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Investimentos

Os 10 fundos que superaram a rentabilidade do CDI nos últimos 10 anos

Segundo dados da Economatica, há fundos que conseguiram entregar uma rentabilidade anual de até 18%

Por Daniel Rocha

05/07/2023 | 10:27 Atualização: 05/07/2023 | 10:27

Os fundos de investimentos costumam ser uma alternativa de diversificação para o investidor (Foto: Envato Elements)
Os fundos de investimentos costumam ser uma alternativa de diversificação para o investidor (Foto: Envato Elements)

O ciclo de aperto monetário visto nos últimos dois anos no Brasil exigiu dos gestores de fundos novas estratégias para entregar aos cotistas rentabilidade atrativas e próximas do atual patamar da taxa de juros, que segue a 13,75% ao ano. Ao olhar para a Selic elevada, o primeiro impulso do investidor é migrar para os títulos ou fundos de renda fixa a fim de aproveitar os retornos na casa de dois dígitos.

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No entanto, quando o assunto é longo prazo, os fundos com estratégia de multimercados e de ações, por exemplo, mostraram ser mais rentáveis do que aqueles produtos posicionados em ativos de renda fixa. É o que aponta um levantamento feito pela Economatica ao analisar os fundos de diversas classes com mais de 10 anos de histórico. Ao considerar o CDI como benchmark de referência, os fundos de multimercado foram os que apresentaram rentabilidade média anual de quase 19%.

Foi o caso do fundo Kapitalo Master II FIM com R$ 18 bilhões de patrimônio. Segundo a análise, em um intervalo de uma década, o fundo com uma estratégia de multimercado entregou uma rentabilidade anual de 18,86%. Ao comparar com o CDI durante o mesmo período, o produto conseguiu entregar um prêmio de 322,11% superior ao título bancário que acompanha a variação da taxa de juros.

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Logo depois aparecem no ranking os fundos WA US Index, com 18,31% de retorno médio anual, e o Bahia AM Marau Master, com 17,50% de retorno médio anual.

Segundo Igor Cavaca, head de gestão de investimentos na Warren, as rentabilidades expressivas ao longo de 10 anos têm relação com a característica dessa classe de fundos baseado na facilidade da composição dos ativos.

Como o próprio nome sugere, os fundos multimercados conseguem estar posicionados em várias classes de ativos, como em ações e títulos de renda fixa, ao mesmo tempo.

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Na prática, isso significa que o portfólio desses instrumentos pode ser alterado conforme o cenário econômico para manter as rentabilidades atrativas. “O perfil dos fundos multimercados permite que os gestores ajustem a alocação de ativos e tomem decisões estratégicas com base nas condições econômicas e nas perspectivas de mercado”, diz Cavaca.

Ao considerar a mediana dos fundos por classe de atuação, os fundos de ações são os que mais se destacam e oferecem prêmio de 114,6% acima do CDI em um intervalo de 10 anos. A justificativa para os retornos expressivos está pautada no risco que os produtos oferecem aos investidores. “Por estar investindo em ativos mais arriscados, os investidores exigem maior rentabilidade para seus investimentos, que em geral é remunerada em janelas de tempos maiores”, acrescenta Cavaca.

Além do risco, a estratégia dos gestores para os fundos de ações também influenciou na rentabilidade desses produtos. Segundo Clara Sodré, analista de Alocação e Fundos da XP, quando os fundos estão mais posicionados em ativos com menor liquidez, eles tendem a ter performances ainda mais elevadas. “Os fundos também posicionados em commodities influenciaram nesse retorno”, acrescenta Sodré.

Já os fundos multimercados entregaram um prêmio de 39,6%, enquanto os de previdência ficaram em terceiro lugar com um retorno mediano de 27,5% acima do CDI. No entanto, por se tratar de uma mediana, não significa que a rentabilidade segue similar para todos os fundos da categoria.

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Gabriel Tossato, especialista de investimentos da Ágora, alerta que há fundos previdenciários, por exemplo, com uma estratégia de investimentos posicionados em ações. “Os motivos que levam a ter uma rentabilidade durante este período são diferentes. Não é o mesmo para uma classe como um todo”, afirma Tossato.

O levantamento analisou os fundos com histórico superior a 10 anos e que possuíam um patrimônio líquido superior à R$ 500 milhões e com mais de 10 cotistas. Não foram considerados na amostra os produtos com exposição a crédito privado.

O que precisa estar no radar?

“A rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura” é uma das frases mais ditas pelos especialistas de mercado ao alertar os investidores sobre os cuidados antes de investir em qualquer classe de ativos ou instrumento financeiro. Isso porque as decisões de investimentos não devem ser pautadas apenas por essa métrica. Os investidores precisam ficar atentos à estratégia dos gestores para os fundos e também para os riscos atrelados ao investimento.

“É importante entender a gestão por trás do fundo. Se é uma gestão com experiência e tem capacidade de operar aquela estratégia. É importante entender também o grau de volatilidade da estratégia”, ressalta Sodré, da XP.

Outro ponto a ser analisado é se o seu objetivo de investimento está adequado à estratégia do fundo. Há produtos que exigem um tempo de alocação maior, o que pode prejudicar o planejamento do investidor. “O investidor pode entrar em instrumento voltado para o longo prazo, mas está investindo para apenas três anos”, cita Tossato. O especialista da Ágora também recomenda analisar a magnitude das maiores quedas dos produtos em momentos de crise.

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“É uma forma de analisar se o investidor aceita esse nível de risco”, acrescenta. Os custos para a manutenção dos produtos, como a taxa de administração, também deve entrar no critério de análise do investidor antes de alocar os seus recursos nesses produtos.

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