• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Investimentos no exterior valem a pena agora? Entenda o cenário

Diversificação geográfica ajuda a mitigar o risco Brasil da carteira

Por Thiago Lasco

08/07/2020 | 21:20 Atualização: 27/07/2020 | 11:49

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Com o fim dos ganhos fáceis na renda fixa, o investidor já começou a entender que a chave para obter rendimentos melhores está na diversificação, que pode ser feita em vários níveis. Um deles é o geográfico: alocando parte da carteira em ativos no exterior.

Leia mais:
  • Como investir no exterior mesmo morando no Brasil
  • Cresce busca por investimentos atrelados ao dólar
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Esse caminho sempre foi explorado pelas grandes fortunas, e aos poucos vem despertando o interesse de outros tipos de clientes, ainda que as melhores opções não sejam exatamente democráticas. O momento é bastante oportuno para olhar para fora.

“O mundo está barato agora, pois está todo mundo com medo”, diz André Fernandes, superintendente de produtos da Ágora Investimentos. “A visão de que uma exposição ao exterior traz mais risco para a carteira é antiquada. O mercado financeiro dos Estados Unidos é mais sólido que o brasileiro.”

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

E aqui não estamos falando apenas do mercado norte-americano, mas do mercado global. É um vasto horizonte de oportunidades a ser explorado.

“O PIB brasileiro é 3% do PIB mundial. Se você considera apenas esses 3% para alocar seus investimentos, está ignorando os outros 97% por falta de conhecimento ou de produto”, alerta Daniel Martins, CEO e diretor de investimentos da GeoCapital. “Boa parte das nossas despesas é global. Mas o investidor brasileiro em geral não tem acesso a essas empresas, que são listadas lá fora.”

Ao fugir da correlação com o Brasil, investidor se protege das crises domésticas

Essa abertura maior para o investimento fora do País dependerá de uma mudança cultural do nosso investidor. Enquanto menos de 1% do dinheiro dos brasileiros está no exterior, esse percentual é de 20% na Colômbia, 25% no México 25% e 40% no Chile.

“O brasileiro médio deveria ter entre 15% e 20% no exterior. com essa alocação ele já teria proteção diante de uma desvalorização do real de 40%. Se a Bolsa brasileira cai e a moeda perde valor, e uma parte da sua carteira está lá fora, você se blinda usando o câmbio como proteção”, diz Roberto Teperman, head da Legg Mason no País.

Essa é a principal vantagem de investir no exterior. Alguns fatores que provocam volatilidade no nosso mercado financeiro são globais, como a pandemia do coronavírus; já outros são locais, porque derivam de questões internas, como a instabilidade política do governo Bolsonaro. Ao alocar capital no exterior, essa parte do portfólio deixa de sofrer os abalos vindos do próprio Brasil.

Publicidade

“Quando você tem um problema doméstico, a exposição internacional ajuda a sua carteira a ficar mais estável, porque esses ativos não são correlacionados com o Brasil”, explica a planejadora financeira Gisele Colombo de Andrade, da Planejar.

Fernandes, da Ágora, afirma que é preciso estar sempre atento às condições macroeconômicas do mercado brasileiro e do mercado internacional, para ver onde é melhor investir em cada momento.

“O investidor tem que ver qual dos mercados de bolsa tem retorno maior no período, e se as condições lá fora estão mais benéficas que as do Brasil, que sofre ao mesmo tempo com questões domésticas e internacionais”, diz.

Fundos ativos disponíveis no Brasil dão acesso a ações e fundos no exterior

A rigor, um investidor que disponha dos recursos necessários pode fazer suas aplicações diretamente no exterior, procurando uma corretora estrangeira e comprando ações ou cotas de fundos lá fora. Mas há fundos disponíveis no Brasil que também dão acesso a esses ativos, e oferecem maior conveniência.

“Abrir uma conta lá fora é fácil: você mostra passaporte e comprovante de renda, transfere o dinheiro por aplicativo de celular em três horas, e tudo isso com o câmbio comercial e um IOF menor”, diz Teperman, da Legg Mason. “Mas um fundo vende facilidade para o cliente. Ele é um veículo. Você não precisa falar inglês ou fazer contas.”

