• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Por que estrangeiros voltaram a investir no Brasil e apostam na Bolsa

Fluxo mensal de novembro é o melhor desde março de 2022; um bom sinal para 2024, dizem analistas

Por Luíza Lanza

05/12/2023 | 3:00 Atualização: 05/12/2023 | 9:36

Entrada de gringos na B3 em novembro foi a melhor desde o início de 2022. (Foto: Envato)
Entrada de gringos na B3 em novembro foi a melhor desde o início de 2022. (Foto: Envato)

A valorização de 12,54% acumulada pelo Ibovespa em novembro chamou a atenção de investidores na última semana. O desempenho, o melhor resultado mensal do índice de referência da Bolsa brasileira em três anos, desde novembro de 2020, parece ligado a um motivo específico: a volta do fluxo de investidores estrangeiros na B3. Entre os dias 01 e 30 de novembro, gringos aportaram R$ 21,1 bilhões no mercado do País, a maior entrada de capital internacional na Bolsa desde março de 2022.

Leia mais:
  • Entre o otimismo e a cautela: o que esperar da Bolsa em dezembro?
  • Qual o balanço do primeiro ano do governo Lula 3 no mercado?
  • As ações mais indicadas para dezembro, segundo 9 corretoras
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Como contamos nesta reportagem, boa parte dessa alta na Bolsa – seja do Ibovespa, seja do capital estrangeiro –, foi motivada pela melhora do cenário macroeconômico no exterior. A sinalização mais clara de que os Estados Unidos podem já ter encerrado o ciclo de alta na taxa de juros gerou uma onda global de apetite a risco, com investidores voltando a ativos mais arriscados, como os mercados emergentes, depois de um ano muito focado na renda fixa americana.

“A divulgação de dados de atividade e inflação americana acabou fazendo com que o mercado não projetasse mais uma alta da taxa de juros do Federal Reserve (banco central dos EUA), como agora já começamos a falar quando essa taxa vai começar a cair”, afirma Beto Saadia, diretor de investimentos da Nomos. “Isso acaba, de certa forma, jogando dinheiro de volta para países emergentes.”

Saldo de 2023 é positivo. Mas isso é bom?

Dados da B3 mostram que, entre janeiro e novembro de 2023, o fluxo total de capital estrangeiro na Bolsa foi de R$ 38,3 bilhões. É um saldo positivo, sim, mas relativamente tímido tendo em vista que 55% de todo esse montante corresponde ao fluxo apenas de novembro. Se tirarmos o desempenho do último mês, as entradas somariam R$ 17,2 bilhões.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Claro que ainda temos mais 30 dias para ver como o fluxo vai fechar o ano, mas basicamente o mês de novembro responde por todo 2023”, destaca Bruno Madruga, sócio e head de renda variável da Monte Bravo.

O saldo acumulado até aqui em 2023 também é bastante inferior ao registrado no mesmo período de 2022. Entre janeiro e novembro do último ano, a entrada de capital estrangeiro na B3 foi de R$ 104,5 bilhões – mais de três vezes o valor registrado este ano. O saldo total de 2022 ficou em R$ 119,7 bi.

Mas, segundo os especialistas, esta não é uma boa base de comparação. Na avaliação de Madruga, 2022 é que foi um ano atípico.

Publicidade

À época, uma soma de fatores ajudou o Brasil a se destacar entre os pares emergentes e atrair os investidores internacionais, em um momento de consolidação da reabertura dos mercados após a pandemia da covid-19 e maior apetite ao risco. Os ciclos de aperto monetário nas economias desenvolvidas estavam apenas começando, enquanto a eclosão da guerra entre Rússia e Ucrânia disparou os preços das commodities, favorecendo mercados produtores como o brasileiro.

“Em 2023, por conta de todas as tensões que aconteceram, o fluxo para países emergentes minguou. Mas o ano de 2022 é que foi atípico, não 2023 que foi ruim”, diz Madruga.

Com a disparada dos juros americanos, investidores globais direcionaram seu capital para as Treasuries, reduzindo consideravelmente o aporte em aplicações mais arriscadas, como é o caso do Brasil e de outros mercados emergentes. Como os títulos do Tesouro americano são considerados o investimento mais seguro do mundo, ficou difícil concorrer.

“É o famoso ‘copo meio cheio, copo meio vazio’. Apesar do fluxo de entrada do investidor estrangeiro ter sido menor que em 2022, ao mesmo tempo, é um ponto positivo visto que ele não retirou todos os recursos ao longo de 2023”, explica André Fernandes, head de renda variável e sócio da A7 Capital.

