TC Pandhora.

"Se o momento está difícil para equipes tradicionais, as mudanças de correlações entre os ativos também foi difícil para as estratégias de fundos quantitativos", completa Leme.

No cerne estaria a mudança de dinâmica dos juros, num mundo mais inflacionário e que demanda taxas maiores. "A correlação de uma moeda de um país com o o outro influencia como os outros ativos vão performar", afirma.

Este seria o ponto de revisão de estratégias. Mas, no caso dos fundos quantitativos, essa mudança teria de se dar sem a interferência humana. Isso porque, quando há a discricionariedade, um fundo não pode ser considerado quant, pois, assim como todo mundo, os gestores têm vieses.

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O diferencial para quem busca um fundo quantitativo é justamente evitar viés de mercado e buscar uma estratégia sistemática, de forma que o algoritmo execute a busca pela melhor estratégia de investimento.

Anbima e a classificação dos fundos quantitativos

Por isso, os executivos da TC Pandhora cobram da Anbima uma classificação clara do que é ou não um fundo quantitativo. Segundo eles, há muitos fundos que têm quant no nome que não deveriam ter essa classificação, assim como existem fundos que são quantitativos e não trazem a estratégia no nome, caso dos produtos do TC Pandhora.

Uma forma de avaliar um fundo quant (e sua principal característica) é olhar a sua descorrelação com o mercado. E isso pode ser percebido em um dia em que todo mercado cai ou sobe e a performance da gestora não se altera.

"A descorrelação é positiva ao longo do tempo, pois reduz a volatilidade. O investidor não deve olhar apenas a performance", diz Leme. Ele defende que um produto descorrelacionado é importante na composição de portfólio, pois mantém os retornos numa relação de risco mais balanceada.

Sobre a classificação de fundos quantitativos, a Anbima informou ao E-Investidor que está prevendo uma atualização de seus critérios para o segmento, de forma geral, em 2024. A entidade diz que essa discussão foi pautada pela Resolução 175, e que demandas como a dos fundos quantitativos serão contempladas na discussão.

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