Publicidade

Outra vantagem desses fundos é que um gestor brasileiro se encarrega de fazer a curadoria dos ativos estrangeiros, identificando o melhor momento de compra e venda das ações, por exemplo. O investidor recebe explicações em português sobre onde está sendo alocado o dinheiro dele.

“Em nossos fundos de ações, escolhemos 60 empresas para acompanhar, analisamos a relação risco-retorno de cada uma e investimos nas que forem mais benéficas”, diz Martins, da GeoCapital. “E a carteira vai sendo reavaliada, conforme nossa visão de longo prazo para cada companhia, os fatos relevantes, os movimentos dos competidores e tudo o que muda a percepção de valor de uma empresa”, explica.

No cardápio da Legg Mason, investidores podem escolher entre sete fundos multimercado e de ações que trazem no portfólio bolsas e mercados globais, cada um com um foco diferente: empresas de tecnologia, infraestrutura, educação, small caps. Eles podem ser hedgeados ou não hedgeados – essa, aliás, é uma escolha importante que o investidor terá de fazer.

Ao optar por um fundo com hedge, o investidor está travando a cotação do câmbio e, com isso, eliminando esse componente de risco do cenário. A carteira sofrerá apenas a oscilação de preço dos ativos. Já quem escolhe um fundo sem hedge quer ter as duas variáveis: no valor do ativo e na cotação do dólar.

Publicidade

Há vantagens nas duas opções. Com o hedge, o investidor deixa de se preocupar com os efeitos da variação cambial, e a carteira fica menos volátil e complexa. Por outro lado, em um fundo sem hedge, a mesma flutuação cambial que pode prejudicá-lo também pode ser benéfica.

“Se o investidor não travou a cotação, ele pode perder de um lado (com uma desvalorização do ativo), e ganhar do outro (com uma eventual desvalorização do real, que o beneficia em dólar)”, explica Martins, da GeoCapital.

Como os riscos envolvidos não são pequenos, o investidor deve pensar no longo prazo e alocar nesses produtos um montante de que não necessitará em um espaço de três a cinco anos. Assim, ele não se preocupa tanto com as intempéries que provocam oscilações no curto prazo.

“A nossa abordagem é dividir em duas a parcela de renda variável do cliente. Metade é investida em ações no Brasil e metade, lá fora”, diz Martins. “No Brasil, também há boas empresas. Assim, o investidor acessa boas oportunidades de retomada da economia brasileira e também empresas longevas não correlacionadas com o Brasil.”

Opções para o investidor não qualificado

Por determinação da CVM, fundos que contenham mais de 20% da carteira alocada no exterior só podem ser acessados por investidores qualificados, que são aqueles com mais de R$ 1 milhão em investimentos. Para quem não se encaixa nesse perfil de alta renda, as opções se limitam consideravelmente.

Publicidade

Uma alternativa são os fundos multimercado que possuam alguma exposição em dólar ou ativos no exterior – limitada, nesse caso, ao teto de 20%. Eles estão disponíveis em corretoras e também nos segmentos prime dos grandes bancos.

“Um cliente que possua um volume de R$ 100 mil no varejo seletivo tem acesso a esses produtos. Ele pode alocar R$ 10 mil ou R$ 15 mil e já conseguirá ter o benefício da exposição internacional da carteira”, diz Gisele, da Planejar.

A Rico, por exemplo, oferece alguns fundos em que 20% da carteira é composta por cotas de fundos estrangeiros, de casas como Morgan Stanley ou Credit Suisse, que são acessíveis apenas por investidores qualificados. Os outros 80% se dividem entre renda fixa pós-fixada, debêntures de inflação e fundos brasileiros multimercado e de ações.

“Com um tíquete inicial de R$ 500 e uma única alocação, o cliente tem uma carteira diversificada, com ativos no exterior que não poderia acessar de outra forma”, diz o analista Lucas Collazo, da Rico. “Além disso, quando quiser vender as cotas do fundo, ele não pagará imposto para trocar de posição, como teria de fazer ao vender os próprios ativos estrangeiros.”

Publicidade

Outra possibilidade são os BDRs, certificados de ações de empresas estrangeiras, que são negociados na B3. “Eles são a bola da vez para o investidor geral”, diz André Fernandes, da Ágora. “Mas eles têm pouca liquidez e uma volatilidade tão grande quanto a da renda variável brasileira. Por isso, são para o cliente que tem perfil de risco de Bolsa”, avisa.

