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Investimentos

Comprar debêntures vale a pena na renda fixa? Veja os prós e contras

Quem investe nesse tipo de aplicação está, na realidade, emprestando dinheiro para as companhias. Saiba mais

Por Stephanie Tondo

06/12/2023 | 7:59 Atualização: 06/12/2023 | 7:59

Debêntures costumam oferecer remunerações mais altas. (Foto: Envato Elements)
Debêntures costumam oferecer remunerações mais altas. (Foto: Envato Elements)

Entre os investimentos de renda fixa, as debêntures apresentam os maiores riscos e por isso mesmo também podem pagar os maiores retornos. Nessa característica, são recomendadas como uma estratégia de diversificação da carteira de investimentos, oferecendo acesso a empresas privadas sem precisar recorrer à renda variável.

Leia mais:
  • Chegou a hora de voltar para as debêntures? Veja os títulos de maior retorno
  • O que é o FGC e como ele pode preservar seus investimentos?
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Professor de Finanças da FIA, Marcos Piellusch afirma que as debêntures não devem ocupar o posto de principal mecanismo de investimento, mas ser opção para aumentar a rentabilidade da carteira em meio à queda da taxa básica de juros. A Selic permaneceu durante meses no patamar de 13,75% ao ano, mas em agosto o Banco Central (BC) deu início a uma série de cortes, que devem a taxa a encerrar 2023 em 11,75% ao ano.

Para 2024, são esperadas novas reduções. “É possível que com a queda dos juros a gente observe um aumento no volume de emissões de debêntures, o que pode gerar boas oportunidades para o investidor”, aponta Piellusch.

  • Veja: A fórmula para decidir onde aplicar o dinheiro: CDB, LCI ou LCA?

As debêntures são mais arriscadas porque são títulos de crédito emitidos por empresas. Ou seja, quem investe nesse tipo de aplicação está, na realidade, emprestando dinheiro para as companhias. É o mesmo princípio do Tesouro Direto, em que o investidor empresta dinheiro para o governo federal. No caso dos títulos públicos, porém, há a garantia do Tesouro Nacional. As debêntures, por sua vez, são garantidas pelas próprias empresas.

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Essas aplicações também não possuem a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), ao contrário do que acontece com os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), por exemplo, que têm essa garantia.

Riscos

Para Simone Albertoni, especialista em renda fixa na Ágora Investimentos, incluir debêntures nas carteiras de investimento pode oferecer várias vantagens, como retornos maiores e geração de renda, já que algumas dessas aplicações pagam juros antecipadamente. No entanto, ela ressalta que é preciso observar os objetivos e perfil de risco do investidor.

“Embora haja benefícios, as debêntures também carregam riscos, como o de crédito associado à saúde financeira da empresa emissora. Os investidores devem avaliar cuidadosamente esses fatores e considerar como as debêntures se encaixam em sua estratégia de investimento”, afirma.

Outro risco que deve ser considerado é o de liquidez. O dinheiro investido em debêntures só pode ser resgatado no fim do vencimento do título. E, em geral, os prazos ultrapassam o período de um ano. Ou seja, existe a possibilidade de o investidor querer resgatar esses recursos antes e não conseguir.

“Por definição, é uma captação de recurso de longo prazo. Normalmente, quanto menor a liquidez, maior será a remuneração. O mesmo vale para o risco, quanto menos garantias, maior a remuneração. É por isso que nem sempre uma maior rentabilidade vai ser a melhor opção”, explica Piellusch.

  • Saiba mais: Este é o título queridinho das corretoras na renda fixa para o fim do ano

Para mitigar esses riscos, o investidor deve ficar atento a alguns pontos, como o tipo de garantia oferecido. O ideal é que sejam garantias reais, como bens da empresa. Albertoni também recomenda optar por companhias com sólida reputação e boa classificação de crédito, além de distribuir os investimentos em debêntures por diferentes emissores, setores e prazos, o que pode reduzir o impacto de um eventual problema em uma única empresa.

Prêmio

A especialista em renda fixa ressalta que, para valer a pena, é preciso que a debênture ofereça um prêmio de risco que compense a falta de liquidez e a chance de inadimplência. Isto é, para fazer sentido financeiro, o ativo precisa oferecer uma rentabilidade mais alta que os títulos públicos e CDBs.

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“Esse prêmio de risco pode variar com base em fatores como condições econômicas, qualidade de crédito da emissora, mudanças nas taxas de juros e outros eventos que possam impactar a percepção de risco pelos investidores. Em geral, ativos mais arriscados exigirão prêmios de risco mais elevados para atrair investidores”, esclarece Albertoni.

Há opções de debêntures que oferecem a taxa DI (equivalente à Selic) mais um porcentual ao ano, que varia de acordo com a empresa e o prazo. Outras, pagam a inflação, mais uma taxa de ganho real. E há também os títulos pré-fixados, aqueles em que o investidor já sabe no início da aplicação quanto receberá no final.

Em outra categoria entram as debêntures incentivadas, em que não há o desconto do Imposto de Renda (IR). Nesses casos, a remuneração é normalmente um pouco mais baixa.

  • Confira ainda: O que o investidor pode esperar da renda fixa no último mês do ano?

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