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Investimentos

Inflação alta: é um bom momento para investir nos Estados Unidos?

Especialistas explicam o cenário e pontuam os setores e ativos que devem ser apostas mais certeiras nos EUA

Por E-Investidor

14/10/2021 | 3:00 Atualização: 14/10/2021 | 12:03

A Bolsa de Nova York e bandeira dos Estados Unidos. Foto: Jeena Moon/ Reuters
A Bolsa de Nova York e bandeira dos Estados Unidos. Foto: Jeena Moon/ Reuters

(Isabela Moya, especial para o E-Investidor) – Crescimento da inflação, retomada econômica pós-pandemia, alta dos juros, são várias as possibilidades e os receios em relação à economia norte-americana que o investidor brasileiro deve levar em consideração para ponderar na hora de investir nos Estados Unidos.

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O índice de preços ao consumidor subiu 0,4% em setembro, após alta de 0,3% em agosto, segundo dados divulgados pelo Departamento do Trabalho na quarta-feira (13). Nos 12 meses até setembro, o índice aumentou 5,4%, após avançar 5,3% em agosto ante o ano anterior. A alta nos preços ao consumidor lança ainda mais dúvidas sobre a visão do Federal Reserve (Fed) de que o aumento da inflação é transitório.

Na avaliação de Henrique Castro, professor de finanças da FGV, o país está passando por um fenômeno global: o aumento da inflação e uma perspectiva de crescimento da economia mais baixa do que se esperava da retomada após o pico da pandemia do coronavírus. Apesar de baixo, quando comparado ao Brasil, o nível de inflação nos EUA está alto para os padrões do país.

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“Isso se deve a uma série de fatores. Os preços de commodities, por exemplo, subiram muito no mercado internacional e o preço do petróleo está bem mais elevado em relação ao começo do ano”, diz. “Inclusive, países produtores de petróleo estão mantendo o nível de produção um pouco mais baixo para conseguir manter esse preço mais elevado, e isso tem afetado várias economias, como a americana”, explica Castro.

Para o professor, outro fator que pode ter influenciado a inflação norte-americana foi o auxílio emergencial liberado pelo presidente Joe Biden durante a pandemia, que injetou mais de US$ 800 bilhões na economia do país, fora o montante direcionado ao auxílio financeiro de pessoas desempregadas e os empréstimos e subsídios fornecidos a proprietários de pequenas empresas.

Para contornar a situação, o Fed tem indicado que deve aumentar as taxas de juros. “O banco central americano deu indicações de que deve elevar os juros até o final do ano ou começo do ano seguinte. Eles ainda estão mantendo uma tentativa de conter essa inflação por outros meios, mas é provável que eles vão subir os juros em algum momento”, afirma Castro.

Quais setores apostar?

Rodrigo Lima, analista de investimentos da Stake, considera que, de forma geral, o momento atual é propício para investimentos nos EUA. “A bolsa americana vinha de uma sequência de altas. Estava há quase sete meses sem uma queda, mas setembro foi um mês bem ruim para os mercados internacionais como um todo. Mas o país tem algumas das principais empresas do mundo, com forte geração de caixa e o S&P 500 [índice composto por ativos das bolsas americanas] ainda está bem distante da máxima de preços de lucro que já chegou a negociar”, avalia o analista, sinalizando que pode-se esperar uma valorização das ações norte-americanas.

Além disso, muitas empresas tiveram suas receitas comprometidas com a pandemia e, com a retomada econômica do país, é possível que a lucratividade dessas companhias volte a aumentar. “A gente tem que pensar que o país está se recuperando de uma crise econômica, então as empresas estão com lucros comprimidos, mas os resultados divulgados nos últimos trimestres são muito positivos”, avalia Lima.

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Segundo o analista, os setores norte-americanos que apresentaram melhores resultados em 2021 foram o de energia e o financeiro, que é dominado por bancos de investimentos. Caso o país apresente uma forte retomada econômica, os setores de varejo e imobiliário também devem apresentar boas performances. “Esses são setores muito cíclicos, quando a economia vai bem, eles também performam bem, mas se a economia não for bem, eles sofrem muito”, afirma.

O setor de utilities – companhias de fornecimento de água, gás e energia elétrica -, por outro lado, é mais estável e não oscila tanto de acordo com a variação das taxas de juros e inflação do país. “Quando a gente tem esses momentos de aversão ao risco, em que a renda variável cai e as pessoas correm para comprar títulos públicos, que são mais seguros, elas também correm para comprar [títulos de renda variável] do setor de utilities, que têm receitas mais previsíveis e não dependem tanto da economia ir maravilhosamente bem”, aponta Lima.