O que esperar de 2024

O desempenho de novembro causou uma onda de otimismo no mercado brasileiro. Analistas e investidores voltaram a sonhar em ver o Ibovespa acima de seu recorde histórico de 130 mil pontos, enquanto casas de análises já fazem projeções mais otimistas para a Bolsa.

Publicidade

A XP Investimentos, por exemplo, havia divulgado no início de novembro um relatório em que explicava por que acreditava que o Ibovespa poderia subir até 136 mil pontos ao final de 2024 – o que já era uma projeção otimista para aquele momento. Com a virada de humor ao longo do mês, a corretora atualizou a projeção na última semana para 142 mil pontos ao final do próximo ano. E um dos motivos por trás da estimativa é justamente a volta do fluxo de capital estrangeiro com maior intensidade para a B3.

Com a inflação convergindo para a meta, a Selic no meio de um ciclo de queda e reformas econômicas importantes em discussão em Brasília, especialistas acreditam que o Brasil pode se diferenciar dos pares emergentes. Com um outro ponto também jogando a favor da Bolsa brasileira: os múltiplos ainda descontados dos ativos.

“Hoje, ao olharmos o preço relativo dos ativos dos emergentes em comparação com os ativos dos EUA, em dólar, estamos no menor nível depois de 50 anos, o que atrai ainda mais o interesse do estrangeiro em alocar em países emergentes”, diz Fernandes, da A7 Capital.

Para que a tendência continue positiva e o fluxo de capital estrangeiro continue entrando na B3, o cenário macroeconômico precisa corresponder às atuais expectativas positivas. Se o BC americano tiver realmente chegado ao fim do ciclo de alta de juros por lá e iniciar as reduções já em meados de 2024, como prevê o mercado, isso seria positivo para o Brasil.

Publicidade

“A não ser que tenhamos um hard landing americano, uma recessão muito aguda nos Estados Unidos, que faria com que esse dinheiro buscasse de volta as moedas fortes, como o dólar. Mas se a gente tiver um soft landing, aí sim essa tendência positiva continua, e continua muito forte”, pontua Saadia, da Nomos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • B3
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Estados Unidos
  • Investidor estrangeiro
  • Taxa de juros
Cotações
16/01/2026 6h44 (delay 15min)
Câmbio
16/01/2026 6h44 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 2

    FGC paga quem perdeu dinheiro na liquidação da CBSF (ex-Reag)?

  • 3

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

  • 4

    ITCMD: novas regras do "imposto da herança" entram em vigor em 2026

  • 5

    Dois meses de espera por pagamento do FGC transformam CDB do Master em 99% do CDI

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Saiba quais famílias podem receber acréscimo de R$ 150 no pagamento do Bolsa Família
Imagem principal sobre o Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Logo E-Investidor
Quantas vezes posso solicitar o saque calamidade?
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem se beneficiar pelos novos descontos do IR?
Imagem principal sobre o 2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
2 informações que você deve atualizar no CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: saiba quem tem direito ao saque
Imagem principal sobre o A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
A renda familiar mudou? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Logo E-Investidor
Bolsa Família: veja condições para receber o acréscimo de R$ 150
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Últimas: Investimentos
Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê
Investimentos
Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê

Bancos e corretoras ajustam recomendações diante da expectativa de cortes da Selic, Bolsa barata e aumento da volatilidade política

16/01/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?
Investimentos
Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

Decisão do Banco Central foi divulgada nesta quinta-feira (15) sob a justificativa de que a empresa cometeu graves violações às normas do sistema financeiro nacional

15/01/2026 | 11h15 | Por Daniel Rocha
8 ações de setores perenes para enfrentar um 2026 de juros, eleições e mudanças tributárias – e ganhar bons dividendos
Investimentos
8 ações de setores perenes para enfrentar um 2026 de juros, eleições e mudanças tributárias – e ganhar bons dividendos

Setores perenes atuam como pilares resilientes em estratégias de renda passiva; analistas escolhem as melhores para o ano

15/01/2026 | 10h06 | Por Katherine Rivas
Ações de petroleiras para investir na era pós-Maduro: riscos e quem sai na frente
Investimentos
Ações de petroleiras para investir na era pós-Maduro: riscos e quem sai na frente

Não é só petróleo; veja os setores que devem despontar em uma possível reconstrução do país invadido por Donald Trump

15/01/2026 | 05h30 | Por Murilo Melo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador