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Investimentos

Renda fixa: aprenda o que é antes de começar a investir

Os investimentos de renda fixa são a porta de entrada para o mundo dos investimentos e garantem segurança nas reservas de emergência

Por E-Investidor

14/06/2021 | 22:00 Atualização: 24/11/2022 | 12:38

Saiba o que é renda fixa, a porta de entrada para o mundo dos investimentos que garante segurança nas reservas de emergência Foto: Pexels
Saiba o que é renda fixa, a porta de entrada para o mundo dos investimentos que garante segurança nas reservas de emergência Foto: Pexels

A renda fixa é a opção mais indicada para investidores iniciantes e para quem procura estabilidade e segurança.

Leia mais:
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  • O que é CDB: entenda a modalidade de investimento
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Por ter os rendimentos previsíveis, com um percentual mensal fixo ou vinculado a índices da economia, como taxa Selic, CDI e inflação, também é adequada para reservas de emergência e formação de patrimônio.

A poupança sempre foi a principal referência de renda fixa dos brasileiros. Por ser de baixo risco e alta liquidez, é bastante utilizada para acumular reservas de emergência. Durante a pandemia, pela primeira vez, o investimento na poupança ultrapassou R$ 1 trilhão em estoques e remunera mensalmente em torno de R$ 1,7 bilhão.

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Apesar do hábito nacional, outros investimentos podem oferecer melhor rentabilidade e são acessíveis ao investidor.

Aprenda a identificar qual é a aplicação mais adequada a seus objetivos, considerando tolerância a riscos e expectativas de remuneração, em um guia completo sobre a renda fixa, o que é e como funciona.

O que é renda fixa?

Os investimentos de renda fixa funcionam como um empréstimo do seu dinheiro para o emissor. Em troca, você recebe uma taxa de rentabilidade fixa, que é definida no momento da compra. 

A quantia captada é utilizada para o financiamento de projetos, pagamento de dívidas ou desenvolvimento de áreas específicas — como o agronegócio e o setor imobiliário, por exemplo.

Além da rentabilidade fixa, estável e recorrente, a maioria dos investimentos em renda fixa de até R$ 250 mil têm a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que garante o recebimento dos recursos em caso do emissor vir à falência.

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Dessa forma, com um aporte inicial a partir de R$ 30, já é possível aplicar em títulos que captam recursos para financiar o crescimento da economia.

Os investimentos podem ter liquidez diária, permitindo o resgate a qualquer momento, ou um prazo de carência, no qual o resgate antecipado não possível ou é desvantajoso.

Algumas aplicações contam com isenção de impostos, o que aumenta a remuneração líquida recebida pelo investidor; em outras, podem ser cobrados tributos e taxas sobre os rendimentos.

Como calcular a rentabilidade da renda fixa?

Placa exibe logotipo do Banco Central do Brasil
Banco Central do Brasil é o responsável por definir a taxa Selic, um dos principais indicadores econômicos para o rendimento de investimento de renda fixa. (Foto: Shutterstock/Jo Galvao/Reprodução)

Os títulos de renda fixa, ainda que apresentem estabilidade, têm rendimento de acordo com a aplicação escolhida. As modalidades do investimento envolvem:

  • títulos prefixados, com juros fixos independentes da movimentação da economia;
  • títulos pós-fixados, com rentabilidade atrelada a um indicador econômico;
  • híbridos, com a rentabilidade composta de uma parte fixa e outra variável, que podem garantir ganhos reais acima da inflação.

Os principais indicadores econômicos de referência para rentabilidade são a taxa Selic, CDI, TR e índices de inflação. A seguir, aprenda o que significa cada uma dessas siglas.

  • Taxa Selic: taxa básica de juros da economia brasileira, definida com regularidade periódica pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central. Ela serve de referência à remuneração dos títulos de dívida pública e a todas as operações envolvendo crédito no País, inclusive investimentos de renda fixa.
  • CDI: o Certificado de Depósito Interbancário representa a média dos juros das operações de empréstimo de curtíssimo prazo realizadas diariamente pelos bancos entre si e, geralmente, acompanha o rendimento da taxa Selic.
  • TR: a Taxa Referencial é calculada pelas médias das taxas dos CDBs prefixados, emitidos por 30 instituições financeiras. Desde 2018, a TR está em 0%.
  • Índices de inflação: os mais comuns são o Índice de Preços para o Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial e medido mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), chamado de “inflação do aluguel” e calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Quais são os 5 tipos de investimento em renda fixa?

Mão com caneta aponta para gráficos
Aplicações de renda fixa apresentam diferentes rentabilidades. (Foto Shutterstock/CrizzyStudio/Reprodução)

Em um cenário de perspectiva de retomada econômica após a pandemia, com a tendência de alta de juros da taxa Selic para controlar a inflação, os investimentos em renda fixa voltarão a ganhar destaque. Conheça as principais modalidades.

1 – Poupança

Os rendimentos da poupança são isentos de taxas e impostos. Todos os bancos oferecem a mesma remuneração, que é paga uma vez por mês na data do aniversário do depósito. 

Para os recursos aplicados a partir do dia 4 de maio de 2012, o rendimento da poupança é de 0,5% ao mês mais a variação da TR se a Selic estiver acima de 8,5% ao ano. Antes disso, os depósitos eram remunerados 0,5% ao mês mais a variação da TR.

2 – Tesouro Direto

O título é emitido pelo governo para captar recursos no mercado. As aplicações podem ser prefixadas (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais), pós-fixadas (Tesouro Selic) ou híbridos, atrelados à inflação (Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais).

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Não há cobrança de impostos, mas existe a taxa de custódia. Além disso, pode ser cobrada, em alguns casos, taxa de administração, assim como pode existir período de carência.

3 – Debêntures

As empresas utilizam os títulos de debêntures para financiar grandes projetos, por isso esse investimento costuma ter um vencimento mais longo, de cinco a dez anos. Essa modalidade pode ter retornos prefixados, pós-fixados ou híbridos.

Sob os rendimentos, é cobrado imposto de renda, com alíquotas que variam de 22,5% a 15%, exceto para debêntures incentivadas, utilizadas para captar recursos de grandes obras de infraestrutura no País, que são isentas. Esse tipo de investimento não é coberto pelo FGC.

4 – CDB

Os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) são um instrumento de captação de recursos realizado por bancos. Os títulos mais comuns são pós-fixados e oferecem como remuneração um percentual de algum índice de referência de renda fixa – normalmente, a taxa do CDI.

Ao investir com prazo de aplicação maior, as taxas de rentabilidade costumam ser mais altas. Os rendimentos são tributados pelo imposto de renda, seguindo a tabela regressiva (de 22,5% a 15%).

5 – LCI e LCA

As letras de crédito funcionam de forma semelhante à dos CDBs, mas estão vinculadas com alguma atividade de crédito relacionada ao setor imobiliário (LCI) ou do agronegócio (LCA).

As pós-fixadas são mais comuns e geralmente oferecem remuneração levemente abaixo do que a dos CDBs. No entanto, as letras de crédito são isentas de imposto de renda.

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