Já o setor de tecnologia do país sofreu com a alta dos juros, por serem empresas com dívidas altas e fluxo de caixa projetado para ganhos futuros. “Essas empresas sentem o impacto da taxa de juros de maneira muito forte. Então, se o investidor tiver apostando em uma reversão a médio ou longo prazo, ele deve ficar atento, porque existe a chance de um boom”, diz o analista da Stake.

Renda fixa ou variável?

No Brasil, o investidor pessoa física pode investir na economia americana comprando ETFs ou BDRs, por exemplo. Os primeiros são, resumidamente, carteiras que simulam o movimento de índices, títulos ou ações de outros países. Já o segundo são papéis de empresas estrangeiras negociados na B3.

Segundo Henrique Castro, professor da FGV, ao considerar investimentos como esses, é preciso levar em conta dois riscos simultâneos: o do próprio papel e a flutuação da moeda. “O investidor está correndo tanto o risco do mercado americano, quanto o risco cambial, porque esses papéis são transacionados aqui no Brasil em reais, então ele também está investindo nessa relação entre as duas taxas de câmbio”, diz. “Se o dólar se valoriza em relação ao real, há um ganho com esse investimento, mesmo que o papel lá fora tenha se mantido estável. E pode até acontecer da ação se valorizar lá nos Estados Unidos, mas o dólar desvalorizar aqui no Brasil, e o negócio empata”, exemplifica Castro.

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Considerando o cenário fiscal brasileiro atual, o professor da FGV avalia que dificilmente o dólar irá se desvalorizar frente ao real nos próximos meses. Portanto, o cenário americano deve ter mais impacto no rendimento desses investimentos.

Rodrigo Lima, da Stake, considera que com os juros americanos no patamar atual, o momento não é o mais favorável para a renda fixa nos Estados Unidos. “Mas isso é momentâneo, é claro, estou falando a curto prazo. Se você estiver investindo em uma cesta diversificada, por meio de um ETF que rebalanceia periodicamente os títulos, realizando compras e vendas de períodos distintos para o longo prazo, pode se mostrar um bom investimento”, afirma o analista.

Já, caso as projeções se confirmem e a taxa de juros realmente suba, o cenário muda, e a renda fixa passaria a ser mais atrativa. “Talvez em renda fixa você vai conseguir uma rentabilidade melhor, e vai correr menos risco, mas não vai ser uma rentabilidade absurda, porque a renda fixa lá paga pouco”, pontua Castro.

A renda fixa brasileira costuma pagar mais do que a americana porque o risco dos títulos públicos brasileiros são maiores do que o dos títulos dos Estados Unidos. “Mas também tem outro lado, as taxas são menores, mas lá o rendimento é pago em dólar, uma moeda forte. Então cabe ao investidor dosar de acordo com o seu apetite a risco e com o que ele está esperando obter do seu investimento”, afirma Lima.

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Nesse possível cenário de alta dos juros, Castro avalia que investimentos de renda variável no mercado norte-americano não seriam a melhor opção para um resgate de curto prazo.“Imagina os juros subindo lá nos Estados Unidos, isso dificulta um pouco a própria tomada de recursos pelas empresas, fica mais caro para elas investirem e captarem recursos. O que se espera é que talvez a bolsa americana sofra um pouco mais nesse momento, porque quando os juros ficam mais altos, os investidores acabam obtendo mais rentabilidade em investimentos de renda fixa”, elucida.

Por outro lado, se a elevação dos juros cumprir o papel de conter a inflação, o efeito a longo prazo pode ser positivo. “A inflação é sempre muito danosa para a economia do país, inclusive para as companhias listadas em bolsa, então, se houver uma subida da taxa de juros nos Estados Unidos até pode ter um efeito imediato negativo na bolsa, mas se isso se traduzir em um crescimento mais estável da economia americana, pode levar até a uma valorização maior dos ativos de risco da renda variável”, explica o analista.

Castro concorda que a longo prazo, a discussão muda. “Especialmente no mercado norte-americano, geralmente costuma valer a pena você estar em renda variável. No entanto, volta aquela história, se o dólar se desvalorizar, pode ser que uma parte dessa rentabilidade seja consumida”, aponta o professor.

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