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Investimentos

Por que especialistas estão indicando a renda fixa internacional em 2023

Na quarta-feira (1), o banco central dos EUA anuncia o que deve ser mais um aumento na taxa de juros do país

Por ARTUR SCAFF E LUÍZA LANZA

31/01/2023 | 4:50 Atualização: 31/01/2023 | 7:42

Investimentos no exterior ajudam a proteger a carteira. (Foto: Pixabay)
Investimentos no exterior ajudam a proteger a carteira. (Foto: Pixabay)

O investimento no exterior costuma ser uma estratégia de diversificação bastante defendida por especialistas para conferir proteção aos portfólios de investimento, independentemente do tamanho do invstidor. Acesso a mercados maiores, exposição a empresas de setores que não estão representados na B3, rendimentos atrelados a uma moeda forte, além de possibilitar uma descorrelação de parte da carteira do chamado “risco Brasil”.

Leia mais:
  • Renda fixa: veja o passo a passo para investir em títulos americanos
  • Onde investir no exterior e fugir de risco Brasil e caso Americanas
  • Fundos long biased, a estratégia que pode proteger da volatilidade em 2023
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Um fator que parece especialmente atrativo neste início de 2023, que, além de marcar o começo de um novo governo, contou com fatos atípicos como uma invasão ao Congresso Nacional e um dos maiores rombos contábeis já vistos na história da bolsa brasileira – saiba tudo sobre a crise na Americanas (AMER3) aqui.

“Estamos vendo um interesse muito grande em investimentos internacionais por diversos motivos”, diz Caue Mancanares, CEO da Investo. “Com um período de instabilidade política e incertezas com o futuro da economia do Brasil, os brasileiros buscam dolarizar seu patrimônio”, explica.

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Mas não é só por isso que analistas têm recomendado que investidores olhem para o mercado internacional. Em 2022, os bancos centrais das economias desenvolvidas se viram obrigados a iniciar um aperto monetário numa tentativa de combater a pressão inflacionária que atingiu grande parte do mundo, incluindo o Brasil. O movimento fez com que países como os Estados Unidos, a maior economia e mercado de investimentos do planeta, elevassem suas taxas de juros a patamares que há tempos não se via.

O resultado é uma faca de dois gumes: de um lado, receios de uma recessão. De outro, uma oportunidade ímpar para ganhar bons rendimentos na renda fixa. “Graficamente, o yield (rendimento) da renda fixa está muito acima do yield de dividendos das empresas, por exemplo. É um momento atrativo e o investidor tem uma gama muito grande de opções, de Tesouro norte-americano pós-fixado pagando pouco mais de 4% ao ano até títulos de high yield (alto rendimento) pagando quase 10% ao ano”, destaca Mancanares.

Nesta reportagem, contamos em detalhes como os investidores brasileiros podem investir na renda fixa nos EUA.

Na próxima quarta-feira (1), o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) se reúne para decidir por mais um aumento na taxa de juros dos EUA. Atualmente a taxa está entre 4,25% e 4,50% ao ano, o maior patamar em 15 anos, fruto de 7 altas consecutivas em 2022. A discussão agora está focada em até onde a instituição monetária precisará chegar no combate à inflação e se o mercado pode sonhar com o fim dos juros elevados ainda em 2023.

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Leia também: Ouro ou dólar, qual ativo usar contra a recente volatilidade da Bolsa?

Um cenário que, quando acontecer, vai reduzir a atratividade da renda fixa à medida em que os juros caírem. Por isso o momento atual consiste em uma boa oportunidade para investir, explica Guilherme Zanin, analista da Avenue. “É um contexto de desaceleração econômica, de mudança do consumo de produtos para serviços, com inflação menor fazendo com que os juros caiam. Nesse sentido, com a renda fixa dos EUA valendo 4% ou 5%, entendemos que é uma boa oportunidade porque no futuro essas taxas vão ficar muito menores.”

Aumento da dívida nos EUA no radar

Embora todos os especialistas ouvidos pelo E-Investidor concordem que o momento atual representa uma boa oportunidade para investir na renda fixa norte-americana, alguns fatores precisam ficar no radar dos investidores. Discussões que têm apenas começado a acontecer por lá , mas podem jogar volatilidade no mercado.

A principal delas diz respeito ao limite da dívida pública do país. O tema virou um impasse entre democratas e republicanos, que não querem ceder e aprovar o aumento. A discussão está começando a causar um certo receio nos mercados, com temores de que, sem maior espaço no teto da dívida, os EUA poderiam não dar conta de pagar os rendimentos já contratados nos títulos do Tesouro. Um sinal vermelho já que a fama de bom pagador do país faz com que esses ativos sejam considerados os mais seguros do mundo.

“O limite do endividamento nos Estados Unidos é uma discussão recorrente que, via de regra, está muito associada a uma disputa política entre a liderança do executivo e a liderança do legislativo”, explica Felipe Sichel, sócio e economista-chefe do banco Modal. Ele explica que a discussão parece estar sendo postergada para setembro. “De toda forma, o ambiente político sugere que quando essa discussão for ocorrer de forma mais forçosa, a gente possa ver episódios de volatilidade elevada.”

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O assunto ainda está na mesa e, por enquanto, não deve alterar as recomendações de investimento, diz Zanin, da Avenue. “Estamos falando da maior força econômica do mundo. Então, acho que mesmo com essa preocupação de endividamento o risco é muito menor do que nos mercados emergentes, ainda assim vale a pena investir.”

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