• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Quais os melhores investimentos com a alta da Selic?

Apesar da elevação da taxa básica de juros para 2,75%, especialistas descartam debandada da bolsa rumo à renda fixa

Por Isaac de Oliveira

17/03/2021 | 11:21 Atualização: 18/03/2021 | 16:34

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

A quarta-feira (17) foi de retomada do crescimento dos juros no País. No fim do dia, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) informou, conforme expectativa do mercado, a elevação da taxa básica de juros, a Selic, que atingiu 2% ao ano em agosto de 2020 e permaneceu neste patamar desde então.

Leia mais:
  • Por que investir na poupança não vale a pena mesmo se Selic aumentar
  • Selic x bolsa de valores: o que pode influenciar a sua decisão de investimento
  • O fim dos juros baixos no mundo. A sua carteira está preparada?
  • PEC Emergencial, inflação e juros: o que março reserva para o mercado?
  • Com Selic em baixa, investir em imóveis é boa opção para gerar renda
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O aumento, estipulado em 2,75%, não deve provocar mudanças significativas de modo imediato, mas sinaliza um possível início de reconfiguração dos investimentos no Brasil, em termos de rentabilidade. Portanto, especialistas recomendam cautela antes de qualquer decisão.

Por conta da queda brusca nos juros, acelerada pela pandemia do coronavírus, os ativos de renda fixa foram bastante prejudicados, uma vez que muitos desses títulos utilizam a Selic como um balizador para devolver os ganhos dos recursos aplicados. Em muitos casos, o retorno real está negativo, quando descontada a inflação, que não para de crescer. Situação bem diferente do que se tinha anos atrás, quando os juros básicos no Brasil eram de duas casas decimais – 14,25% até outubro de 2016.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Outro efeito direto da redução da Selic foi o boom de novos investidores pessoa física na bolsa de valores brasileira, que atingiu a base de 3,261 milhões de CPFs em dezembro do ano passado. No mesmo período de 2019, essa marca era de 1,690 milhão de clientes.

Perguntamos aos leitores do E-Investidor em uma enquete no Twitter o que eles gostariam de saber sobre Copom e Selic. Descobrir quais os melhores investimentos com a alta dos juros foi a opção mais votada. Confira a análise.

Retorno da renda fixa?

Para especialistas consultados pelo E-Investidor, a alta da Selic não deverá provocar uma debandada de volta à renda fixa, uma vez que muitos títulos dessa classe de investimentos já possuíam taxas que abarcavam a expectativa de alta dos juros básicos.

“O aumento, dentro do esperado, vai sinalizar para o mercado uma melhora de percepção de controle da inflação, crescimento econômico e diminuição do risco fiscal. Isso para a bolsa é bom”, analisa André Querne, sócio da Rio Gestão de Recursos. “Essa correção de juros em alta e bolsa para baixo não é tão direta como parece”, frisa.

Publicidade

A expectativa de boa recepção do mercado deve se confirmar também com o caminho estimado para a Selic ao longo de 2021. Conforme o último boletim Focus, divulgado na última segunda-feira (15), a taxa básica de juros do Brasil esperada para o fim de 2021 subiu de 4% para 4,5%. Já para o fim de 2022, a projeção dos economistas permaneceu em 5,5%.

“Dependendo do que o BC coloque na ata, de acelerar isso até o final do ano, pode ter uma expectativa do real se valorizando em relação ao câmbio [dólar], por exemplo. E a taxa de juros de longo prazo, que indica melhor o risco do País e que está hoje entre 7% e 8%, vai diminuir”, acrescenta Querne.

Afinal, quais os melhores investimentos?

Na renda fixa, os investidores não devem nutrir esperanças de grandes ganhos, uma vez que a alta não será o suficiente para compensar a inflação. Portanto, títulos com liquidez diária, como o Tesouro Selic ou Certificados de Depósito Bancário (CDBs), devem permanecer com ganho real negativo.

“Neste momento macroeconômico global de recuperação econômica, de muito estímulo monetário e fiscal, devemos pensar em preservação de capital. E só tem um título para isso, que é o pós-fixado”, explica Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Research e colunista do E-Investidor.

Para a especialista em renda fixa, ainda que no curtíssimo prazo os pós-fixados tenham retorno real negativo, o início do ciclo de alta da Selic mostra que é melhor evitar os títulos pré-fixados e os indexados à inflação.

Publicidade

“Se as taxas desses títulos longos subirem, você perde toda a diferença entre a nova taxa e a anterior, através da marcação a mercado. Então pode haver prejuízo”, diz Fontes”. “Se você já ganhou muito dinheiro até aqui, por que se submeter a um prejuízo agora? Por que não simplesmente vender e alocar em um pós-fixado?”, questiona.

Daniel Funabashi, sócio e assessor de investimentos da iHUB, concorda que o momento não é de se pensar no longo prazo na renda fixa. Por isso, para ele, o melhor a se fazer é pegar carona na subida da Selic com títulos pós-fixados, como o Tesouro Selic.

“Quando os juros atingirem um patamar alto, considerado estável, o investidor pode pensar no longo prazo e começar a comprar títulos longos. Quando a Selic estiver em 6%, por exemplo, vai ter opções muito melhores de títulos do que tem agora. Agora não é o momento de comprar títulos muito longos, porque corre o risco de ficar travado em taxas não muito boas”, observa Funabashi.

Para Mauro Avelar, superintendente de produtos da Ágora Investimentos, investimentos de curto prazo não têm escapatória: “Tem que estar no Tesouro Selic, em CDB com liquidez diária, ou fundo DI”.

Publicidade

Já sobre os títulos pré-fixados, ele sugere aporte em ativos de prazo de até quatro anos. “Com isso, o investidor consegue se apropriar do prêmio que existe na curva de juros, que neste prazo, a curva de juros está trabalhando em torno de 7,5% ao ano”, diz Avelar.

Quem busca fugir da renda fixa, a sócia da Nord destaca a opção de fundos imobiliários que investem em recebíveis, ou os multimercados, dada a variedade de ativos que este produto engloba. “Os multimercado conseguem ganhar tanto na queda quanto na alta da taxa de juros, através do mercado de futuros, acessar investimentos estrangeiros, investir em commodities, enfim, eles conseguem acessar vários produtos que as pessoas físicas têm dificuldade”, diz Fontes.

Já para ações, a recomendação da colunista do E-Investidor vai para ações de bancos, que são muito penalizadas quando a Selic está baixa. “Agora com os juros subindo, esses devem aumentar as margens. Então é um tipo de setor na bolsa que seria beneficiado”, destaca Fontes.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ágora Investimentos | E-Investidor
  • Conteúdo E-Investidor
  • Copom
  • Renda fixa
  • Renda variável
  • Taxa Selic
Cotações
22/01/2026 3h33 (delay 15min)
Câmbio
22/01/2026 3h33 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

  • 2

    Ibovespa hoje bate recorde histórico e tem maior alta diária desde abril de 2023

  • 3

    Ibovespa fecha acima de 166 mil pontos e bate novo recorde em meio a cenário externo tenso

  • 4

    CDBs do Will Bank já preocupavam mercado antes de BC decretar a liquidação; entenda o caso

  • 5

    A Bolsa dos EUA já não gira só em torno das ‘Sete Magníficas’ — e isso é uma boa notícia

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (21)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (21)?
Imagem principal sobre o Como simular a aposentadoria pelo INSS em 2026?
Logo E-Investidor
Como simular a aposentadoria pelo INSS em 2026?
Imagem principal sobre o Aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Entenda quanto você pode receber
Logo E-Investidor
Aderiu ao saque-aniversário do FGTS? Entenda quanto você pode receber
Imagem principal sobre o Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Logo E-Investidor
Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Imagem principal sobre o Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Logo E-Investidor
Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo aplicativo e-Título?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo aplicativo e-Título?
Últimas: Investimentos
Will Bank: investidor do Master pode ficar de fora da cobertura do FGC
Investimentos
Will Bank: investidor do Master pode ficar de fora da cobertura do FGC

Teto de cobertura do fundo engloba investimentos dentro de um mesmo conglomerado; Master incorporou Will Bank em agosto de 2024

21/01/2026 | 14h24 | Por Beatriz Rocha
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?
Educação Financeira
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?

Com a liquidação extrajudicial, as operações foram interrompidas, mas os saldos seguem protegidos pelo FGC dentro dos limites legais

21/01/2026 | 12h29 | Por Isabela Ortiz
Veja perguntas e respostas para entender a liquidação do Will Bank, banco digital do Master
Investimentos
Veja perguntas e respostas para entender a liquidação do Will Bank, banco digital do Master

Investidores serão ressarcidos pelo FGC; veja como funciona o processo e quanto tempo ele pode demorar

21/01/2026 | 12h21 | Por Luíza Lanza
Como ficam os clientes do Will Bank, que têm R$ 7 bi em CDBs e LFs, após a liquidação da fintech pelo Banco Central?
Investimentos
Como ficam os clientes do Will Bank, que têm R$ 7 bi em CDBs e LFs, após a liquidação da fintech pelo Banco Central?

Fintech, que pertence ao banco de Daniel Vorcaro, teve sua liquidação extrajudicial decretada pela autarquia nesta quarta-feira (21)

21/01/2026 | 10h33 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador