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Conteúdo Patrocinado . Investimentos

“Uma carteira diversificada é a melhor proteção contra variações agressivas”, diz Dalton Gardimam sobre guerra comercial

Economista-chefe da Ágora Investimentos destaca aspectos importantes que o investidor deve considerar em momentos incertos

Por Ágora Investimentos

29/05/2025 | 10:57 Atualização: 29/05/2025 | 10:57

Dalton Gardimam, economista-chefe da Ágora Investimentos
Dalton Gardimam, economista-chefe da Ágora Investimentos

No dia 2 de abril, o presidente americano Donald Trump subiu ao púlpito do Jardim das Rosas, na Casa Branca, para anunciar uma nova e extensa lista de tarifas aumentadas para diversos países; contudo, seu objetivo principal foi balizar forças com a segunda maior economia do mundo: a China. 

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Desde então, as economias globais passaram por momentos de incerteza que impactaram a aversão ao risco dos investidores em todo o mundo. Afinal, qual é a estratégia correta diante de uma guerra comercial imprevisível?

Embora a tensão tenha arrefecido nas últimas semanas com EUA e China suspendendo as tarifas aumentadas inicialmente, uma pergunta ainda persiste: o que poderá acontecer se a guerra comercial entre Estados Unidos e China voltar? 

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Na entrevista a seguir, o economista-chefe da Ágora Investimentos, Dalton Gardimam, explica como o investidor pode proteger seu patrimônio e destaca outros momentos históricos em que a tensão geopolítica impactou os mercados globais.

Por que os conflitos políticos mexem tanto com as Bolsas mundialmente? 

Mercados reagem a conflitos políticos porque, no fundo, reagem a surpresas e conflitos que são quase sempre, por definição, imprevisíveis. Quando há instabilidade, seja uma guerra, uma crise institucional ou uma eleição inquietante, essa nova incerteza tem de ser levada em conta nos preços. 

No mundo real, um produtor não sabe se vai conseguir importar matéria-prima, se o preço do petróleo vai disparar ou se o governo vai mudar as regras do jogo. Isso afeta diretamente os lucros e até a viabilidade do negócio. Em escala global, pode ser dramático, especialmente em mercados tão interligados.

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Quais são as dicas para proteger e ampliar o patrimônio nesse cenário?

A primeira dica vem antes mesmo da eclosão da crise ou do conflito: diversificar. Uma carteira diversificada é a melhor proteção contra variações agressivas dos preços de alguns ativos. 

No Brasil em particular, é importante proteção contra a inflação, como investimento em títulos atrelados ao IPCA. Mais recentemente, os brasileiros têm a oportunidade de fazer investimentos internacionais, o que é uma diversificação de câmbio, de riscos políticos, de jurisdição e de setores inexistentes no Brasil.

Crises são sempre passageiras de alguma forma ou de outra. Logo, uma postura de longo prazo acaba sendo vencedora aqui. 

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Quais são os benefícios da diversificação no atual contexto?  

Diversificar implica na possibilidade de distribuir, diminuir e até eliminar riscos. Mais especificamente, de câmbio (diversificação de moeda), de risco-país (diversificação de jurisdição), de ciclo econômico (diversificação de país ou região), de setor (tecnologia, por exemplo) e mesmo dentro de cada ativo, a diversificação opera para refinar os riscos assumidos.

É um dos mais importantes conceitos que qualquer investidor deve ter em mente quando faz uma aplicação seja de qualquer valor.

Em que outro momento da história houve guerras comerciais semelhantes à atual? 

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Em proporções dramáticas, os Estados Unidos aprovaram a Lei Smoot-Hawley em 1930, que aumentou drasticamente as tarifas de importação sobre centenas de produtos estrangeiros. Porém, o intuito de proteger a indústria não vingou, pois os países retaliaram a ação, como estão fazendo atualmente. 

Entre 2018 e 2020, aconteceu o que foi chamado de guerra comercial entre EUA e China, a qual contou com tarifas, restrições a empresas etc. Mas, na proporção das tarifas atuais, não se tem notícia na história. O evento é chamado de Trade War 2.0. 

O dólar apresentou desvalorização de 9% desde o início da guerra comercial. Faz sentido criar estratégias que envolvam a moeda em um cenário ainda indefinido sobre o rumo das taxas? 

Enquanto perdurarem as incertezas extremas em relação às tarifas americanas, o dólar pode cair mais e alguma cautela e proteção são recomendadas em relação à moeda. 

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Em médio prazo, supõe-se que haverá alguma conciliação e a volta ao normal (ou um possível normal), o que pode criar oportunidades táticas de compra nesse período para o dólar americano. 

Quer acompanhar mais análises aprofundadas sobre os rumos do mercado financeiro? Acesse o Ágora Insights e confira conteúdos diários sobre o mercado financeiro. 

 

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Este material é distribuído com o objetivo de prover informação e não configura oferta ou recomendação de produto. As informações contidas são consideradas confiáveis na data da sua publicação. Consulte os riscos das operações e a compatibilidade com seu perfil antes de investir, evitando operações inadequadas ou que estejam desenquadradas do seu perfil no momento da adesão. Para mais informações, acesse o site.

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