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Investimentos

Renda fixa americana cresce em ganhos. Mas o investimento vale para você?

Apesar da deterioração do cenário macroeconômico americano, eles ainda são considerados ótimos pagadores

Por Artur Scaff

24/11/2023 | 10:05 Atualização: 25/11/2023 | 9:31

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Os Treasuries atingiram seus maiores rendimentos neste ano desde 2008. Eles são os títulos de dívida pública dos Estados Unidos e considerados pelos especialistas como uma das formas de investir em renda fixa mais seguras do mundo.

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A alta no rendimento dos Treasuries ocorre na esteira da deterioração da situação de crédito dos Estados Unidos e da alta dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central estadunidense) para o maior patamar em mais de 22 anos, entre 5,25% e 5,50% ao ano.

O rendimento varia de acordo com a quantidade de tempo que o investidor deseja deixar o dinheiro aplicado nos títulos. As notas de dez anos, um dos papéis mais comuns no mercado, por exemplo, estão com juros de 4,42% ao ano.

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Além disso, mesmo com o rebaixamento da nota e revisões negativas sobre o crédito nos Estados Unidos por agências de risco, como a Moody’s e a Fitch Ratings, os Treasuries seguem avaliados como um dos ativos de maior segurança do mundo.

Isso ocorre porque o governo norte-americano é considerado como um dos pagadores mais seguros na economia global, como explica a economista e professora de MBAs da Fundação Getulio Vargas (FGV), Carla Beni. “A indicação negativa e o rebaixamento não são um escândalo, a nota de rating dos EUA ainda é muito alta e no médio prazo não haverá um impacto grande para os investidores”, afirma.

Ao olhar para a rentabilidade, os Treasuries ainda estão com alguns dos maiores rendimentos dos últimos 15 anos e a garantia de pagamento continua sendo uma das mais confiáveis do mundo. Mas isso quer dizer que é hora de investir nesses ativos?

Por mais que os rendimentos dos Treasuries estejam em altas históricas, não há um consenso entre os analistas consultados pelo E-Investidor sobre entrar neste mercado.

A economia dos EUA

Um dos primeiros pontos que precisam ser analisados para entender se chegou a hora de entrar nos Treasuries e por que esse investimento tem visto sua rentabilidade subir tanto fica com a macroeconomia dos Estados Unidos. O país passou por um cenário que não era visto há décadas, com a maior taxa de juros em mais de 22 anos, além da maior rapidez para ela subir, com 12 aumentos na taxa em 18 meses.

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O rendimento dos Treasuries reflete os juros da maior economia do globo. Isso porque, a taxa básica de juros consiste no preço do dinheiro. Ou seja, ela serve como parâmetro de remuneração mínima pelo risco.

Dessa forma, na medida que a taxa básica de juros dos EUA subiu, o rendimento dos Treasuries também aumentou. O mesmo acontece caso o risco – seja por conta da disponibilidade de crédito, de guerras e de outras situações – fique maior.

“Os EUA atingiram um nível recorde de dívida. Então os downgrades de rating, as dívidas, os refinanciamentos de dívida e os juros muito altos têm pesado para os norte-americanos – e isso impactou os juros longos”, disse José Maria Silva, coordenador de Alocação e Inteligência da Avenue. “Ainda assim, eu acredito, e o mercado também, que os juros não devem aumentar mais. E se aumentar, será de 0,25 ponto porcentual, apenas”, completou.

O economista da Levante Investimentos, Rodrigo Romero, por sua vez, acredita que o cenário fiscal dos EUA para o longo prazo não deixa uma recomendação de Treasuries tão fácil. “Grande parte das despesas obrigatórias dos EUA, como saúde e previdência, estão em tendência de crescimento no longo prazo e isso, juntamente com o crescimento das despesas com juros, faz com que a curva de longo prazo nos EUA deva se manter com prêmio de risco positivo, talvez até maior do que os atuais” ressalta.

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Além disso, Romero desconsidera a análise dos últimos quinze anos dos EUA após 2008. O analista explica que o espaço amostral deve ser maior, já que o país praticava uma política monetária expansionista e com os juros longos baixos, algo fora dos padrões do mercado.

“Nossa análise também considera que as taxas de juros de longo prazo são afetadas pela disponibilidade de títulos dos Treasuries e nós esperamos mais emissões em 2024 do que neste ano, de US$ 3,5 trilhões”, explica.

É hora de investir nos Treasuries?

Todos os analistas consultados responderam que este pode configurar um bom momento para investir nos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano. O que variou na resposta deles foi a data de vencimento dos títulos, a visão dos juros no futuro e a cautela que deve ser adotada pelo investidor.

Para Romero, o rendimento dos Treasuries no futuro poderá aumentar ainda mais. No entanto, no curto prazo, ele acredita que agora pode ser uma boa hora para entrar. No longo prazo, porém, a expectativa é de uma alta maior no rendimento. “Nos vencimentos mais de curto prazo, principalmente até dois anos, ainda que o cenário do ponto de vista do combate à inflação ainda exija cautela, entendemos que possa haver oportunidade”, disse.

Romero ainda destaca que os Treasuries podem funcionar como instrumento de diversificação da carteira, para conseguir renda em dólar e segura. Ele, no entanto, aconselha ao investidor manter também investimentos na renda fixa brasileira.

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Para Silva, por outro lado, vê como interessante a aplicação nos títulos do governo americano no longo prazo. “O investidor precisa pensar que esse é um momento que não era visto há décadas, com taxas que não eram vistas há muito tempo em um investimento ainda muito seguro e sólido, com ratings duplo ou triplo A”, disse.

“Um título com um rendimento de 5% ao ano, em dólar, durante 10, 20 ou 30 anos, surge como oportunidade que não havia desde 2007. O momento de entrada é agora. Os juros não vão ficar altos por tanto tempo assim”, completou Silva.

A análise de Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, vai na mesma linha, pontuando que esta pode ser uma boa janela de oportunidade para investir na renda fixa americana. “Eu acho que é uma boa oportunidade. O ideal é que o investidor consiga levar esse investimento até o vencimento. A rentabilidade de 4,5% ou 5% não é descartável, ainda mais pensando que elas estavam a 2% há pouco tempo”, comentou.

Pacheco ainda destaca que outra opção para o investidor: ao invés de comprar esses títulos diretamente ele pode fazer aportes por meio de ETFs (Exchange Traded Fund, em inglês, que define um fundo atrelado a uma carteira de ativos que busca um retorno semelhante a um índice de referência). Ele aconselha fazer uma “escadinha” com os vencimentos dos títulos, aplicando um pouco em 2 anos, um pouco 5 anos e outro tanto em 10 anos e assim por diante.

Quanto está o rendimento dos Treasuries hoje?

Nesta sexta-feira (24), às 10h, os títulos de seis meses dos EUA estão com um rendimento de 5,4%, o maior dentre todas as opções de vencimentos.

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Já a menor rentabilidade está nos títulos de dez anos, rendendo 4,46% ao ano – estes investimentos sofrem incidência de impostos. Confira as demais rentabilidades abaixo:

  • 1 ano: 5,27%
  • 2 anos: 4,92%
  • 3 anos: 4,63%
  • 5 anos: 4,44%
  • 7 anos: 4,46%
  • 20 anos: 4,74%
  • 30 anos: 4,55%

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