Para quem tem compromissos financeiros em moeda estrangeira, Gisele Andrade aponta alguns caminhos possíveis para se proteger da variação cambial. Um deles é o mercado futuro de dólar. “Quando compra o dólar futuro, o investidor tem certeza de que aquele valor está indexado à moeda e ele terá como honrar o pagamento”, afirma.

Outras opções são programar aportes mensais em um fundo cambial ou mesmo fazer compras fracionadas de moeda.

“Com isso, o investidor começa a montar uma reserva em moeda forte. O objetivo não é ganhar do CDI ou da Bolsa, mas sim construir ao longo dos anos um patrimônio em uma moeda estável”, explica.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ágora Investimentos | E-Investidor
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Exterior
  • Investimentos
Cotações
20/01/2026 11h03 (delay 15min)
Câmbio
20/01/2026 11h03 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje fecha em leve alta em meio a tensões EUA-Europa e com foco no FGC e Master

  • 2

    Fundo Garantidor processa 9 mil pedidos de ressarcimento por hora

  • 3

    Onde investir o ressarcimento do FGC dos CDBs do Master: opções seguras e rentáveis

  • 4

    Investidores de CDBs do Banco Master ainda relatam lentidão no aplicativo do FGC

  • 5

    Pé-de-Meia 2026: como planejar o uso do benefício para construir uma vida financeira além do ensino médio

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saiba se você deve fazer a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
Saiba se você deve fazer a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Aposentadoria para até um salário mínimo: quando ela começará a ser paga em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria para até um salário mínimo: quando ela começará a ser paga em 2026?
Imagem principal sobre o Quando acontecem os sorteios da Dupla Sena?
Logo E-Investidor
Quando acontecem os sorteios da Dupla Sena?
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições por PIX ou cartão de crédito?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições por PIX ou cartão de crédito?
Imagem principal sobre o Dupla Sena: saiba quais são as chances de acertar os seis números de cada sorteio
Logo E-Investidor
Dupla Sena: saiba quais são as chances de acertar os seis números de cada sorteio
Imagem principal sobre o Cidade no estado do Rio de Janeiro convoca aposentados para prova de vida; veja prazo
Logo E-Investidor
Cidade no estado do Rio de Janeiro convoca aposentados para prova de vida; veja prazo
Imagem principal sobre o Gás do Povo para Bolsa Família: saiba quantos integrantes devem estar no CadÚnico
Logo E-Investidor
Gás do Povo para Bolsa Família: saiba quantos integrantes devem estar no CadÚnico
Imagem principal sobre o FGC começa a pagar garantias do Master; veja tudo que você precisa saber
Logo E-Investidor
FGC começa a pagar garantias do Master; veja tudo que você precisa saber
Últimas:
Resultado da Lotofácil 3591: 235 APOSTAS CRAVAM A 2ª FAIXA; veja a quantia ganha por cada uma
Loterias
Resultado da Lotofácil 3591: 235 APOSTAS CRAVAM A 2ª FAIXA; veja a quantia ganha por cada uma

Nenhuma aposta conseguiu alcançar a primeira faixa, fazendo o prêmio principal subir para R$ 5,5 milhões

20/01/2026 | 10h29 | Por Jéssica Anjos
Ágora abre swing trade de compra para Valid (VLID3) com foco no curto prazo
CONTEÚDO PATROCINADO

Ágora abre swing trade de compra para Valid (VLID3) com foco no curto prazo

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Resultado da Quina 6931: DESSA VEZ NÃO SAIU! Prêmio sobe para R$ 1,3 milhão
Loterias
Resultado da Quina 6931: DESSA VEZ NÃO SAIU! Prêmio sobe para R$ 1,3 milhão

A edição premiou com valores menores as apostas que acertaram quatro, três e dois números

20/01/2026 | 10h17 | Por Jéssica Anjos
Resultado da Lotofácil 3591: AGORA FICOU ACUMULADO! Prêmio vai para R$ 5,5 milhões
Loterias
Resultado da Lotofácil 3591: AGORA FICOU ACUMULADO! Prêmio vai para R$ 5,5 milhões

As demais faixas de acertos da modalidade contemplaram apostas de diversas regiões do país

20/01/2026 | 10h02 | Por Jéssica Anjos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador