• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Renda fixa: por que especialistas falam em fim da janela para prefixados?

Títulos do Tesouro Direto chegaram a bater rentabilidade de 13% ao ano no mês de fevereiro. Situação atual é outra

Por Iuri Gonçalves

03/07/2023 | 13:13 Atualização: 03/07/2023 | 13:13

 (Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

As taxas de rentabilidade dos títulos prefixados do Tesouro Direto vêm caindo em antecipação aos cortes na taxa básica de juros (Selic) esperados para começar no segundo semestre. A expectativa é de que os títulos não passem por grandes oscilações nos próximos meses, mas o cenário para títulos de mais longo prazo ainda carrega incertezas.

Leia mais:
  • Dólar: quanto a moeda vai custar até o fim do ano? 10 corretoras respondem
  • O que fundos imobiliários vão entregar no 2º semestre? Analistas revelam
  • Os melhores CDBs para investir pensando no corte de juros
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com especialistas ouvidos pelo E-Investidor, os títulos de curto prazo já precificaram o arrefecimento da curva de juros, importante indicador da expectativa sobre os rumos da Selic no País. Hoje, o Tesouro Prefixado 2026, título prefixado com vencimento mais próximo no Tesouro Direto, paga uma rentabilidade de 10,7%.

“Nossa expectativa é de que a Selic tenha uma redução para 12% até o final deste ano e para 9,5% no ano que vem. Portanto, não esperamos variação significativa nas taxas prefixadas para os títulos curtos, pois já embutem expectativa semelhante”, explica Rafaela Vitória, economista-chefe do Banco Inter.

  • Entenda o que levou o dólar a derreter no primeiro semestre.

O movimento de queda ocorre em um ano em que os títulos prefixados do Tesouro Direto chegaram a bater rentabilidades contratadas com margem de 13% ao ano no mês de fevereiro. Naquele momento, o ativo pagava um prêmio de risco alto devido ao receio do mercado em relação à política fiscal que seria adotada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A partir de março, o ativo passou a se valorizar e sua rentabilidade, cair.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Ao longo de 2023, com o mercado antecipando o início da flexibilização monetária e o avanço das pautas econômicas, com o novo arcabouço fiscal e início das discussões da reforma tributária, observamos uma forte performance positiva nesses títulos prefixados”, explica Ian Lima, gestor de fundos de renda fixa da Porto Asset Management.

Segundo ele, os títulos prefixados de curto prazo possuem uma correlação maior com as políticas monetárias. O especialista também acredita que boa parte dos ganhos já foram incorporados no preço atual, o que deve levar a taxas de contratação de 9,75% a 10% para o Tesouro Prefixado 2026 ao fim deste ano.

Títulos de longo prazo

O cenário é um pouco diferente para os títulos com vencimentos mais distantes. Em geral, a volatilidade desse tipo de ativo costuma ser maior e a capacidade de lidar com a inflação, bem como a política fiscal, podem impactar o desempenho do ativo e a sua rentabilidade.

Segundo Rafaela Vitória, como o cenário de médio e longo prazo ainda carrega incerteza pelo lado do risco fiscal, ou seja, a inflação poderia voltar a subir e com isso interromper o ciclo de cortes, o banco não aposta em quedas muito maiores nesse momento para as taxas longas.

  • Veja fundos imobiliários mais rentáveis do semestre.

Normalmente os ativos com prazos de vencimento mais longos pagam um prêmio maior devido ao risco atrelado a segurar aquele investimento por um tempo maior. Por esse motivo, Ian Lima acredita que esses títulos devam terminar o ano com uma rentabilidade entre 10% e 10,25%.

Para Paulo Ricardo dos Santos, especialista da Blue3 Investimentos, o comportamento dos preços dos bens e serviços ainda pode impactar as expectativas, uma vez que uma inflação maior que a meta, estipulada em 3,25%, mas com tolerância até 4,5%, pode fazer com que a Selic seja sustentada em níveis elevados por mais tempo.

Ainda dá para se posicionar em prefixados?

Na avaliação de Lucas Queiroz, estrategista de renda fixa para o investidor pessoa física do Itaú, os títulos prefixados com prazo de vencimento curto já atingiram um preço “justo”, pensando em um cenário de taxas de juros a 9% no fim do próximo ano. As incertezas em relação ao comportamento da inflação, no entanto, ligam o alerta acerca dos títulos com vencimentos mais distantes.

Publicidade

Para Queiroz, seria necessário um cenário econômico bastante favorável, indicando taxas de juros ainda menores do que 9%, para que os títulos de longo prazo comprados com a rentabilidade atual valessem a pena.

  • Renda fixa ou imóvel: veja qual rende mais com corte nos juros.

Somado a isso, no momento os títulos com vencimentos mais longos pagam prêmios de risco relativamente pequenos se comparados aos de curto prazo. Hoje, o Tesouro Prefixado 2026 paga uma rentabilidade de 10,37% ao ano e o Tesouro Prefixado 2029 paga 10,76% ao ano. “É um prêmio tão pequeno, dado risco de segurar um título tão longo, que eu acho que estaria se comprando um cenário muito positivo para muito tempo na frente”, explica Queiroz.

Na Blue3 Investimentos, a recomendação também tem sido de redução da exposição da carteira aos prefixados após a janela de oportunidade de estresse na curva de juros, que levou os títulos a rendimentos de 13%. “Temos projeções de que continuam os fechamentos da curva de juros para o médio prazo. Estamos finalizando essa janela de oportunidade para esse tipo de ativo”, aponta Paulo Ricardo dos Santos, especialista da Blue3 Investimentos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Inflação
  • Juros
  • Tesouro Direto
  • Tesouro Prefixado
Cotações
08/04/2026 19h02 (delay 15min)
Câmbio
08/04/2026 19h02 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Após Raízen e GPA: as empresas que mais preocupam o mercado financeiro hoje

  • 2

    32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

  • 3

    Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril

  • 4

    As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%

  • 5

    Ibovespa acompanha euforia global com cessar-fogo e renova recorde histórico

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Logo E-Investidor
Aplicativo do FGTS: 4 funcionalidades que você talvez não saiba que ele tem
Imagem principal sobre o Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Logo E-Investidor
Posso alterar o saque-aniversário para saque-rescisão a qualquer momento, após a antecipação?
Imagem principal sobre o Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Logo E-Investidor
Ressarcimento de desconto INSS: o que acontece se não for apresentada uma resposta?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: existe um prazo limite para usar o valor depositado?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: não realizei o saque por seis meses, posso perder o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: não realizei o saque por seis meses, posso perder o benefício?
Imagem principal sobre o Quem tem PIS recebe o abono salarial?
Logo E-Investidor
Quem tem PIS recebe o abono salarial?
Imagem principal sobre o Sou trabalhador avulso, tenho direito ao saque do FGTS?
Logo E-Investidor
Sou trabalhador avulso, tenho direito ao saque do FGTS?
Imagem principal sobre o Bolsa Família suspenso? Entenda se a suspensão resulta na perda do valor
Logo E-Investidor
Bolsa Família suspenso? Entenda se a suspensão resulta na perda do valor
Últimas: Investimentos
Petroleiras despencam com queda do petróleo após trégua no Oriente Médio; Petrobras (PETR3; PETR4) lidera perdas
Investimentos
Petroleiras despencam com queda do petróleo após trégua no Oriente Médio; Petrobras (PETR3; PETR4) lidera perdas

Cessar-fogo entre EUA e Irã derruba o Brent e provoca rotação de carteira, com investidores migrando para ativos de risco fora do setor de óleo e gás

08/04/2026 | 11h37 | Por Isabela Ortiz
Cessar-fogo no Irã acende rotação na Bolsa: é hora de vender? Analistas recomendam “colocar lucro no bolso”
Investimentos
Cessar-fogo no Irã acende rotação na Bolsa: é hora de vender? Analistas recomendam “colocar lucro no bolso”

Trégua entre EUA, Israel e Irã alivia preços do petróleo no curto prazo, mas mantém incerteza estrutural e abre espaço para migração de capital para outros setores

08/04/2026 | 10h21 | Por Isabela Ortiz
32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas
Investimentos
32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

FIIs negociados abaixo do valor patrimonial indicam oportunidade, mas investir exige cuidado

08/04/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães
“Nada mudou em relação à tributação do VGBL”, diz Fenaprevi sobre IR na previdência
Investimentos
“Nada mudou em relação à tributação do VGBL”, diz Fenaprevi sobre IR na previdência

Receita consolidou entendimento de que, em caso de morte do titular, rendimentos acumulados no VGBL não são isentos de Imposto de Renda; entidade diz que essa já é a prática

07/04/2026 | 14h25 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador