Para responder essa questão, o E-Investidor pediu um levantamento da Economatica para saber quais seriam os rendimentos do tenista se aplicasse nos títulos do Tesouro Direto e em Certificado de Depósito Bancário (CDB).
Qual modalidade da renda fixa renderia mais para Rafael Nadal?
Nos títulos do Tesouro, o investidor encontra a possibilidade de títulos atrelados à inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Esse investimento é o que apresenta o maior ganho no longo prazo. Em 20 anos, os títulos do Tesouro IPCA apresentam um rendimento de 960%.
No curto prazo, com os rendimentos de um CDB que rende 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), o tenista teria um ganho de 11,04% em 1 ano, o maior para o período.
No médio prazo, entre 5 e 10 anos, os maiores rendimentos ficam com os títulos do Tesouro Direto atrelados à Selic, que lideram os ganhos no prazo de 5 anos com 50,22%. Já em 10 anos, o destaque volta para os títulos atrelados à inflação.
Veja na tabela a seguir os valores detalhados de quanto Rafael Nadal conseguiria se tivesse aposentado no Brasil e investido tudo que já conquistou com premiações (lembrando, R$ 755 milhões) nas quadras de tênis. As estimativas foram feitas com base em anos anteriores – alguns títulos não são possíveis de terem o rendimento previsto, como os atrelados à inflação e Selic.