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Investimentos

Mercado Bitcoin e Guga Stocco lançam token estilo “bolsa de startups”; veja

O ativo digital permite um investimento em seis empresas no estágio inicial do setor de tecnologia

Foto para bio Camila Lutfi
Por Camila Lutfi

02/08/2024 | 16:30 Atualização: 02/08/2024 | 17:04

Guga Stocco e Mercado Bitcoin lançam token de renda variável; confira. Imagem: Adobe Stock
Guga Stocco e Mercado Bitcoin lançam token de renda variável; confira. Imagem: Adobe Stock

O Mercado Bitcoin (MB) lançou um novo ativo de investimento em Renda Variável Digital, em parceria com o Guga Stocco, empreendedor, investidor e especialista em inovação. O token, chamado de STOCCO1, tem o objetivo de investir em um portfólio de startups iniciais com alto potencial de retorno escolhidas pelo empreendedor.

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Entre edtechs, fintechs, empresas de inteligência artificial (IA) e nanotecnologia, o ativo será uma “aplicação conjunta” em seis empresas iniciais do mercado: a FPass, Bank Factory, Sócia, Road, Atypical e uma startup ainda em fase de lançamento, logo, seu nome ainda não foi divulgado. Em entrevista concedida exclusivamente ao E-Investidor, Stocco revela que a escolha das empresas foi pautada em três critérios: a perspectiva de inovação, empresas que ele é investidor e empresas em que ele faz parte da gestão.

“Eu sempre trabalho com tecnologia. São empresas que permeiam nesse setor ou que fazem uma disruptura em algo que já exista. Todas as startups do portfólio são empresas em que participo muito próximo da gestão. Estou ajudando essas empresas a crescer. Eu corro o risco junto com todo mundo: a ideia não é simplesmente por dinheiro e ver o que acontece”, comenta o especialista.

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Segundo ele, o objetivo do STOCCO1 é facilitar o acesso dos investidores ao mercado de Venture Capital (VC), em que a entrada é mais difícil por não ter ações abertas e é necessário conhecer a gestão da empresa para poder investir. Isso porque o investimento mínimo do novo token é de R$ 1 mil, bastando apenas estar cadastrado na plataforma do MB. Vale lembrar que 80% do dinheiro será aplicado nas startups enquanto os outros 20% são taxas de administração dos recursos.

Em relação ao retorno, o MB lista três possíveis retornos em cenários diferentes para um prazo de 10 anos: o cenário-base é de um retorno de 5 vezes o valor do investimento. Em perspectiva moderada, a rentabilidade pode ser de 10 vezes e, em cenário arrojado, a expectativa é de alcançar um retorno 20 vezes maior do que o montante inicial. Stocco espera que o terceiro cenário seja alcançado ou até mais, pois avalia que no segmento de VC os retornos são, em geral, bem altos.

“O setor traz retornos altos por uma razão muito simples: no momento que você constrói uma empresa, investe em fase inicial – que é o propósito do token. Tem um preço muito bom de valuation dessa empresa: ela cresce e se consegue ter o crescimento junto. Da mesma forma que também tem um risco”, explica.

A maior flexibilidade de investir em um token que consegue ser mais versátil do que os próprios fundos de VC são uma grande inovação na visão de Stocco. Além disso, o potencial de alto crescimento das empresas do portfólio também o animam. Para ele, uma das maiores dificuldades das seis startups mencionadas é a própria velocidade de crescimento.

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O lançamento, no entanto, é visto como um investimento de longo prazo por Roberto Dagnoni, CEO da 2TM, controladora do MB. O executivo ainda revela a importância de conhecer o seu planejamento financeiro antes de investir, pois o retorno a curto prazo pode não ser satisfatório a depender da estratégia.

A liquidez também é mais interessante. Isso porque a novidade permite que o investidor venda o ativo com mais facilidade do que em negociações tradicionais de VC, o que Dagnoni chamou de “bolsas de startups“. Além disso, Stocco e Dagnoni esperam que o token dê espaço para mais oportunidades parecidas e relevância para os investimentos em startups.

O investidor conta também com um portal específico para acompanhar novidades do mercado criado através da empresa do próprio portfólio: a Sócia. Segundo Stocco, o portal de tendências deve trazer conteúdos dos setores específicos em que as empresas atuam e, em breve, estará disponível para o investidor no momento da compra do ativo. A FPass contará com cursos e aulas sobre o segmento também.

O MB envia ainda relatórios trimestrais para que os investidores acompanhem os retornos e novidades administrativas. Conheça as empresas do token de startups:

  • Sócia: sistema de inteligência artificial (IA) para possibilitar a criação, por exemplo, de um portal, mídia, sistema de monitoramento, análises de tendência, entre outros;
  • FPass: plataforma que funciona como uma “Netflix” do ensino formal. Atualmente contém cerca de 3500 aulas de 12 universidades diferentes, em formato de masterclass, o que permite aumentar o conteúdo e baixar o preço;
  • Road: conta global que, atualmente, disponibiliza serviços nos EUA e Brasil;
  • Bank Factory: Bank as a Service (BaaS), permite que outras empresas criem ecossistemas financeiros próprios, utilizando a plataforma da startup;
  • Atypical: centro de pesquisas de nanotecnologia, visando criar produtos e soluções de tecnologia que não existem;
  • Pré-lançamento: ainda sem nome por estar em pré-lançamento, funciona como uma infraestrutura para a criação de ambientes em que a IA atua.

O caminho da tokenização

Em evento recente, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, expressou o seu otimismo em relação à tokenização e como ela pode ajudar nos sistemas financeiros. Nesse cenário, Stocco e Dagnoni comentam que a parceria permite uma democratização e melhor acesso a bons investimentos, com uma curadoria de expertise setorial, além da plataforma conhecida entre os investidores que centraliza as aplicações, abaixando os preços.

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“A ideia é que depois a gente comece a criar tokens setoriais, por exemplo, empresas de inteligência artificial, de blockchain, de nanotecnologia, de foodtech. E setorial para podermos construir um ecossistema entre as startups”, revela Stocco.

Vale lembrar que a escolha do especialista também levou em conta a sua experiência. O empreendedor é co-fundador de duas casas de investimentos, além de ter realizado investimento inicial em três empresas unicórnios: Gympass, Hotmart e Loggi.

O executivo da MB também reitera que a plataforma funciona como uma “bolsa de startups”, pois hoje não existe um local de compra e venda desses ativos de empresas particulares. Além disso, as intenções de investir no mercado de tecnologia são justificadas pelos dois profissionais como uma oportunidade constante de crescimento.

Ele ainda ressalta que, antes de investir, é necessário que o interessado esteja atento às suas finanças pessoais. “Um arquivo de renda variável é uma classe de maior risco do que a renda fixa. O primeiro ponto ao aplicar dinheiro em renda variável digital é saber que é um investimento de pode levar vários anos para para retornar, com riscos”, finaliza Dagnoni.

Além do mercado cripto, o MB acredita que o token STOCCO1 tem um grande potencial para que outros investidores cheguem ao universo de startups de empresas promissoras com novas alternativas.

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