• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Mercado conhecido de milionários agora se abre para investidor por R$ 5 mil

Investimento em artistas como Judith Lauand e Alfredo Volpi se tornou possível por meio de tecnologia cripto

Por Leo Guimarães

19/08/2023 | 7:10 Atualização: 18/08/2023 | 16:52

Head de investimento da Hurst Capital, Ana Maria de Carvalho admite que investir em obra de arte não é para qualquer um
Head de investimento da Hurst Capital, Ana Maria de Carvalho admite que investir em obra de arte não é para qualquer um

Para um investidor com recursos limitados, aplicar em obras de arte milionárias está mais parecido com excentricidade de novos ricos. Mas tem gente no mercado tentando popularizar esse tipo de investimento para aqueles que não contam com fortunas e para isso se valem do fracionamento dos ativos por meio de tokens. Assim, já é possível investir na produção de artistas renomados com aportes a partir de R$ 5 mil.

Leia mais:
  • Tokenização chega à economia real e pode valer bilhões
  • ‘Joias Brutas’ levanta curiosidade sobre mercado de gemas – e não ‘pedras preciosas’
  • Nucoin: vale a pena investir na criptomoeda do Nubank?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A Hurst Capital, que se define como a maior plataforma de ativos alternativos da América Latina e trabalha neste mercado há três anos, viu o seu público saltar 50% nos últimos 12 meses, atingindo 800 investidores em seu aplicativo. A estratégia da empresa envolve aproveitar a liquidez de obras de artistas conceituados e dar capilaridade ao investimento, antes restrito aos mais endinheirados.

Entram no portfólio pintores como Judith Lauand, Alfredo Volpi e Abraham Palatnik, nomes que estão nas principais coleções, exposições e publicações do meio artístico, cujos ativos partem de valores de R$ 200 mil, chegando facilmente ao milhão de reais. Pelo potencial de valorização e liquidez esses nomes são conhecidos no mercado como artistas blue chips – uma referência ao termo do mercado financeiro utilizado para definir ações de empresas de maior valor.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Não é para qualquer investidor”, admite Ana Maria de Carvalho, head de Investimento em Obras de Arte da Hurst Capital. “O que fazemos na Hurst é pegar a obra e o acervo e  estudar a sua valorização ao longo do tempo nos leilões. Com um ganho de mais de 10% ao ano, a gente entende que a obra se torna um investimento financeiro”, afirma.

Na etapa de pesquisa são considerados aspectos como a fase do artista mais valorizada pelos compradores e as possibilidades da obra ou acervo participar de exposições e publicações.

Depois de identificar as potencialidades, a Hurst compra a peça e fraciona em tokens que podem ser adquiridos pelos clientes investidores.

Os tokens são representações digitais de frações de ativos reais que possuem valor comercial. Apesar de a tecnologia dos produto da Hurst não envolver criptoativos, os tokens são mais conhecidos pelos atributos de registro em blockchain. Esta é uma tecnologia que permite transações entre pessoas sem intermediários, usando criptografia.

  • Leia mais: O que é tokenização e por que ela pode revolucionar os investimentos

“Eu compro com galeristas e conselheiros de arte que conhecem colecionadores interessados na venda, sempre procurando um desconto”, diz Carvalho.

Publicidade

Um token equivale a R$ 1, e a cada 5 mil tokens já é possível pensar em investir numa fração da obra de arte esperando a sua valorização. Após esse investimento, a Hurst trabalha a divulgação da obra em galerias especializadas que garantem o seguro contra danos e roubos, além de participações em exposições públicas e privadas do mercado de arte.

Maior risco é o de liquidez

Carvalho diz que o prazo esperado para a venda de produtos chega a dois anos. O maior risco é de liquidez, segundo ela. Ou seja, a venda pode não acontecer no tempo previsto.  “A gente não tem garantia que surgirá um colecionador interessado dentro do prazo. Mas nossas projeções têm funcionado”, diz.

Ela diz que vendeu em julho obras de Judith Lauand e Alfredo Volpi que tinham apenas cinco meses de operação, com os investidores garantindo um retorno de 18% e 16%, respectivamente, sobre o capital investido. “Eu tenho também operações já vencidas”, diz a especialista sobre dois quadros, um de Di Cavalcanti e outro de Tomie Ohtake. “O bom é que têm valorização constante. Obras assim não perdem valor.”

A Hurst está neste mercado há três anos e já entregou três operações. A primeira delas rendeu um retorno equivalente a 27% ao ano.

A casa trabalha agora com um lote de Hércules Barsotti, artista geométrico cujas obras vêm apresentando valorização constante no mercado de arte. No geral, a captação é fechada quando se atinge o número de até 50 investidores.

  • Veja também: Relógios de luxo entregam valorização expressiva em um ano. Vale investir?

O público interessado é diverso, variando de curiosos do mercado de arte a investidores que estudam a tese e depois partem para a compra. As obras podem ser vendidas em galerias dos Estados Unidos, mas o foco está no mercado brasileiro e nos artistas locais.

Publicidade

Além do mercado de arte, a plataforma da Hurst opera outros ativos alternativos, como royalties musicais, precatórios e de cinema. A casa é regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), porém as operações individuais, não. “Não são papeis financeiros, é um ativo que existe e está na galeria”, diz. Para investir neste mercado é preciso abrir uma conta na plataforma.

Lucros de até R$ 35 mil são isentos de Imposto de Renda. A partir desse ganho, incide uma alíquota de 15%.

Diversificação cautelosa

Para o investidor que não entende de arte, o ideal é procurar se informar sobre o mercado antes de tentar diversificar a carteira com este tipo de ativo. Um dos maiores investidores de nossos tempos, Warren Buffet, tem a estratégia de não investir naquilo que não conhece. “O risco vem de você não saber o que está fazendo” costuma dizer o megainvestidor.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • blockchain
  • Conteúdo E-Investidor
  • criptoativos
  • Investimento
  • obras de arte
Cotações
23/01/2026 0h21 (delay 15min)
Câmbio
23/01/2026 0h21 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

  • 2

    Bancos e corretoras travam disputa por R$ 41 bi do FGC: veja as ofertas agressivas para clientes ressarcidos por CDBs do Banco Master

  • 3

    Ibovespa hoje bate recorde histórico e tem maior alta diária desde abril de 2023

  • 4

    CDBs do Will Bank já preocupavam mercado antes de BC decretar a liquidação; entenda o caso

  • 5

    Como ficam os clientes do Will Bank, que têm R$ 7 bi em CDBs e LFs, após a liquidação da fintech pelo Banco Central?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Demitidos por justa causa têm direito ao saque retido do FGTS? Entenda
Logo E-Investidor
Demitidos por justa causa têm direito ao saque retido do FGTS? Entenda
Imagem principal sobre o Entenda como funciona a regra dos pontos para se aposentar em 2026
Logo E-Investidor
Entenda como funciona a regra dos pontos para se aposentar em 2026
Imagem principal sobre o Aposentadoria para professores: como funciona a regra da idade mínima em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria para professores: como funciona a regra da idade mínima em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (22)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (22)?
Imagem principal sobre o Como realizar o saque-aniversário do FGTS online? Veja passo a passo simples e prático
Logo E-Investidor
Como realizar o saque-aniversário do FGTS online? Veja passo a passo simples e prático
Imagem principal sobre o 3 informações sobre o Gás do Povo que podem ser consultadas no aplicativo do Bolsa Família
Logo E-Investidor
3 informações sobre o Gás do Povo que podem ser consultadas no aplicativo do Bolsa Família
Imagem principal sobre o Aposentadoria de professores: como funciona a regra do pedágio em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria de professores: como funciona a regra do pedágio em 2026?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: é possível efetuar a recarga com o cartão social do Bolsa Família em 2026?
Últimas: Investimentos
Queridinhas do carry trade: por quer moedas como real devem oferecer mais retornos sólidos em 2026
Investimentos
Queridinhas do carry trade: por quer moedas como real devem oferecer mais retornos sólidos em 2026

Rendimentos nominais de moedas de carrego permanecem elevados, nota o UBS WM, cravando que os bancos centrais de mercados emergentes mantiveram taxas de juros estáveis

22/01/2026 | 19h57 | Por Caroline Aragaki
BRB entra na disputa por dinheiro do FGC e oferece CDBs de 120% do CDI; entenda os riscos
Investimentos
BRB entra na disputa por dinheiro do FGC e oferece CDBs de 120% do CDI; entenda os riscos

Bancos estão movimentando prateleira de produtos após injeção de liquidez no mercado, mas, no caso do BRB, risco do emissor preocupa especialistas

22/01/2026 | 18h49 | Por Luíza Lanza
FGC do Banco Master desencadeia corrida bilionária entre XP e BTG por realocação de CDBs
Investimentos
FGC do Banco Master desencadeia corrida bilionária entre XP e BTG por realocação de CDBs

Pagamento das garantias do Banco Master libera R$ 40,6 bilhões no mercado e leva XP e BTG, principais distribuidores dos papéis, a lançar CDBs próprios para capturar o dinheiro dos investidores ressarcidos

22/01/2026 | 09h47 | Por Isabela Ortiz
Bancos e corretoras travam disputa por R$ 41 bi do FGC: veja as ofertas agressivas para clientes ressarcidos por CDBs do Banco Master
Investimentos
Bancos e corretoras travam disputa por R$ 41 bi do FGC: veja as ofertas agressivas para clientes ressarcidos por CDBs do Banco Master

As instituições estão preparando a prateleira de produtos para manter o dinheiro dentro de casa; o E-Investidor apurou ao menos seis campanhas em vigor

22/01/2026 | 08h57 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador